096 Vidros do carro embaciados, a primeira vez de muitas.

Naquela noite passamos muito tempo dentro do carro. Naqueles primeiros minutos o rádio tinha-me consumido a paciência, o som da onda ia e vinha a cacofonia dos parodiantes e dos discos pedidos e ia alternado com um qualquer tagarela galego, e vinha e ia e perdia-se e outra vez… e desliguei aquela porcaria. O silencio e a escuridão apoderaram-se de nós.
Acabei por me estender no banco de trás e deitar a cabeça nas pernas da Pita (a puta aleivosa). Para me entreter fui passando a mão, aqui e ali, nos cabelos, na cara, a zorrar pelo busto, meio distraído, meio a ver se colava, a afagar-lhe a barriga das pernas. A minha querida mãezinha depois de se ter entalado toda a fumar um daqueles cigarros espanhois, ficou de bufos, sentou-se no banco do pendura amuada e lá estava, quietinha, caladinha, e seguramente com uma valente moca do caralho.
Quem não arrisca não petisca, e eu ia petiscando, ela estava quietinha e caladinha e eu, de mansinho levantei-me e fui apalpando, o peito por fora, o tecido da saia, quero dizer as coxas. E como ela nem sequer fazia um gesto para me demover, e a minha querida mãezinha parecia estar mais para lá do que para cá… eu fui aproveitando.
Blusa adentro a minha mão foi sentindo a pele quente e macia do ventre, fui acariciando como quem procura sentir o que está a nascer dentro do útero. Se alguma coisa lá está a crescer, ainda não se sente. Mas isto eram só fitas minhas, carinhos interesseiros, eu queria chegar mais acima, e cheguei, comecei por sentir as generosas copas do soutien, o cetim macio a sustentar o peso daqueles fecundos melões, o seu formato redondíssimo afunilando até à renda por cima dos seios. À vez fui fazendo umas festinhas aos mamilos, e mesmo por cima do pára-mamas fui sentindo-os ficar duros. Era o tesão dela a crescer, tal como o meu crescia, a piça tesa a pressionar a barguilha das calças e a pedir desesperadamente que a aliviassem.
No banco da frente a minha mãe não dormia, ia-se mexendo, devia estar meia pedrada, e com a cabeça a ferver. Contudo, por incrível que pareça, a única ideia que me vinha à cabeça naquele momento é que ela devia era estar ali no banco de trás porque eu ainda tinha uma mão livre, e comigo no meio das duas podíamos fazer um forrobodó do caralhete.  
Os bicos das mamas estavam bem, bem, tesos, e quando meti a mão pelo amparo de renda adentro e lhes toquei… a mula até parecia que tinha apanhado um choque. Tremeu toda e encostou-se a mim, eu parei e retirei a mão. Não podiamos falar, nem sequer gemer, para não chamar à atenção, não dava bem para perceber como ela estava, se tinha ficado zangada, ou furiosa, ou se pelo contrário tinha gostado e aquilo era tesão puro. Mas não foi preciso esperar muito para perceber, porque ela levou as mãos ao peito, e quando dei por mim ela tinha-me agarrado pelo cachaço e eu já estava com as beiças a tocar numa daquelas chupetas. A vaca tinha aberto a blusa e tirado uma têta para fora. Como eu não me decidia a fazer nada ela foi-me abanando a cabeça enquanto a minha cara zurrava na mama, até que eu percebi o que ela queria, abri a boca, tentei segurar na mama mas ela não deixou, comecei a mamar, e ela vaca prenha diz-me baixinho ao ouvido “já estou a treinar”. Foi uma delicia chupar aquele ubre.
Agora a minha querida mãezinha parecia-me mais um estorvilho que nunca, se ela não estivesse ali eu montava logo na puta. É certo que não sei bem como, ali naquele espaço pequeno no banco de trás do taxi, até parece difícil, mas quando for preciso hei-de conseguir. Agora, só devagarinho e de mansinho, mesmo depois da queridinha ter soltado dois valentes roncos no banco da frente. Cautelas, e medo porque podiam acontecer muitas coisas, até chegar o taxista, e com a bruxa e tudo.
Mas eu estava cheiinho de tesão, muito, e grande, a piroca molhar-me as cuecas, e os colhões precisarem de ser aliviados, por isso continuei, resistindo à tentação de levar a mão à piroca, para a ter no ponto quando fosse necessário ela entrar em ação, ou seja, enterrar-se em ação.
Enquanto me deliciava a mamar, por instinto procurei as coxas dela, chequei aos joelhos e tentei meter a mão pelas pernas acima. O que me pareceu complicado, foi logo simplificado pela Pita que se deixou escorregar na napa do banco, fez a saia subir, e a minha mão foi encontrando caminho livre pelas coxas nuas acima, até chegar à esgalha. Com mais um abanãozinho ela abriu as pernas e deixou-me o caminho livre até ao vale da perdição.
Ali perdidos, no meio de uma terra desconhecida, num caminho esquecido, enfiados os três num taxi bafiento, que cheirava que tresandava a kentukys mata-ratos, esperavamos na fila invisível do matadouro, para ir à bruxa, era noite fria, ou frio seria o nosso medo que cobria-mos com as brincadeiras, quem sabe o mesmo genero de brincadeiras que levaram a pita a dar o pito, que valeram ao marido um grande par de cornos que andam agora a passear pela Fança, que podem valer à mulher uma barriga inchada que ela não quer, para não parir um bastardo no legitimo.
Ali perdido, algures no meio do viçoso mato de Saint Peter de la Buraca, eu procurava pela cova da perdição na grande mata negra, escura como a noite, que eu não via, apenas sentia. Sentia, apalpava, tocava, com a mão toda, pelos pintelhos fora, com os dedos pela gruta encharcada a dentro. Ela arfava baixinho eu suava frio, se a mãezinha acordasse era uma sova pegada na certa. Ela remexia-se toda, e eu sentia-lhe o tesão à flor da pele.
Saquei da arma, e só me apetecia disparar, o cano estava mais que pronto, direito e oleado, os colhões cheios de leite e prontos a despejar, e num momento de desespero, sentei-a no meu colo, ela pareceu saber faze-lo bem melhor que eu, e com a preciosa ajuda dela espetei-me cona adentro. Ao puxar pela cadela..., ela desequilibrou-se, e para se apoiar meteu a mão ao vidro embaciado da porta do carro... Num reflexo, eu vejo do lado de fora o cabrão do taxista a espreitar. Ainda agora me consigo lembrar daqueles olhos negros de tarado, estarrecidos a tentar vislumbrar aquilo que daria para ver das tetas da puta, ou lá o que quer que se visse, e aquele sorrisinho escondido por um bigode rafeiro, que parecia rir-se para mim enquanto o meu sêmen se ejaculava para o fundo da vagina da aleivosa....

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