086 Esgalhar a cona toda

No mesmo instante tudo mudou outra vez, eu estava para voltar ao meu quarto e ao calor da minha cama quando me apercebo que ele a voltou a desmontar. Nem um minuto tinha estado em cima dela. Enfiou a cabeça no meio das pernas dela… eu gelei completamente, a minha pila murchou, e mingou tão depressa que até me ficaram a doer os tomates… a minha mãe tapava a cara com as mãos, e pelo que parecia tinha abandonado o corpo… estava a preparar-se para o pior, uma carga de porrada, logo para começar.
O meu pai estava de joelhos e com o rabo empinado, a pica, agora manchada de branco, com a minha esporra… pois, continuava bem tesa, e mesmo na quela posição não pendia para baixo. Ele esteve algum tempo com cabeça enfiada no meio das coxas dela e dali nada mais se via. A velha entretanto tirou as mãos da cara, e passou-as pela cabeça dele, parecia tão ternurenta que eu fiquei confuso. Seria possível que ele lhe estivesse a fazer um minete, mesmo com a rata toda melada? Era! E quando tirou a cabeça do meio das pernas dela, voltou a montá-la, e deu-lhe um longo beijo na boca, muito correspondido.
O cabrão saltava em cima dela ferozmente, quase parecia enlouquecido, no pescoço saltava à vista aquela veia grossa, e os músculos dos braços ganhavam volume, nunca como até agora dia aquela tatuagem que ele trouxe do ultramar no braço fez tanto sentido, «AMOR DE MÃE». Ele escorria suor, era uma máquina de fazer sexo impressionante, num ritmo frenético fletia as costas que arqueavam para fazer mover a cintura e a piça dentro da pita.
Aquilo devia dar à minha minha mãe um gozo do caralho, ela agarrava-o, fincava-lhe as unhas na pele das costas, e contorcia-se toda debaixo dele. As pernas dela estavam agora por cima das dele, e parecia estar a fazer tanta força como ele.
A cama abanava toda, rangia, e estalava, o velho colchão de molas, estava a dar o que tinha, e eu estava a ver quando é que aquilo tudo partia e vinha abaixo.
Entretanto eles rodaram, e ela pôs-se por cima, sentou-se em cima da barriga dele, tirou a camisa de dormir e atirou-a, para o para o chão na direcção da janela. Teria aquilo sido uma provocação, será que ela sabia que eu estava ali a espreitar à janela, ou seria apenas casualidade, como as cuecas que estavam esquecidas no chão ao lado da camisa, mesmo com aquele selo amarelado em formato de racha à mostra.
    Nem tive tempo de pensar nisso, porque a velhota levantou o rabo, pôs uma mão entre as pernas, agarrou pela piroca do velhote, e deixou-se cair em cinda dela. Aquilo não devia ser um piçalho, aquilo era uma mola, porque mal a espetou pela cona acima, o corpo da patroa não parou de subir e descer a um ritmo frenético. Todo o corpo balouçava, a cabeça abanava, o cabelo saltava, mas o que mais me chamava à atenção eram aquelas têtas, pinchavam tanto que até parece se iam despegar do peito.
    Pus a mão dentro das calças de pijama, o meu pau estava duro e melado, eu já tinha perdido o frio, agora queria ver até ao fim.
    E não foi preciso esperar muito mais, porque, ele agarrou-se a ela com uma tal força que ela caiu de costas com a cabeça para os pés da cama, e voltou a montá-la desesperadamente.
    Socou forte uma vez, outra, e outra, de forma pausada mas ritmadamente, como se quisesse esgalhar ainda mais a racha, ou cavar bem fundo aquela gruta. Nisto deu a estocada final, ficou parado com a rola bem entalada no fundo da chana. Soltou um berro descomedido que se há-se ter ouvido muito longe, e deixou-se cair em cima dela. Eu... estava outra vez todo esporrado.
    Quando acordei para a realidade, já deitadinho na minha cama, ouvi a cacofunia de todos os cães do lugar que agora uivavam, latiam, e ganiam. Talvez ele tenha tido a virtude de com isto ter acordado um ou outro casal cá da terra, que assim pode aproveitar e a meio da noite dar mais uma foda, e voltar adormir feliz.
Quanto aos pombinhos cá de casa, já os tinha visto foder mas nunca assim, eu ainda tenho muito que aprender.

Sem comentários:

Enviar um comentário