089 Cabra do caralho fodeu-me bem fodido.

       Estive bastante tempo na biblioteca da escola, mas não tive tempo para escrever mais nenhuma anedota, porque me apareceu por lá uma continua, roliça, de coxa grossa e busto avantajado, mas muito bem tapado, a meter conversa, e pela primeira vez eu (quase) preferi a conversa. Pois, então tinham-lhe dito que havia um espantalho só de calças e sem corpo, pendurado na cabina da luz. Que surpresa a minha, disse eu enquanto apalpava o terreno com uma mão a afagar a coxa dela, com a minha mão a descer até ao joelho.
       Ela estava muito bem informada, que as calças que usaram para fazer o meio boneco eram do Ti Coisinho, eu não me descosi, podiam ser… disse eu, enquanto a minha mão ia fazendo o trajeto contrario do joelho para cintura, mas agora já junto à pele… a meio caminho ela estancou-me a mão.
Somos quase vizinhos, ela é casada, mas constasse que mija fora do penico, o marido é um frouxo, e ela anda a dar o pito ao cunhado e ao sogro, pelo menos é o que se diz por aí, seja como for não era isso que estava em causa. Ela soube da cena que aconteceu na quinta da nossa vizinha, ou pelo menos do que veio a lume. E continuou a puxar por mim, se as cuecas e os botins que apareciam no espantalho também não seriam dele, podiam ser.. disse eu, enquanto a minha mão deslizava mais um pouco pela pele macia.
Mas foi pouco, porque ela passou-me um raspanete, não por causa da minha mão lhe estar a apalpar as pernas, mas porque eu sabia com certeza o que se tinha passado no palheiro da vizinha, porque é que o velho tinha ficado tanto tempo lá à espera que o viessem buscar, e porque é que houve tanta aflição e mistério por lá, e porque é que as roupas apareceram agora a e ainda por cima a com um volume tipo pau de piça nas cuecas… tantos porquês.
Eu não me queria excitar muito porque ainda tenho uma virgem para tirar o cabacinho hoje, mas aquela fulana estava a pedir-las, a minha mão estava perto muito perto do objectivo, ali parada no meio daquela coxona até dava a impressão de que o meu dedo mendinho esticado já roçava nas cuecas dela. Eu continuava a insistir que só sabia o se sabia.
Por via das duvidas retirei a mão, ela cruzou as pernas, e eu que estive tão perto. Pensei que o assunto estava assim: Encerrado, mas a mula era fina e não desarmou. Chegou-se a mim a coxa grossa dela a roçar na minha, acima e abaixo, virou-se e pôs as têtas encaixadas no meu braço. O decote da bata era fechado, mas eu não conseguia ficar indiferente àqueles volumes, dentro da roupa a minha piça crescia e latejava. Ela deve ter sentido a influencia que exercia agora em mim, e perguntou-me ao ouvido, assim cheia de falinhas mansas, e cheias de segundos sentidos, se eu estava certo que não havia nada mais que lhe quisesse contar, talvez até algo que toda a gente já soubesse e que ela até nem ia dizer nada a ninguém, por exemplo algo que o fantoche de calças e pau teso a sair das cuecas queria por assim dizer representar.
Nisto ela abriu as pernas devagarinho, e pôs uma mão em cima da minha perna muito perto do volume do meu tesão. Ela tinha-me na mão. Eu não ia resistir. Mas, se ela queria ser a rainha do tanque, e lavar a roupa suja toda com as novidades mais escaldantes teria de pagar por isso. Então fui-lhe contando devagarinho, “diz-se, mas… não sei se é verdade…”, enquanto a minha mão voltava às coxas dela, e escorregava pela pele sedosa e quente acima, “que ela andava a pagar de lavrar os campos de uma forma estranha…”, as coxas dela fecharam-se de repente e com força, e a minha mão ficou lá entalada. Fiz-me envergonhado, baixei a minha cabeça quase até aos seios dela, e disse com a voz a tentar imitar um embaraço fingido, “diz-se que ela lhe pagava com o corpo”.
Ela pegou na minha outra mão e pôs-la em cima de uma das mamas, e disse-me para eu lhe contar tudo direitinho que não ia dizer nada a ninguém, nisto abriu as pernas e escorregou um pouco na cadeira. Era uma delicia, uma mão a apalpar-lhe aquele busto fabuloso, a outra tirava as medidas a uns papos de cona quentes e bem almofadados. A mão dela escorregou pelas minhas calças acima até agarrar no volume da milha cobra, por baixo da roupa eu sentia-me a babar todo.
Caí na esparrela e contei-lhe a parte da foda no palheiro da vizinha, como se tivesse ouvido dizer.
Quando terminei, os olhos dela brilhavam e a boca exibia um sorriso triunfal, sem seguir sem dizer nada, agarrou-me por uma mão, levantou-se num salto, e eu tive de ir atrás, íamos a caminho da sala do director.
            Cabra do caralho fodeu-me bem fodido.

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