084 Orgasmo de mulher

E ela não estava ali para festinhas, queria era apanhar no pito, agarrou-me no pau, e guiou-o até ao meio das coxas, e eu fui atrás, estava bruta a puta.

Subi para cima dela, e senti-lhe o corpo quente por baixo da camisa de dormir, toda ela ardia de tesão e fome de piça. Eu também andava a precisar de uma foda a sério, embora já soubesse à partida da regra que ela me tinha imposto: o filho não se podia vir dentro da pita da mãe. Mas isso não importa para nada, o que contava era encaixar-me no meio das coxas dela e penetrá-la. O que até não foi difícil, com a vontade que ela estava, eu assim montado e bem posicionado, senti o mangalho a deslizar caverna a dentro que foi um mimo. E o que ela gemeu quando o sentiu entrar, eu até tive medo que ela acordasse o velho, mas ela conteve-se.

Como é boa aquela cona, e como se mexe bem a puta, assim com as pernas arqueadas e com as coxas um pouco levantadas, ficamos encaixados um no outro, eu a bombar com a pica e ela a comer-me todo, aquela xoxa parecia uma boca a mamar na gaita.

Ela é mesmo boa na cama, o meu pai é um filho da puta cheio de sorte.

Os gemidos eram agora mais altos, eu até parei para ver se ela se acalmava, mas a unica coisa que ganhei foi uma valente lapada no rabo, ui… que ela estava má, queria mais pediu-me ao ouvido, e eu continuei, voltei a dar-lhe com força, ela gemeu tanto que eu tive de lhe tapar a boca, agora é que ela se contorcia toda por baixo de mim, aquele corpo mexia-se todo, até parece que ia explodir. Aquela caverna estava quente e humida, eu não sei de onde saia tanta nhanha mas sentia tudo melado lá por baixo. Eu estava a rebentar já não aguentava muito mais sem ejacular, tirei a piça fora, e senti-me logo todo agarrado, aquilo parecia um vulcão, tão depressa eu tirei o pau de dento da rata, tão depressa ela se livrou da minha mão a tapar-lhe a boca. Agarrou-me todo, espetou a cintura toda para cima à procura da da piça e enfiou-a outra vez pela pita a dentro, ao mesmo tempo murmurou-me ao ouvido, “esporra-te todo lá dentro”. Acto continuo, senti aquele esguicho todo a funcionar, com uma pressão tão grande que parecia sentir o leite a sair dos testiculos, ao mesmo tempo ela contorceu-se ainda mais, arfou, apertou as coxas, gemeu, a vulva parecia que estava com espasmos e que me chupava o membro todo como que a querer beber mais leitinho, senti-a fazer ainda mais força, ergueu o corpo, e quando dei por mim estava outra vez a tapar-lhe a boca para lhe abafar os gritos.

Foi a primeira vez que senti o orgasmo de uma mulher.

Quando a desmontei, numa fração de segundo tudo mudou, o quarto escuro estava agora tenuemente iluminado, a porta do quarto estava aberta, e a luz da casa de banho acesa. Vi nos olhos dela uma expressão de horror… o meu pai estava acordado e tinha saído da cama, e, devia ter notado que ela não estava lá. Nós tinhamos acabado de fazer sexo um enorme sentimento de culpa e pecado inundou-me profundamente.

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