079 Papos de cona a rever leite

Quando ele voltou a entrar em casa, sentiu logo um fresco aroma a rosas no ar que o deixou inebriado, ela já se tinha arranjado, e estava só de camisa de dormir, por baixo do tecido fino notavam-se com clareza os grossos mamilos arrebitados, que contratavam com o seu ar ausente que o cabelo solto ajudava a esconder. Estava bonita de morrer, e não fosse o respeito por ela estar ali assim, na sala de joelhos, frente à imagem da Senhora, de mãos juntas a desfiar as contas que os seus lábios transformavam num zumbido indesminto, e tinha sido outro problema.
Por isso ele apressou-se para a casa de banho deixando para trás aqueles pensamentos pecaminosos. Que cortesia a dela, já lhe tinha deixado uma bacia de água morna e tudo, e aquele sabonete… um luxo, nunca ele tinha cheirado nada igual. Que bem lhe soube aquele banhito, ele estava todo melado por baixo de quando se tinha esporrado, as cuecas pegavam à pila e os pintelhos estavam todos peganhentos. Deixou-se levar e lavou-se da cabeça aos pés, limpou-se a uma grande tolha macia e seca. Penteou o cabelo com um atrevidissimo risco a meio e aproveitando a embalagem agarrou no frasco de água de colônia verde garrafa do marido dela e perfumou-se. Cheirava-lhe a erva fresca acabada de cortar e pétalas de rosa.
Sentia-se um príncipe, nem lhe apetecia vestir a aquela roupa suja e velha, enrolou a toalha à cintura para no quarto vestir um pijama lavado.
Quando estava a sair da casa de banho a madrinha chamou-o do quarto. A porta estava aberta e ele com vergonha de estar meio despido espreitou só e pediu um bocadinho para ir vestir o pijama, mas ela insistiu para ele entrar. Ela já estava deitada na cama e coberta, e depois dela voltar a pedir para ele ir à beira dela ele lá acedeu, e entrou no quarto dela.

Ela abriu a roupa da cama, os lençóis brancos imaculados, a contrastar com as riscas azul bebé da camisa de dormir. Estava com um ar angelical, calmo e tranquilo. Os longos cabelos quase tapavam a grande almofada. Dos olhos emanava um brilho especial. Da boca suplicante saiu uma tímida língua que lambeu um pouco o lábio superior, e fugiu assim que os dentes de cima apareceram para prender a beiça de baixo e abafar um sorriso.
Não tardou nada até um suspiro lhe ter enchido o peito, onde as grandes mamas, mesmo assim desmaiadas, uma para cada lado do seu corpo deitado, emprestavam à caixa torácica um volume de tirar a respiração.
As mãos dela apareceram como que do nada, a esfregar calmamente as coxas por cima do tecido fino da camisa de dormir, e com a maior naturalidade do mundo, agarrou nele pelo bordado da bainha e levantou-o até ao ventre. As pernas esfregavam-se uma na outra como se massajassem algo ali no meio das coxas, no negro triangulo da perdição.
Entretanto a comichão diluiu-se, e ela abriu um pouco as pernas, mostrando o emaranhado escuro dos pelos púbicos no ninho da rata, e lá no meio uma pequena e sorrateira vulva. As mãos dela não paravam quietas, era como se a sua pele do corpo estivesse em numa aflição sempre a precisar de ser esfregado, como que a aliviar um fogo que não se vê, mas consome a carne e a pele. Neste frenesim não tardaram a encontrar a orgiem do calor, e logo atingiram a zona de penetração. Ela passou os dedos pela cona, e deixou à mostra uma enorme racha bem aberta, rosada e brilhante.
Nisto, com a maior naturalidade do mundo, ela diz-lhe: “Deita-te aqui, e faz-me um filho!”

Ele ficou paralisado sem saber o que fazer, sentiu-se gelado, e envergonhado, deu dois passos para trás, queria fugir dali, mas bateu de costas na comoda.
É inacreditável, aquele gajo que ainda à pouco sonhava acordado em comer a madrinha à força, era só mais um bocadinho e tinha-a fodido contra a parede, nem que fosse preciso violar… estava agora ali frente a ela todo acagaçado, e a fugir.
Dei dois calduços no Preto, e chamei-lhe meia duzia de nomes feios de caguinchas, a borradito de merda, de filho da puta, a paneleiro, tudo o que me veio à cabeça.
«E tu? Cagalhão, se fosses tu o que fazias?» perguntou-me ele.
Já era de noite e estavamos junto à cabine da luz, tinhamos estado a preparar a surpresa para o Ti Coisinho. Eu sentei-me no muro e ele ficou de pé à minha frente, a olhar-me com um ar desafiador, eu saquei de um cigarro era o ultimo do maço. Nisto ele insistiu comigo, dei mais uma passa no cigarro, passei-o a ele, e eu dei-lhe a resposta mais obvia.
Ela já estava pronta era só deixar cair a tolha, montá-la, espetar a piça tesa pela racha fresca acima, bombar até me esporrar todo, e deixar a queles papos de cona a rever leite.

3 comentários:

  1. de tanto demorar a actualizar os seus textos, perde muito o enredo dos mesmos!

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    1. Tem razão, caro leitor, teria todo o gosto em fazer andar esta historia bem mais depressa, mas o tempo livre não é muito.
      Contudo pode contar sempre com a continuação da mesma, e se possível a um ritmo melhor.

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