075 Meia Fodinha.

Uma broma, só podia, aquele Preto estava a brincar comigo, eu estava incrédulo. Que ele me dissesse que andou por lá a espreitar a madrinha e a bater umas pivias à custa disso, até dou de barato, que a tenha apanhado (desprevenida) com as têtas ao léu na casa de banho, até admito que possa ter sido, agora quanto ao resto… até me custou a digerir.
Parou tudo.
Estou com o meu amigo, no palheiro da vizinha, a aprontar mais uma, e em grande.
Esqueço tudo, e ouço-o cada vez com mais atenção, faço perguntas, satisfaço a minha curiosidade, e ao mesmo tempo tento tirar a limpo, e ele disse que não me escondeu nada.
Agora rebobinando, e ordenando as ideias do gajo, é assim:
Pelo que a madrinha lhe contou porque ele não se recorda (claro), quando ele nasceu a mãe por infelicidade não o conseguiu amamentar, arranjou então como ama de leite uma amiga da família, que embora fosse nova, dava leite como se fosse uma vaca. O bebé não estranhou e
a miúda cuidou dele nos primeiros anos de vida. Enquanto os pais dele estavam no campo ela ficava a cuidar da casa e a tratar do menino.
Está então explicado como é que ele já lhe tinha visto as mamas.
Ela dava-lhe de mamar, então ele já lhe tinha mamado nas têtas, e até as as apalpou, muito bem e muitas vezes, mas isso nem é considerado apalpar, porque quando sé é bébé não há intenção e ainda reina a Inocência. A história parecia simples se não fosse o resto.
Então é assim, como ela era uma rapariga casta para evitar confusões e semvergonhices, ela cuidava dele sempre sozinha, mesmo quando estava alguém em casa ela fechava a porta do quarto para ficar à vontade. Tratou sempre do afilhado como se de um filho se tratasse, foi e ainda é como uma segunda mãe para ele, a mãe até costuma dizer que a madrinha é mais que mãe dele, e que lhe está eternamente grata por tudo.
Tratando-se uma rapariga solteira e ainda sem namorado, ela confessa que se sentiu logo atraída pelo facto de… poder tratar dele, porque lhe causava muita curiosidade, e que aproveitava sempre para lhe mexer quando lhe trocava a fralda. Sempre que lhe dava de mamar ensinava-o a meter as mãozinhas no seio e a chupar bem no biquinho. E no fim, por vezes (à noite na cama), sentia-se tão quente e excitada nesses momentos que até tinha de meter a mão pela saia acima para esfregar o grelo, e consolar a pita.
Um belo dia o menino ficou com febre, foi uma doença para ela que foi com ele ao médico que até a tratou como se ela fosse a verdadeira mãe do menino.
Quando chegou a casa com ele deu-lhe banho e entes de o vestir teve de lhe pôr um supositório,...

Espero que o caro leitor não fique indignado com esta paragem na narrativa, poque agora é que a porca torce o rabo, não é por falta de vontade de lhe contar o resto e aqui relatar algumas das aventuras que o preto me narrou acerca da sua infância com a sua madrinha, mas… O certo é que não posso.
Esta parte da história pertence ao Preto, e por isso, depois de nestes últimos dias termos “debatido” a questão, tenho de me render e respeitar a vontade dele só publicar o que ele me autoriza.

Assim sendo resta-me dizer que meia duzia de anos depois destes factos ele foi menino das alianças no casamento da madrinha, e que ela já estava casada há mais de uma década e ainda sem filhos, quando a história reatar…

2 comentários:

  1. sim ACTUALIZE pois com tanto tempo de pausa neste blog não passa realmente de MEIA FODINHA...

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