100 Tão boa que até fiquei paneleiro dos olhos

Fiquei com um enorme nó na garganta, até parecia que me estavam a apertar o pescoço, o susto de ver aquele pau grande e grosso entrar pela cona da Bruxa adentro, de uma vez só, foi tal que perdi o tesão. Levei instintivamente a mão às calças e senti a piroca mirrar e a cuecas molhadas, uma sensação estranha porque instantes antes eu estava com a piça tesa como o caralho. A puta adivinhou, não fosse ela adivinha e tinha adivinhado à mesma, a minha cara de susto deve ter sido notória, porque ela apressou-se a pedir desculpas enquanto arrancava do meio das pernas o toco da vassoura.
Foi um espectaculo e pêras, mas eu não estava preparado, nem em todas as revistas que eu vi nem no filme pornográfico que eu fui ver ao cinema havia nada assim… se eu me tivesse aguentado um bocadinho mais tinha assistido a uma cena do melhor. A Feiticeira voltou a pegar no café, e no cigarro. Deu uma passa tão grande que quando soltou deixou uma névoa entre nós dois, aquele aroma fez-me desejar o tabaco, estiquei os dedos e ela passou-mo e eu dei uma fumaça pelo filtro dela. Deu para respirar um pouco, fiquei mais aliviado.
Aquele rosto angélico soltou um sorriso hipnotizante, e para compensar, num passe de mágica abriu as pernas lentamente, e a saia, qual cortina a deslizar fez aparecer o triangulo da perdição, e a gruta da tentação. É certo antes era uma coisinha assim bem feitinha com umas beicinhas coladinhas e que agora já estava mais aberta, escachada, dava para notar os lábios rosados a brotar da boca do corpo, agora assim aquilo parecia uma racha.
O meu entusiasmo voltou, e a alegria voltou a reinar na cabeça da minha piça. Agora sem varinha ela efeitiçava-me ainda mais, com os movimentos insinuantes que ia fazia com as pernas, ora abria e fechava, depois roçava uma na outra, depois cruzava e descruzava, e puxava mais uma passa, e dava-me mais uma fumaça, e queria saber se eu estava bem.
Sim, eu estava bem, e se ainda há uns instantes o que eu queria era pegar na vaca da minha mãe e na cadela da amiguinha aleivosa, e fugir dali a sete pés, agora o que eu queria era prolongar, e aproveitar o momento. Que se fodam lá as cabras, que apanhem uma tora do caralho, que fiquem pedradas, que eu fico com o tesão desta bimba, que é difícil de caçar uma assim tão jeitosinha e com umas curvas destas.
Andava eu no meio destes devaneios, quando num momento em que eu me perdia entre o enfeitiçante sorriso do rosto da Bruxa, e a atração do bruxedo da boca da cona dela, quando por magia ela se libertou da camisola que trazia vestida. Cruzou os braços na frente do peito e as mãos experientes fizeram voar a camisola pela cabeça fora, era fina e justa, apertadinha ao corpo tão justinha que eu fiquei com medo que se rasgasse, mas não. Tão boa que Até fiquei paneleiro dos olhos, para condizer com aquele corpinho de fada elegante, umas singelas maminhas, não muito grandes, mas firmes, e coroadas com duas pequenas aureolas redondinhas e rosadinhas, pontuadas por dois biquinhos uns mamilos deleitosos, firmes e hirtos.
Ela levantou-se e um fecho éclair fez magia quando ela perdeu a saia, revelando aquelas curvas que arredondavam o corpo magro de diva, até parecia uma puta de revista. Dava vontade de lhe tirar um retrato, para guardar debaixo da almofada. Não fosse aquela Boneca de carne e osso, que eu apalpei e bem, e diria que ela tinha voado e pairado sobre mim, deitou-me para trás no divã, abriu-me as calças, e como que por encanto saltou lá de dentro a minha varinha de condão, dura e brilhante.
Agarrou-me pela piça e começou a tortorar-me, nem era preciso tanto, para me arrancar a verdade, mas o certo é que naquela posição, a olhar directamente para aqueles peitinhos caídos na minha frente, e mais ao fundo a abertura de pernas, com a contraluz a realçar a a pita levemente escachada e de lábios salientes, e com a minha piroca manietada por umas experientes mãos de veludo, eu vomitei tudo, e mais alguma coisa.
De resposta só recebi elogios, “és um cabrão e filho da puta dos melhores, chegas aqui com duas putas, já comeste as duas, dizes que uma é tua mãe, a outra é casada e amiga dela, puseste os cornos ao marido dela que anda emigrado, e ela vai parir, e por ventura a criança até será tua… és mesmo enxertado em corno de cabra”, e ela nem é assim tão boa adivinha, porque nem sabe da missa a metade.
E dito isto, e não havendo mais nada a confessar, abocanhou a minha piça, foi feitiço o que se deu a seguir, nunca tinha sentido nada assim, ela chupou, lambeu, e mamou, e mamou, e… eu fiz-me ao piso, fui aproveitando para apalpar e sentir aquele corpo de deusa, e ela mamava e lambia e só parou, quando sentiu que a têta estava a ficar mugida. Foi num repente, eu fiquei mito aflito, estava quase, quase a esporrar-me, numa aflição termenda já sentia o leite a caminho, no meio do desespero a minha vontade foi de ir com a mão à piça e esfregar até fazer esguichar, faltava tão pouco. Levei tal lapada na mão que até me ficaram a doer os nós dos dedos.

Sem comentários:

Enviar um comentário