085 A puta manhosa

Era o fim do mundo, se tivesse ali um buraco enfiava-me nele, eu tinha acabado de copular com a minha mãe e estavamos prestes a ser descobertos pelo me pai.
Mas nem consegui pensar muito mais que isto, porque qual ladra, ela esquivou-se da minha cama, pela porta fora. Logo de seguida, ouvi o autoclismo e antes que tudo fosse por água abaixo ela apareceu à porta da casa de banho, a oferecer um gole de água fresca ao queridinho... com tanta ternura, com tanto amor, que quase se derretia toda, ele recusou, mas ficou com o olhar colado nela. Não admira, quando ela se virou, para irem os dois para o quarto tinha o decote da camisa de dormir completamente desabotoado e escancarado, com as têtas quase a saltar fora.
A cadela tinha improvisado muito bem, até o copo de água, que tinha de ter ido buscar à cozinha, e que me fazia confusão porque não tinha dado tempo, quando o foi pousar em cima da mesa da sala, já depois dele ter passado para o quarto, não pousou nada. Eu bem vi, ela tinha as duas mãos juntas frente à barriga como se lá houvesse um copo, mas não havia, grande artista! Pois… ele quase não bebe água, e ela anda sempre a chamar à atenção, por isso é que sofre tanto dos rins.
A raposa tem sete manhas, e a mulher tem a manha de sete raposas. Bom, afianço que esta cadela tem as manhas de uma alcateia inteira.
Mas voltemos ao que interessa, restava saber, se corria tudo bem no quarto deles, a madrugada ia alta, mas mesmo assim abri a janela, e saltei lá para fora para poder espreitar pela janela deles. A noite estava fria, arrepiei-me todo, e notei que ainda sentia a pila toda melada, colada ao pijama, soltei-a do tecido, foi uma sensação muito agradável.
No quarto, a minha mãezinha estava já deitada na cama, com a camisa para baixo e as pernas bem esticadas, cruzadas uma em cima da outra, nuas do meio das coxas para baixo, do peito saltavam-lhe os peitos quase até aos mamilos pelo decote fora, com os braços para cima e as mãos atrás da nuca a levantar a cabeça, o corpo todo meio de lado. Era numa posição deveras sensual e apetecível. Mesmo depois de bem satisfeito, voltei a sentir imediatamente uma erecção.
Quem também apreciava bem a cena era o meu pai, que no meio de uns quantos piropos, e caralhadas, foi tirando o pijama. Estava com uma erecção de louvar, com as veias salientes a rabiscarem pele escura do pénis, com um gesto teatral meteu a mão ao falo e espetou para fora a glande bem cabeçuda e vermelha. Nisto, atirou-se para cima da cama, e quando foi pôr a mão em cima dela bem na direção do triangulo de Venus, ela agarrou nela e encarregou-a de cuidar de uma das mamas. Afastando-a assim da zona de perigo. Foi tudo tão rápido que ela ainda deveria estar toda encharcada por baixo.
Mas estava difícil, o que ele queria era consolar-se a sério, montou-a, xingou-a, mas ela mesmo assim não desarmou. Continuou ali de pernas cruzadas. Mas ele não estava para brincadeiras, e meio a sério meio a brincar deu-lhe um berro, “se não vai a bem, vai a mal,... eu gosto é das dificeis”. Instantes depois já estava encavalitado no meio das pernas da puta.
A minha mãe cedeu, e com um golpe de rins ele enfiou-se todo lá dentro, ela suspirou e até parecia ir desfalecer quando ele a penetrou. Os braços e as mãos dela estavam agora abandonados ao lado do corpo, e a cabeça de lado, mostrava um ar aterrorizado. Ele salava em cima dela, acima e abaixo com o fulgor de um qualquer jovem de dezoito anos, parecia um menino. E no meio de mais uns quantos impropérios lá foi dizendo, “nunca te comi tão boa”..., “esta cona está melhor que nunca”..., “estás mesmo boa, e bem oleadinha”...
Era inacreditável, eu via agora a minha mãe que instantes antes estava completamente aterrorizada, num estado de quase euforia.
Nem aquele sexo quente me aquecia, estava na hora de voltar para a cama… ou não?! Ele não pode fazer isso!

1 comentário:

  1. Já pensou em acompanhar os relatos com alguma imagem tipo Bd ou cartoon pelo menos ?

    ResponderEliminar