093 Ai a porcalhota, à puta que a pariu!

Três dias, três dias inteirinhos sem molhar o bico, tenho os colhões tão duros que até tenho medo que esteja a encaroçar, já nem à mão consigo esvaziar o leite. Este fim de semana foi uma merda, tinha tudo para ser muito bom mas não.

Na sexta-feira ainda me diverti a valer com a continua, tive direito a tudo, uma foda e tanto, pena é que ela tenha aquela cona tao escachada, pudera, depois de tudo o que ela me contou acerca do que passa em casa, não admira. Com tudo isto atrasei-me e quando cheguei a casa da minha namorada, era tarde, a mãe dela (a puta da sogra), só estorva, e já por lá  andava a rondar, e os nossos planos foram por agua a baixo. Nem um beijinho. Mea culpa que me atrasei.

Em casa andava tudo melado, aquilo até parecia que eram dois pombinhos em núpcias, passaram o fim de semana no truca truca, aquilo foi malhar até achar petróleo, e aqui o galego é que se fodeu, foi trabalhar ate não poder mais, regar a horta, porque os tomates estão a ficar viçosos, apanhar erva, acomodar o gado, etc e tal. Só pararam no Domingo de manha para ir à missa e de tarde para tratar da situação da cunhada da prima da minha mãe, foram a casa dos pais dela “ver o que se passava”, a aleivosa deve regressar esta semana. Espero que ao menos venha com fome, que eu quero ver se lhe dou chouriça pelas pernas acima.

Na sexta à noite queria ir ao cinema, mas o velhote topou, e cortou-me as bases, “com que então querias ir ver um filme de malhanço”, e tive de ficar em casa todo fodido a ouvir a cama deles a ranger por todo o lado e a minha mãe a gemer alto e bom som, até perdi a conta às fodas que deram. Aproveitei para dormir.

Sábado de manha fui cedinho e cheio de vontade à caça à cona, mas puta que pariu, nada de nada. Primeira paragem, o tanque, estava cheio de galinhas com o pito aos saltos, c’um caralho, aquilo parecia a convenção anal das vaginas, uma autentica feira. Fui miscando até que encontrei aquilo que procurava. A Boazona. Fui-me chegando à beira dela, para lhe oferecer ajuda, mas ela não me deu bola. Pudera, estava lá a continua, e já tinha bombado tudo acerca da minha vizinha. A puta estava nas sete quintas dela, era a rainha do tanque.

Enquanto ali estava à espera que a boazona me desse bola, fui aproveitando para lavar as vistinhas. Elas riam, mandavam bitaites, baixavam, e enquanto esfregavam as cuecas e as meias, as têtas quase lhe saltavam pelo decote fora, eu estava principalmente interessado num par delas com umas aureolas bem castanhinhas e uns bicos de meter raiva a qualquer chucha. E bem valeu a minha atenção porque quando ela foi por a corar a camisa de dormir, agaichou-se de pernas escachadas e deixou bem à vista, logo abaixo de uma farta pintelheira negra, um par de beiças cumpridas e caídas, as primeiras que vi assim. Para meu maior gaudio, a cadela quando se ia a levantar, distraida com a risota das camaradas lavadeiras, perdeu o equilíbrio e não caiu para trás por pouco, escachando-se ainda mais e abrindo bem a greta, ornamentada por aqueles grandes lábios em forma de borboleta.

Grande tusa me deu, mas durou pouco, não tardou nada, e já ia eu atrás da boazona, dei-lhe algum avanço para não dar nas vistas, e fui por um atalho apanhá-la no carreiro que dá para casa dela. Para resumir a minha má sorte e infortúnio destino, só tenho a dizer que apesar do corno do marido dela não estar em casa, o meu esforço não deu em nada, íamos muito animados, pensava eu, mas mal entramos na cozinha e eu lhe apalpei o pulso fiquei logo desiludido. A fome era tal que depois de trocarmos uns quantos piropos, meti-lhe a mão pela bata acima,e dei com um inchaço bem maior e mais duro do que estava à espera de encontrar naqueles tenros papos de cona. Apalpei melhor, e ela diz-me com uma ternura descarada, “não há nada para o cão…, está a jogar o Benfica”. Um homem não pode confiar num ser que sangra quase uma semana por mês e não morre, chiça!

Desanimado em sem rumo, sentei-me nos degraus das alminhas, tive de me rir, quando vi chegar à minha beira, a rainha do tanque, vinha feliz a continua, e não se calou enquanto não desbobinou toda a roupa suja que tinha lavado. Estava no seu estado de graça maior, ofereci-me para a ajudar a levar o carrego de roupa até casa, e assim que pude fui-lhe dando algumas alfinetadas, e fiz-me ao piso. Ela correspondeu aos meus galanteios com umas risadinhas histéricas, pela primeira vez no dia senti o pau a crescer e o tesão a vir, e pela conversa dela podia ser até já ali, no meio do mato, atrás dum pinheiro. Senti a pressão da verga nas calças e a ponta da gaita a ficar molhada. A tarada estava mais que excitada e não se calava. Diz-me ela, que se sentia melhor que nunca, que depois de ter fodido comigo, mal chegou a casa não se conteve e teve pedir piça ao cunhado, quando se deitou deu o pito ao manso do marido como é da praxe, e levantou-se a meio da noite para mijar deu de caras com o sogro e apanhou outra vez, no cubículo da retrete de pé e por trás. Ainda cedo, estava a fazer o café quando chegou o padeiro, e a deixou a escorrer leite. Ainda se sentia a escorrer pelas pernas abaixo.

Ai a porcalhota, à puta que a pariu!

Que se foda lá o tesão, o melhor era mesmo esquecer e enfiar a pichota nem que fosse num tijolo para me consolar. Fodido, voltei a casa, montei a bicicleta e fui jogar à bola para espairecer.

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