101 A Foda das Fodas


Nunca tinha sido mamado assim, umas lambidelas umas chupadelazitas, e coisa e tal, mas um broche feito e muito bem feito por uma boquinha como a daquela Bruxa vale dinheiro! A Sábia era sabida, soube parar mesmo a tempo e pediu-me calma, para podermos aproveitar o momento, fez-me relaxar, e trocarmos de posições. Eu levantei-me e ela deitou-se, de pernas abertas à minha frente, e pediu-me que lhe fizesse um minete, seria um pagamento pelo bico que ela me tinha feito.
Custou-me, mas atirei-me de cabeça para entre as pernas dela, dei as primeiras lambidelas a medo, o pito não sabia a bacalhau, mas sem duvida sabia a azeite. Eu não queria dar parte de fraco, não me apetecia muito fazer de lambe conas, aliás foi a primeira vez, e pelos vistos portei-me bem, porque enquanto eu devorava as fressuras ela esfregava o clitóris e gemia, gritava alto e bom som, pedia mais, e mais fundo e que lhe chupasse o pinguelim, e que a voltasse a lamber, e pedia sempre mais, até que se contorceu toda, agarrou-me pelos cabelos forçando a minha boca a ficar colada às beiças da boca do corpo dela, e uivou como uma fera, alto e bom som, enquanto arqueava as costas, e subia, subia e urrava, urrava! Da sala ao lado vieram em coro os uivos por simpatia das outras duas putas, era a erva a subir à cabeça. Até que a Loba amansou, veio-se toda, abandonou o corpo e deixou-se cair com estrondo, fui cair de queixos entre as pernas dela o aroma a cona a despertar sensações no meu instinto. Voltei a esticar a língua, da racha escorria langonha, provei e gostei, fui dando mais umas lambidelas, quando acabei fiquei a escorrer seiva, um fiozinho grosso a escorrer da minha boca para a boceta dela.
Sentia-me agarrado e estava mesmo, as mãos dela afagavam o meu cabelo com carinho, e iam-me puxando para cima do seu corpo de deusa nua, aquela Boneca de Trapos tinha olhos de vidro que brilhavam de gozo e felicidade. O meu apetite estava mais desperto que nunca, a minha piça latejava de tesão e à medida que se ia posicionado a caminho do vale da perdição, mais rija ficava. Senti-me a entrar por ela dentro como nunca tinha sentido com mulher nenhuma, tão macia, tão justa, tão faminta aquela rata, engoliu-me e melhor que a boca da dona, e feita gulosa chupava-me a piroca até ao tutano.
“Devagar, vai com calma” pedia ela, que já tinha recuperado o apetite. Dava para sentir as contrações da cona, o que me deixou ainda mais excitado. No meu ouvido ela sussurrava coisas que eu não entendia, uma qualquer reza de Benzedeira, entrecortada pela respiração ofegante. Posso dizer sem duvida que ela encerra tal pericia sexual que faz qualquer experiente puta de bordel parecer uma pura, imaculada, honestíssima e fidelíssima esposa.
Os nossos corpos estavam vivos e unidos, a piroca regojzava-se com o aveludado da caverna, refastelada a sondar as profundezas da racha, o meu tronco delirava com a força daqueles braços que me apertavam, o meu peito sentia o volume dos seios como que a dizerem, «estás a ver não é preciso sermos grandes para sermos bons», a pele das minhas costas delirava de gozo com a dor das unhas dela ora cravadas, ora a arranhar desalmadamente a minha pele, e as pernas dela manietavam as minhas forçando-me a manter o ritmo que ia crescendo aos poucos.
A Feiticeira agora já não murmurava aquelas jaculatórias estranhas, arfava, urrava e gritava alto e a plenos pulmões. Com isto voltou o coro das Vacas, da sala ao lado chegavam gritos de prazer, das duas três ou estavam a mastubar-se, a coçar o grelo e de dedos enfiados na cona feitas tolinhas, ou estavam a rebolar-se no meio do chão, com as conas a esfregar-se uma na outra feitas fufas, ou estavam a ser comidas, pelo matulão do criado da Maga feitas Cadelas, o certo era que havia festa e da brava.
Acordei para a realidade com uns murros que levei nas costas, a Vidente contorcia-se toda por baixo de mim, tinha um ar e desespero, a cara toda esticada, os olhos pequeninos raiados de raiva, a boca comprimida nuns lábios brancos e minúsculos, o pescoço a esticar-se com os músculos e veias a notar-se todos, até que ela sem abrir a boca ganiu um “esporra-te agora” cavernoso e horrível. Fechei os olhos, e naquele instante vi naquela Bruxa uma velha seca, desdentada e enrugada que me enfeitiçou para seu próprio prazer. Abri os olhos em busca da verdade, mas como que por magia não vi nada, o prazer do orgasmo cegou-me, enquanto eu sentia a minha ejaculação a esvaziar por completo o leite os colhões.
Cai para o lado exausto, e ficamos assim a par a admirar-nos. Aqueles olhos doces de bela adormecida condiziam agora com a meiguice daquele rosto deslumbrantemente feliz, a mão dela com um gesto de carinho no meu peito que me fez arrepiar e tremer de satisfação, enquanto os lábios dela soltavam um simplesmente belo «Foste Maravilhoso»!

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