104 No Meio é que está a Virtude

Finalmente despistamos o cabrão do Taxista. Depois do banho das Putas também eu tive direito a refrescar-me, para aliviar o tesão, a minha mãe foi uma querida, e sugeriu que eu batesse uma punheta para aliviar a tensão da minha picha que teimosamente apontava para o tecto da casa de banho, eu optei por só me refrescar no banho, afinal ainda andava a passear ali pela casa um par de rachas bem apetecíveis. No fim do banho, vesti um roupão, nunca tinha vestido nada assim, e num acto de coragem, destemidamente sai à varanda para fumar. Não me apetecia a merda do tabaco, mas eu tinha de fazer alguma coisa. O taxi lá continuava no adro do cemitério, o choufer deitado em cima do volante fazia que dormia, quase com certeza. Não se via outra viva alma por ali. Ainda era muito cedo, e nem sequer a carreira da escola tinha passado, o nevoeiro ainda não tinha levantado, e ao longe só se enchergavam as cruzes nos pináculos das capelas mortuárias, aquele sitio metia-me um medo do caralho, e eu tremia de frio, mas aguentei ali o cigarro inteiro. No fim lancei a beata pelo ar num gesto teatral, e expeli uma grande nuvem de fumo, enquanto virava as costas e voltava a entrar em casa. Quando fechei a porta, ouvi a ignição do velho motor diesel a custar a pegar e de seguida o lindo ronco do carro a afastar-se.
Aquele filho da puta tinha finalmente o aquilo que queria, estava convencido que aquela era a nossa casa, para nos poder vir chatear mais tarde, neste caso chatear outros, se encontrasse por ali os emigrantes em tempo de férias. Fui chamar as senhoras para nos pisgarmos dali e dei com as duas dorminhocas enfiadas numa cama e a roncar. Eu também já não estava nas melhores condições físicas, pareceu-me boa ideia e deitei-me onde pude. Levantei a roupa da cama, saltei por cima da Aleivosa da minha vizinha e deitei-me entre as duas. No meio é que está a virtude. Estavam as duas despidas, e eu também. Mas nem aquilo me demoveu, aterrei logo.
Dormi um bom par de horas, e acordei com a luz do sol que agora entrava pelas frestas dos estores, e com a bexiga a rebentar. Passei por cima de uma das vacas, e fui verter águas, voltei para a cama muito mais bem disposto, e experimentei pela primeira vez a sensação de poder apalpar duas mulheres ao mesmo tempo. Comparar o tamanho das têtas, o farto volume das da vizinha, o generoso arredondado das da minha mãezinha, a torre do bico da mama de uma e a chupeta grossa do mamilo da outra, a pele macia do ventre de ambas, a mata grossa e rebelde de pentelhos fortes da putiféria, os pelinhos curtos, certinhos e aparadinhos da minha queridinha. Daí para baixo é a puta da loucura, ou melhor foi até a Pita me virar as costas, se bem que apalpar o cu também é bom e aquele cagueiro é de respeito.
Ainda esfreguei a o cacete todo teso no rego gostoso daquela bunda gostosa. Mas não deu pica. A minha piça tinha acordado e latejava de tesão. Atirei-me à Gata com unhas e dentes, a cadela estava meia acordada, mas insistia em estar de lado e não se virava para eu lhe ir ao pito. Esbracejou até me conseguir tirar de cima dela. Deitei-me outra vez no meio das duas, instintivamente levei a mão à piroca, estava completamente a rever, resisti à tentação de esgalhar o pessegueiro, com duas galderias daquele calibre ali na cama comigo não podia descer tão baixo.
Quem não tem gata caça com rata, e no desespero, montei a mamã. Afastei-lhe as pernas um bocado, e deixei-me cair para cima dela, acertei à primeira com o buraco da cona, e comecei logo a bombar forte e feio, dentro e fora. Parecia um menino desconsolado. Não sei se ela estava bem oleada, se deu um jeitinho para eu penetrar melhor, se acordou logo, ou se deu por ela que estava a apanhar no pito. Eu estava cego e só queria era foder. A Rameira entretanto arrependeu-se e pediu-me que a montasse, diz que queria que eu lhe desse o leitinho a beber na piriquita. Oh e o que me apetecia ter montado duas na mesma foda, e andar de greta em greta, tira e mete e dá numa e dá noutra, mas ela precisava de um ensinamento, e eu já não aguentava muito mais o que eu mais queria era aliviar-me. Eu bem sei que a minha matrona me proibiu de lhe esporrar a cona, mas foi mais forte que eu, e enchi-lhe o útero de sémen.
Vi a cara de desalento da outra, mas é bem feita, que é para aprender da proxima já não se arma em esquisita, passei-lhe por cima ainda a pingar, e fui para a cozinha matar o bicho.

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