092 Agora Vivo Livre Sem as sombras do Director.

«Eu não era nenhuma menina de coro, por aquela altura já tinha feito das minhas, “poucas e boas”, ali na mata atrás do pavilhão, como vocês ainda fazem agora, já haviam concursos de punhetas, e eu não falhava um, uma mão em cada piroca, e era um mimo a esgalhar pilas e faze-las espirrar leite. Havia sempre prémio, no final eu ficava com o que ganhava, ou iamos para trás de um pinheiro, e se fosse dos bonitos, dos que eu gostava, eu até deixava apalpar tudo, se não, só tinha direito a ver as mamas e um bocadinho.

    Agora, chega-te é para lá, deixa-me esticar no sofá e deitar a cabeça no teu colo… assim, podes aproveitar e ir gozando do teu prémio, enquanto eu acabo a minha confissão.

Mas de que valia eu brincar de vadia no recreio, quando estava ali fechada no gabinete do Director, e depois de ter apanhado um arraial de porrada, tinha-me apalpado toda, e estava todo teso, eu não era burra e ele queria me foder. Assim que pude, esgalhei-me, e tentei fugir, mais ou menos daqui onde estamos, ali para a porta, com as cuecas pelo meio das pernas, corri, deitei a mão à maçaneta, mas a porta estava trancada. O filho da puta tinha muitas manhas, e eu sentia-me cada vez mais encurralada. Ainda fiquei feita tolinha a olhar para a porta durante algum tempo, e até pensei que me tivesse ignorado.

Quando me virei o Senhor Professor estava sentado ali à secretária, e chamou-me a apontar com o dedo, eu fui caminhando a medo, e quando cheguei perto, levantou-se, e eu engoli em seco. O cabrão tinha a barguilha aberta e caralho de fora. Uma verga grande e tão grossa que ainda agora me causa aflição na garganta, quando a vejo… mas é tão bom quando se enterra, mas naquele dia eu ainda não via a coisa assim.

As pernas termiam-me e eu estava a começar a sentir-me mal, eu não queria mas os meus olhos escorriam num pranto, foi a unica vez na puta da vida que provei as lágrimas salgadas do meu desalento. Eu tinha sonhado sempre em entregar a minha virgindade num acto de amor ao moço mais giro do mundo, não queria que aquele porco me rebentasse toda. Num acto de coragem desmedida atirei-me a ele. Ainda o apanhei de surpresa, mas a minha mão só lhe passou de raspão. Agarrou-me e virou-me, logo de seguida apanhei uma reguada no rabo, até vi estrelas, e comecei a gritar. O camelo mandou-me calar, e voltei a apanhar com a palmatória ainda com mais força, duas, três, quatro, cinco, seis vezes, ou mais, sempre com mais força.

Engoli os gritos, baixei-me, e fiz-lhe sinal para que parasse. Rendi-me. Já não haviam lágrimas, eu estava estarrecida, tinha morrido a esperança. O porco agarrou-me pelo cabelo, e levantou-me. Estava vermelho de raiva. Eu sentia os meus olhos inchados, mas os dele estavam vermelhos injectados de sangue. Desviei para baixo e dei de caras com a cabeça da piça, parecia ainda maior.

O boi mandou-me tirar a camisola, nem ofereci resistência. Ainda estremeci quando as mãos dele me começaram a apalpar as mamas, e ele se encostou a mim, com o mastro todo teso encostado à minha barriga. Fechei os olhos e deixei-me estar, até que fui empurrada, caí, e senti o cu dorido aterrar na espuma do sofá. Isto estava mais largo, este sofá abre e fica como um divã, transforma-se numa cama. O cabrão está cheio de truques. Pôs-se em cima de mim, tentou dar-me um beijo na boca, mas foi só de raspão, que eu virei a cara para o lado. Não se dando por contente, fez-me um chupão no pescoço. Eu bem queria que ele parasse, mas tinha medo que me voltasse a bater. De seguida atacou-me as têtas, apalpava uma e chupava a outra, tanto que eu cheguei a ter medo de largar leite. Quando parou eu tinha os mamilos repuxados, dormentes, e tão grandes que até me metia confusão.

Mas, nem tive tempo para pensar nisso porque a língua foi descendo em direcção ao umbigo, e sempre até parar na cintura da saia. Aí parou um pouco para me tirar as cuecas que estavam quase nos ternozelos, levantou a saia, e abriu-me as pernas. Nem valia a pena tentar fazer força. Eu estava à sua mercê. Enfiou a cabeça entre as minhas coxas, e foi directo com a lingua fazer-me festas na grilinha.

    “És a estriar?” preguntou cabrão. Eu acenei com a cabeça e ele subiu para cima de mim. Senti o pirilau a fazer pressão na minha pitinha, e movido pela mão apontar em direcção à gruta, depois foi horrível, de uma vez só, empurrou com força, e eu senti-me toda a rasgar enquanto o magalho se enterrava racha adentro. Não sei se doeu muito ou pouco, eu já estava toda dorida e queria era que aquilo acabasse depressa. O filho da puta, martelava-me o pito e eu sentia-me a abrir toda, até que deu uma estocada com mais força, eu senti um aperto na garganta com aquela piça grande e grossa a abrir-me ainda mais e a tocar bem, bem lá no fundo, e desfaleci quando o ouvi soltar um grunhido, o volume do pau aumentou ainda mais dentro da minha cona apertadinha esguichou o leite por ela acima.

    Quando saiu de dentro de mim, eu levantei-me limpei o sangue e o sêmen que escorriam pelas minhas pernas abaixo, às minhas cuecas, atirei com elas para o caixote do lixo, peguei na chave abri a porta e fui-me embora.

    Algum tempo depois comeu-me outra vez aqui na escola, e outra vez em casa dele, e houveram outras vezes, até que o agarrei, e fiquei com o cabrãozola na mão.
Agora Vivo Livre Sem as Sombras do Senhor Director.

       Chega de conversa, anda mas é foder-me que eu já não aguento mais!»

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