081 doidinho por lhe comer o pito

Com a ternura de uma mãe chegou-se a ele de mansinho ajeitou o seio, espetou o biquinho, e cuidadosamente chegou-lho à boca. Ele armou-se em esquisito e limitou-se a dar uns pequenos beijinhos no mamilo, ela não se deu por vencida e espetou-lho pelas beiças a dentro. Ele chupou um pouco, e ela até tremeu, e ele continuou a chupar devagarinho e aos poucos foi perdendo a vergonha, levou as mãos à têta afagou a pele macia, e chupou ainda com mais força. Ela passou-lhe o braço por cima do corpo, abraçou-o e afagou-lhe a pele macia das costas com a sua mão forte. Agora era ele que tremia todo, ou melhor quase todo, porque a piça estava tesa completamente varada. Por mais que se esforçasse não conseguia recordar-se do tempo em que em bebé mamava assim, mas era bom primeiro estranhasse o sabor daquele leitinho, mas depois sabe bem, deixa na boca um gostinho a pecado. E apalpou uma e outra, e mamou numa e noutra, até sentir o céu da boca estranho, quando parou os bicos das têtas tinham perdido o seu aspecto duro e rosadinho, e pareciam mais como uns chupetões de vermelho vivo. Da boca dela saía um sorriso resplandecente.
Nesse entretanto ela levou a mão ao pau teso e atirou-se a ele aos baijos… ao Preto, claro!
Primeiro num chocho, um beijo na boca à brasileira, assim tipo novela, e depois num beijo de língua até ficarem sem folego. Ele confessa que esses beijos até lhe metiam nojo, mas depois de ter experimentado essa vez, já tinha repetido, e até ensinado a muitas meninas. E é bem verdade, elas estão sempre avidas por fazer o mesmo que as atrizes brasileiras.

Nem era difícil imaginar a madrinha dele em tais preparos, ela deixa sempre todos a olhar para ela, tem assim um quê de roliça, sempre que vai à loja ou ao café, é ver os homens a comentar do cagueiro, às coxas, do cabelo às têtas. As mulheres essas roem-se de inveja, aquilo é sempre uma dor de cotovelo de meter bicho.
Estavamos a ter aquela conversa no adro da igreja, fomos para ali, ver se alguém se apercebia da nossa brincadeira, mas já tinha escurecido e quem por ali passava parecia não dar por nada, ìa ser uma surpresa e tanto para todos, em especial para o Ti Coisinho, e já agora para a puta da minha vizinha. Fomos andando, e eu com pressa de ver o fim da historia, mas a curiosidade era mais que muita e agira que ele resolveu soltar a língua o melhor é aproveitar.

Nisto ela pediu-lhe e ele foi-se pondo em cima dela, o pau a roçar no meio das coxas enquanto ela ia aproveitando para o por à vontade. Sempre a falar com ele, a errolá-lo na cantiga dela assim como quem não quer a coisa para perceber se ele estava à altura da coisa. Ele nem precisava de muito incentivo já estava em cima dela e só faltava mesmo era espetar-lhe a piça pela cona acima. E experiência ele tinha, pelo menos de boca, disse-lhe que sim claro que já tinha fodido antes, que sabia como se fazia… que estava pronto… estava doidinho por lhe comer o pito.
Então ela disse-lhe que a fizesse mulher, abriu as coxas, ele enfiou-se no meio das pernas dela, fez pontaria à piça que estava mais que tesa e apontou-a à cona. Não acertou com a racha, e foi à procura dela com a mão, num equilibro cada vez mais dificil, lá encontrou os pintelhos, uma mata de respeito, com dois enormes montes rechonchudos, e no meio o vale da perdição, uma gruta quente, e macia. Estava humida, parecia que tinha sido untada com manteiga quente, enquanto apalpava os dedos escorregavam e iam se enfiando pela rata a dentro. Ela ria-se se calhar com a cara ou a atitude dele, ele atrapalhou-se e não apalpou mais porque caiu para cima dela, que o agarrou e beijou, mais umas quantas vezes.
Ele não esmoreceu, nem o pirilau dele, porque enquanto ela o agarraga ele ia se mexendo e sentia o caralho cada vez mais perto da pacharreca. E voltou à carga. Fez pontaria de novo e desta vez mais certeira. Começou por zorrar a cabeça no meio das beiças, aquilo era só nhanha por todo o lado.
Empurrou… mas não muito, sentiu uma dor enorme na cabeça da piça, tentou esconder, mas não conseguiu. Quando deu por ele estava de joelhos entre as pernas dela agarrado à pila. A donzela honrada estava apoiada nos cotovelos numa atitude curiosa, com um ar casto, sorriso matreiro e olhar virginal a olhar para o puto virgem.

Sem comentários:

Enviar um comentário