078 “Deita-te aqui, e faz-me um filho!”

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Cenas dos Proximos Capitulos 

Ela abriu a roupa da cama, os lençóis brancos imaculados, a contrastar com as riscas azul bebé da camisa de dormir. Estava com um ar angelical, calmo e tranquilo. Os longos cabelos quase tapavam a grande almofada. Dos olhos emanava um brilho especial. Da boca suplicante saiu uma tímida língua que lambeu um pouco o lábio superior, e fugiu assim que os dentes de cima apareceram para prender a beiça de baixo e abafar um sorriso.
Não tardou nada até um suspiro lhe ter enchido o peito, onde as grandes mamas, mesmo assim desmaiadas, uma para cada lado do seu corpo deitado, emprestavam à caixa torácica um volume de tirar a respiração.
As mãos dela apareceram como que do nada, a esfregar calmamente as coxas por cima do tecido fino da camisa de dormir, e com a maior naturalidade do mundo, agarrou nele pelo bordado da bainha e levantou-o até ao ventre. As pernas esfregavam-se uma na outra como se massajassem algo ali no meio das coxas, no negro triangulo da perdição.
Entretanto a comichão diluiu-se, e ela abriu um pouco as pernas, mostrando o emaranhado escuro dos pelos púbicos no ninho da rata, e lá no meio uma pequena e sorrateira vulva. As mãos dela não paravam quietas, era como se a sua pele do corpo estivesse em numa aflição sempre a precisar de ser esfregado, como que a aliviar um fogo que não se vê, mas consome a carne e a pele. Neste frenesim não tardaram a encontrar a orgiem do calor, e logo atingiram a zona de penetração. Ela passou os dedos pela cona, e deixou à mostra uma enorme racha bem aberta, rosada e brilhante.
Nisto, com a maior naturalidade do mundo, ela diz-lhe: “Deita-te aqui, e faz-me um filho!”

Continua, ou melhor… recomeça brevemente.

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