091 As mais obscuras sombras do Senhor Director

«Eu tinha mais ou menos a tua idade quando tudo isto aconteceu, já não era propriamente uma menina, nem assim tão inocente como isso, já tinha deitado bastante corpo e as minhas formas faziam inveja a muitas galdérias. Um bocado assim como ainda agora, era cobiçada por miúdos e graúdos. Os moços gostavam de andar a trás de mim para me cortejar, e eu ficava toda babada quando passava à porta do café a abanar-me toda e aquilo era só homens a babar-se e cuspir piropos.

Mas ali assim deitada de bruços no colo do Senhor Director com as cuecas arregaçadas até ao meio das pernas sentia-me indefesa. O cabrão tinha acabado de me espancar, o rabo ardia-me e sentia a cara vermelha de dor e inchada de tanto chorar. Quando ele me meteu as mãos em cima das nádegas ainda dormentes, eu abafei um grito de dor, e contorci-me toda, o ele deve ter dado por isso mas não ligou.

    O cão foi apalpando uma e outra, as bochechas do cu, e também as coxas por fora e entre as pernas, “é só uma massagem para te sentires melhor, filha”, tinha cá uma lábia esse filho da puta, em começou-me a abrir o rego do cu, eu de costas não via, mas bem sei que o que ele queria era espreitar para a minha pitinha. Eu bem apertava o rabiote mas era escusado, não valia de nada e ele já se inclinava sobre mim, e eu já lhe conseguia sentir o bafo acelerado a fazer-me uma impressão do caralho no olho do cu. A cada instante que passava a respiração dele ficava mais forte, e eu ficava apertada entre as pernas e o peito dele, o medo inicial já tinha passado e agora não sei bem o que sentia, mas, queria lutar, se conseguisse.

    Comecei a sentir algo a esfregar o meu rabinho, era áspero, até parecia esfregão palha de aço, ou seria apenas da minha pele estar irritada, mas aquilo estava a incomodar-me, foi a primeira vez que pedi “páre!”, e esbracejei, e esperneei, mas não valeu de nada, ele agarrou-me e prendeu-me o unico braço solto, eu era uma marionete nas mãos dele. E continuei a sentir aquela coisa, era a barba dele a raspar na pele do meu rabo. Quando parou de me esfregar a cara no traseiro, começou a dar uns beijinos e depois… a passar a língua. “cheiras tão bem”, dizia ele, eu estava tão confusa que nem sabia o que pensar.

    Ele andou às voltas a lamber de um lado e do outro, saltando de bochecha em bochecha, até se decidir ficar pelo meio, eu só me lembro de estar ali a ganir baixinho enquanto sentia a língua dele ia escorrendo até ao buraco, o boi devia estar a babar-se todo, a saliva dele chegou lá primeiro, eu sentia-me toda humida, no rego, no olho e até na xaninha. E a lingua andava ali acima e abaixo, acompanhada de uns beijinhos e de uma mão dele que agora já andava à procura do meu peito, para me apalpar a mama de lado, e de mão cheia. Nisto a língua escorregou, escorregou e só parou no olho.
   
    O Director começava assim a revelar as sua mais que obscuras cinquenta sombras. Se as paredes deste gabinete falassem, pintavam de vermelho muitas páginas negras da história desta escola, envergonhando da mais simplória empregada, passando por muitas continuas, professoras e até alguns professores, que se deixaram manietar e caíram nos terríveis jogos sexuais deste monstro. Quando os alunos falam do castigo, não fazem a menor ideia do que se passa aqui, embora um ou outro acabe por vir cá cair, e até lhe possa acontecer qualquer coisa, nenhum terá a ideia de que esta sala se tornou n’ O quarto vermelho da dor.
   
    O barrasco sabia bem o que fazia, eu esperneei, gemi, torci-me toda, mas ele tinha-me ali manietada, eu estava indefesa e à sua mercê, mesmo assim quase que me conseguia levantar dali, mas o porco não desistiu, e voltou a colocar-me à força no colo. Quando fiquei de novo debruçada, senti na minha barriga aquela coisa, parecia um pau espetado, e era, era a piça dele já toda tesa. Eu sentia que estava fodida, não queria desistir de lutar, mas sentia medo. Se ele pegasse outra vez na palmatória para me bater eu fazia tudo o que ele quisesse.

    O fulano voltou à carga em cima do rabiosque, estava cismado com aquilo, e voltou a insistir “como cheiras bem”, e nem sei como tive coragem para lhe responder “lavo-me sempre bem por baixo, não sou como aquelas putas mal cheirosas que o senhor está habituado a comer”, ai puta o que disseste! Ele ferrou-me uma e outra as bochechas do cu, apertou-as bem com as mãos disse-me baixinho ao ouvido, “és uma insolente, e eu gosto delas assim!”.

    Uma das mãos dele escorregou para o meio das minhas pernas e começou a afagar-me os pintelhos, a cabeça dele continuava colada à minha, e eu sentia-lhe a respiração apressada no bafo que a boca dele despejava no meu ouvido. Ele foi puxando pelos pêlos, apalpando os papos de cona, coçou-me o grelo e deslisou o dedo pela greta. A outra mão tinha ido à procura das minhas mamas, e encontrado, não era difícil num peito sem sotien. Agarrou pelo mamilo apertou-o, puxou um bocadinho, e afagou-me o seio todo. Eu sentia-me a tremer no meio das pernas, estava toda a escorrer, e o cachorro deve ter percebido isso, e demorou-se por ali com o dedo a passear pelo meio das beiças da rata.»

   

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