074 Aroma a Cona Madura

Impressionante, nem nos mais estropiados sonhos alguma vez iria imaginar aquilo.
Estive com o preto no palheiro da vizinha… Sim! Lá mesmo e porque não, o ladrão volta sempre ao local do crime, e se eu cometi furto ao roubar a roupa ao velho, o que o chulo armado em proxeneta fez também pode ser considerado lenocínio.
Mas deixemos de parte as discussões que eu tive com o meu colega e passemos ao cerne da questão, o palheiro era o local ideal para o que tinhamos a fazer, eu e as minhas maquinações e claro tudo aquilo que ele tinha para me contar… Simplesmente fantástico.
A história dele reza assim,
Há alguns anos atrás o padrinho do preto foi acabar uma obra para Lisboa e só vinha a casa de quinze em quinze dias ao fim de semana, assim e durante algum tempo, ele esteve a fazer companhia à madrinha para ela não ficar sozinha em casa. Nunca ninguém lhe deu uma cabal explicação para aquilo, mas estaria algures entre os ciumes do marido e o medo que ele tinha que ela lhe pusesse os cornos.
Ainda agora a mulher não é nada de se deitar fora, ou melhor era de deitar (na cama) e foder, e o preto não resistiu a deitar o olho às coxas, chegar-se às mamas (para lhe sentir o volume), e claro a expressão máxima do punheteiro profissional, espreitar pelo buraco da fechadura quando ela ia mudar de roupa para deitar. Era de esporrar e babar-se por mais.
Um autentico regabofe, uma noite viu pela frincha da porta da casa de banho, ela a levantar a camisa de dormir, a baixar as cuecas até às canelas e a mijar de alto, com o esguicho forte a jorrar da mata negra entre as pernas, e perdeu a conta a quantas bateu pela noite fora, cuecas, calças de pijama e lençóis cheiinhos de manchas. Acordou na manhã seguinte com ela a dar-lhe um beijo de bom dia e a dizer que só tinha vindo ver se ele estava bem e que ainda era cedo e podia ficar na cama mais um bocado enquanto ela ia acomodar o gado, tudo bem e nada melhor do que acordar assim a olhar decote adentro para aquele peito sem soutien e ver aquelas têtas ao dependuro com um dos mamilos quase de fora e a pedir para ser chupado.
Ele esporrou-se todo mal alisou o pau, e foi logo de seguida à casa de banho para fazer o xixi da manhã. Quando voltava do quarto de banho, viu em cima da cama dela (ainda por fazer) a camisa de dormir, entrou, agarrou na camisa e cheirou-a aquele cheiro a mulher madura enibriou-o, e deixou-lhe a pila de pé no mesmo instante. Baixou os truçes e as calças de pijama, e esfregou a camisa entre as pernas, era macia como uma rosa, suave como veludo e estava quente como um forninho.
Nisto viu em cima da cama algo que o deixou ainda mais perdido, umas cuecas, umas cuecas, umas cuecas de mulher brancas e com umas florzinhas vermelhas desbotadas, umas cuecas usadas abertas e com o selinho para cima. Agarrou nelas e sentiu-as humidas. Sinal evidente de muito grelo coçado, restos da noite de uma mulher carente que sozinha na cama se consola como pode.
Ele agarrou nelas, cheirou-as e sentiu o aroma morno a sumo de pita, era a essência de uma cona requintada, já que esta decididamente não cheirava a bacalhau. Sentiu a pila a escorrer, passou o tecido pela cabeça para juntar os dois fluidos. Num impulso, voltou a pôr as cuecas abertas com o tecido de dentro para cima, e pôs-se em cima delas, motou-as, foi como se estivesse a ir ao pito à madrinha, esfregou a piça bem lá no meio, e em menos de nada voltou a agarrar nas cuecas e veio-se bem enchendo de leitinho o selo das cuecas.
Voltou para a cama e até já sentia a pila dormente, mas só conseguia pensar nos segredos que se escondiam entre as pernas da madrinha, aquela penugem negra em forma de triangulo diziam uns, com uma peluda até ao umbigo diziam outros, e a tal racha, seria assim uma cona toda aberta e de beiças grandes como a das putas da Revista Gina ou assim uma pitinha toda lambida como uma boquinha atravessada como o das Damas no baralho de cartas do manco…
O preto despertou desta letargia com a madrinha a chamá-lo, ele nem se tinha apercebido do regresso dela, a aflição de ter o mastro em pé e se ter de levantar passou logo, porque com a aflição ela murchou logo…
Do que se passou a seguir faltam algumas memórias, porque ele não faz a menor ideia do que ela lhe pediu ou do que lhe falou e do que lhe disse, mas sabe que lhe respondeu do quarto e do corredor. Só se lembra de entrar na casa de banho e ter ficado de queixo caído, e totalmente esgazeado ao ver a madrinha, ali de pé com as mamas ao léu e com as cuecas brancas de florzinhas vermelhas desbotadas vestidas… Assim aquele molherão que veio ter com ele à porta e lhe disse:
«Não faças essa cara de bezerro desmamado, porque já as viste, e já as mamaste tantas vezes.»

Continua…

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