087 Diabinha, Danadinha, Boaznona

Acordei cedo hoje, tenho de confessar que estava excitado por ver a reação das pessoas à brincadeira que fizemos com a roupa do Ti Coisinho, contudo o tiro saiu-me pela colatra, a minha mãesinha madou-me acomodar o gado, depois de uma noite daquelas não lhe podia negar nada, a velha bem precisava de ficar a descansar para recuperar das fodas que apanhou. Por fim e tive de correr bem para não perder a camioneta para a escola, ainda tive de dar dois berros para o motorista esperar por mim. 

    Contudo foi um esforço bem recompensado, a minha menina estava à minha espera, e até tinha guardado um lugar para mim. Estava linda, com o cabelo apanhado e um vestido leve e florido, de corte apertado que lhe fazia realçar o volume das mamas, e assim sentada deixava à mostra os dois joelhos bem brancos. Quando me sentei ao lado dela, fui logo recompensado por um leve beijo na boca, ou melhor foi uma surpresas para mim, eu ia dar-lhe um beijinho na bochecha como de costume, e ela virou a cara, agarrou a minha mão, e deu-me dois pequenos beijos bem intencionais nos lábios, foi uma delicia. 

    Ela encostou a cara dela à minha, eu sentia-me no céu, o autocarro deu um solavanco num buraco, e ela bateu com o nariz no meu queixo, ficamos os dois a rir-nos. Iamos-mos trocando algumas palavras doces, até parecia-mos dois namorados… quando me apercebi que no banco de trás estavam a falar no meio espantalho de pau teso, alguém tinha reparado, e não era para menos..., nisto ela apertou-me a mão duas ou três vezes. Quando lhe olhei nos olhos reparei que tinha perdido alguma coisa, ela encostou a boca ao meu ouvido desculpou-me (desculpou-me ela a mim!), e disse que me queria dizer algo. Os nossos ombros e braços estavam juntinhos, ela não me largava a mão e dava ideia que estava a tremer. 

Ao meu ouvido ela foi dizendo que precisamos de nos encontrar mais vezes, que gostou de ter estado comigo na cama, e que esta noite até teve de dormir sem cuecas. Eu olhei-lhe nos olhos e recebi em troca mais um beijinho, desta vez na bochecha, a miúda parecia muito nervosa, a mão que tinha livre ia esfregando levemente uma coxa e outra, enquanto me dizia que se tinha masturbado duas ou três vezes durante a noite, e levou a mão livre até ao meio das pernas, passando bem por cima da ratinha. Incrédulo com a conversa dela nem consegui dizer nada, olhei para os lados mas ela falava baixinho e havia muito riso na carreira, ninguém estava a ouvir. 

A danadinha continuou, como se tivesse percebido que eu estava com dificuldades em acreditar, disse-me que primeiro tinha só esfregado a ervilha, o clitóris, e que lhe tinha dado tanto prazer que teve de repetir. A mão dela agarrou a minha com mais força e torceu-a. Eu já estava doidinho de tesão só de pensar nela a acariciar o grelo, quanto mais quando ela continuou a contar-me que também passou a mão pelas beicinhas e até tentou enfiar um dedo no pipi. Bem a rapariga não disse pipi, e eu também não entendi o que ela disse, mas que deve ter coçado a aquela xaninha toda deve… pegou na bainha do vestido e sacudiu-o, para refrescar a bichana. 

Estavamos os dois a arder, ela arfava no meu ouvido e eu sentia a minha piça completamente tesa, e já a molhar as cuecas. Eu não resisti e passei o meu braço pela frente dela, estavamos agora quase virados um para o outro, passei a mão pela cintura leda, de lado pelas costelas acima até roçar o braço nas têtas dela, e fui presenteado com uma serie de beijinhos da orelha até ao cantinho da boca. Senti isso como um incentivo e fiz a minha mão descer, e deslizar coxa abaixo até ao joelho dela. 

    As pernas dela abanavam levemente de nervosismo, de impaciência, de excitação, de tudo junto…sem sequer olhar para o lado, meti a mão pelas pernas dela acima, foi um repente que quase não deu para sentir a pele macia das coxas, porque fui direitinho à pita, esbarrei nas cuecas macias, e a minha mão foi amortecida pela almofada da mata. A pensar naquela pintelheira, deixei a mão escorregar até à racha, senti-lhe os papinhos e o calor que dali saia. A diabinha estava completamente a arder. 

Mas isto só durou um instante, porque logo logo, ela arrumou a minha mão e cruzou as pernas. O machimbombo parou, chegamos à escola, a brincadeira acabou. 

    Saímos juntos e fomos caminhando, braço dado a trocar risinhos, antes de nos separarmos ela agarrou-me em ambas as mãos e na frente de todos os colegas deu-me um beijo na boca, enterrou a língua completamente pelos meus lábios a dentro, e eu chupei, caiu um tanto ou quanto atabalhoado mas foi muito bom. Tivemos direito a uns quantos assobios, ela é muito bonita, e tem um corpo muito bem feito, é mesmo boazona. Eu sou um cabrão cheio de sorte.

    Antes de nos separar-mos, ela disse-me ao ouvido que antes das aulas ainda tinha de ir à casa de banho porque se sentia roda humida e a escorrer. Despediu-se com um sorriso de orelha a orelha, mas não sem antes me deixar um aviso, que eu logo tinha de esperar por ela, para irmos acabar aquilo que começamos. A minha namorada pediu-me para eu lhe tirar o selinho.

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