103 Quando Mija um Portugês Mijam Dois ou Três


Senti um medo do caralho quando entrei pelo portão adentro, ainda olhei para trás, e fez-me muito pior o sorriso malicioso do taxista parecia macabro, quando contrastava com o ambiente mórbido da entrada do cemitério e ou era do frio ou do nevoeiro mas sentia uns arrepios de frio do caralho. Agora a minha única esperança era que o cabrão do choufer do carro de praça fosse embora dali e depressa.
Contornamos a casa para a parte de trás e as putas foram directas ao quintal, e entre couves, pepinos e tomateiros, descaradamente arregaçaram as saias e puseram-se de cocoras para mijar, eu até diria que tinham combinado, não se notasse que elas estavam empachadinhas, aquilo foi só baixar e ver as ratas a abrir-se e esguichar forte e feio. Primeiro um jato amarelo, grosso e fumegante, depois às mijinhas. A minha mãe colocou dois dedos em vê invertido a abrir-lhe os papos de cona, e no fim abanou-se bem, a Pita Aleivosa limitou-se a deixar sair o repuxo da pachacha, e por fim levantou-se ainda com umas gotas de xixi a escorrer pelas pernas abaixo. Não admira a Puta estava toda fodida, e depois de tudo que já lhe tinha escorrido pelas coxas abaixo naquela noite não eram mais umas gotas de pipi que a iam chatear.
Como quando meija um português meijam dois ou três, saquei da minha bejarda e vai disto, só não deitei abaixo um pinheiro porque num ali havia nenhum, urinei para cima das novidades que assim ficaram bem regadinhas.
Fui até à esquina da casa para ver se o caminho estava livre, mas o Taxi ainda lá estava, nada feito. Quando regressei as Vacas estavam sentadas nos degraus da escada, e naquele estado também não iam longe. Andei então a cheirar de vazo em vazo a cheirar, e debaixo de uma fedorenta sardinheira encontrei aquilo que precisava, a chave da casa.
Abri a porta e convidei as Senhoras a entrar no lar de uns felizes «aveques» que andam lá pela França a fazer pela vida.
Meia hora depois já estávamos os três «trés bien», tínhamos tomado um bom pequeno almoço com café Franciú e biscoitos de lata. Um poucochinho mais lucida a minha mãe sugeriu que fossemos descansar, era a melhor ideia do dia, a Amiga queria lavar-se. Não faltavam condições para isso e ainda fiz um brilharete em frente às meninas ao ligar o esquentador e pôr água quente a correr na banheira.
Num piscar de olhos puseram-se as duas dentro da banheira nuazinhas assim com quando vieram ao mundo, eu fiz-me convidado e também comecei a tirar a roupa, mas a minha refreou-me o ânimo, que já começava a crescer entre as minhas pernas. Como premio de consolação deixaram-me lavar-lhes as costas com o cheiroso sabonete de Paris. É indescritível, aquela pela macia e sedosa, a escorregar por baixo dos meus dedos, aquele agradável perfume no as e as curvas, foram as costas, as pernas, os pés, o  pescoço, tudo de uma ponta à outra, uma e outra. De trás para a frente, das costas para o peito, da barriga a subir para os peitos, com uma mão e por trás com as duas mãos. Eu lavava e apalpava as têtas à minha mãe e ela fazia o mesmo à amiga que estava sentada na banheira entre as pernas escachadas dela. Aquelas mamas pareciam mais cheias e redondas que nunca, a escorregar nas minhas mãos, que pacientemente tentenavam beliscar dois enfurecidos mamilos duros e tesos que fugiam sempre que lhes tocava porque a sua dona rabeava de prazer. A minha querida mãezinha encostou-se à amiguinha e esticou-se toda para lhe chegar entre as pernas, eu procurei pelo mesmo, e encontrei.
Quando debaixo de água a minha mão encontrou a racha estava toda aberta, os pelinhos foram a primeira coisa que a denunciou, depois senti os lábios da xana uma bordinha esticada, que percorri acima e abaixo até encontrar no topo o botão do clitóris, ela tremeu, gemeu, e eu fiz os meus dedos escorregarem para a vulva, macia, e suave. Sem forçar fiz entrar um dedo e outro, a tirar e meter suavemente para combinar com aquela pele lisinha e escorregadia. Eu estava quase cego e já só pensava em ir ao pito à minha mãe, ou até foder as duas à vez. Agora arfavam as duas, mas durou pouco, era «muito forte» disse ela quando arrancou a minha mão da buceta.
Espaparraram-se as duas na água quente, pareciam que estavam a derreter. Mas ali a única coisa que derretia era a minha piroca que latejava de tesão, o que era uma grande foda, porque naquele momento aquelas duas pitas não pareciam estar propriamente com fome.

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