099 Um Susto do Caralho


Perante o meu espanto a Fulana continuou, “esperavas encontrar cá uma Bruxa a fazer poções num caldeirão de três pernas, com rezas e mezinhas, ou ver-me erguer uma mesa de pé de galo?”. Da garganta só consegui fazer sair um engasgado “Talvez”. Ela soltou uma pequena gargalhada e diz, “ó inocente, só faltava quereres que eu saísse daqui a voar montada numa vassoura, a gesticular uma varinha de condão e lançar raios pela noite dentro”.
Desta vez fui eu que me ri com alguma vontade, até porque a Feiticeira já estava agarrada a uma vassoura de Bruxa, ou penso eu que fosse. Com um cabo grosso e reluzente, e um roço de palha comprida amarrada na ponta. “É uma especie de companhia para mim, ajuda-me a aliviar as tensões” disse-me ela, “as pessoas vêm aqui à espera que eu faça coisas extraordinárias e por vezes é preciso dar-lhes tempo, ou, como agora é preciso fazer com que elas se sintam bem quando saírem daqui.”
Ela gesticulou e mexeu uma mão e ouviu-se um leve tinido, um abafado telintar de campainha, só depois de reparar com atenção notei que havia uma sediela bem esticada, por ventura outras haveriam nas duas divisões, estava tudo bem planeado, porque num abrir e fechar de olhos, apareceu na sala um vulto negro seria um homem a quem ela pediu café para os dois.
Eu estava deslumbrado com a Ilusionista que estava sentada à minha frente e ia abrindo e fechando as pernas, aquele movimento de coxas não permitia ver muito mas deixava-me hipnotizado, aquele era um corpo que valia a pena explorar. O vulto voltou com duas canecas de café, deu uma a cada um e retirou-se, ela deu logo um gole no dela, e queixou-se que se tinha esquecido do tabaco. Eu não me fiz rogado e ofereci logo um do meu maço francês.
A Bruxa não se fez rogada, acendeu o cigarro numa vela que estava à mão e no fim de um grande trago, abanou a cabeça em sinal de satisfação. A muito custo resisti à tentação de fumar. Não queria perder pitada daquele momento, principalmente agora que ela andava pela sala de um lado para outro, bebericava o café, travava uma passa, e abanava-se toda. Fui bebendo a minha mistela, estava morna e adocicada, era agradável.
Os meus olhos seguiam-na para todo o lado, então quando ela estava de costas e o rabo abanava, eu era capaz de jurar que dava para ver as buchechinhas do cu a saltar, uma delicia, então quando ela se esticou toda para espreitar por um janelinho para a sala onde tinham ficado as duas putas, eu fui ao delírio. Aquele par de albas pernas esquias levemente entreabertas, um insinuante abanar das pregas da saiazinha, e aquela camisola justa que lhe estreitava a cinta e alargava na caixa torácica, estavam a enfeitiçar-me.
Ela rodou rapidamente e caiu-me tudo, além de me ter apanhado perdido a apreciar aquele corpo de estátua, aquele movimento fez-lhe subir a saia e por instantes aquelas pernas pareceram não ter fim. Ainda mal refeito da surpresa, a feiticeira agarra na vassoura de bruxa, aponta-ma bruscamente. Apanhei um susto do caralho, mas refiz-me logo, porque ela quase a rir-se pedui-me que lhe chegasse um galheteiro de azeite que estava atrás de mim.
Quando me virei, vi a Mágica fazer magia, enquanto debaixo da saia e pelo meio das pernas arrancava com uma só mão as cuecas brancas. assim que se livrou delas estendeu-me a mão e eu dei-lhe o galheteiro. Sentou-se na mesma na minha frente, agora bem mais vontade que anteriormente, não lhe via os segredos que escondia por baixo da saia, mas já estava mais perto de os conhecer. Contudo também me sentia apreensivo com o que ela fazia, enquanto untava bem untado o reluzente cabo da vassoura com azeite.
Agora dava para perceber que o pau grosso tinha uma forma curiosa, era redondo na ponta e sulcado um pouco mais abaixo, quando a Bruxa se cansou de encantar o pau, deixou-se escorregar lentamente na cadeira à medida que ia abrindo as pernas. Tive então o meu premio quando lhe comecei a ver a pita, um pequeno triangulo de pelinhos raros e claros, a abertura de pernas era pequena, não se viam papos de cona mas via-se a racha claramente delineada, a sorrir, a boca do corpo levemente aberta com as beiças metidas lá dentro.
    A vidente não precisaria de muito para adivinhar o meu tesão, e a minha vontade de foder, mas ia brincando com o cabo da vassoura, quando num repente espeta com ele, sem dó nem piedade, pela cona adentro.
   

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