«espeta-ma no cu, só um bocadinho»

Andei uns dias fugido, ou melhor, a tentar passar despercebido, foi casa, escola, casa, sempre de orelhas afinadas, e com a matraca bem fechada. Até que o Preto vei ter comigo cá a casa, estava com medo que eu andasse doente. Trazia a mochila cheia de livros de estudo, e lá pelo meio, as revistas porno que eu lhe tinha emprestado, e pediu-me que as trocasse por outras.
A conversa não tinha grande pretexto, e eu não estava com disposição para tagarelisse, embora estivesse cheio de curiosidade, por saber o que se dizia, e não resisti a fazer algumas perguntas. Sobre o Ti Coisinho e coisa e tal, o acidente de tractor, a minha vizinha… e não é que o cabrão é danado de desconfiado, foi logo dizendo que ali havia rato, claro até havia mas era rata.
Então ele disse-me que o que se dizia, era que o tratorista tinha tido um acidente, se tinha despistado com o tractor, e que no meio da aflição se tinha borrado todo, e por isso o tiveram de levar para casa embrulhado numa serapilheira.
E o tractor? queria eu saber. Tinha ficado ali todo o fim de semana e só o tinham tirado de lá na quinta-feira, mas porquê. Bem, o que se sabia era que o motor de arranque tinha avariado quando o homem se despistou, e foi preciso mandar vir peças de Lisboa para o arranjar.
Ah, que história bonita, quase me mijei de rir com a paródia, e resolvi contar a história verdadeira ao Preto, e propus ao meu amigo selar a questão com um pacto de silencio, um pacto de punhetas.
Ele foi até à janela do quarto olhou lá para fora, foi até à porta do quarto abriu e espreitou, voltou a fecha-la, até parecia que estava com medo que alguém estivesse a espreitar. A minha mãe andava no campo, e não entrava em casa de galochas nem as tirava sozinha, ficava sempre à porta a berrar à espera que eu lá fosse, pelo que estavamos à vontade.
Em jeito de desafio abri em cima da cama duas revistas porno que ele ainda não tinha visto, uma delas era uma preciosidade unica, uma revista holandesa gay.
Ele limitou-se a abrir as calças em sinal de consentimento, eu fiz o mesmo, pusemos as pilas ao léu e começamos a desfolhar as revistas, ele estava fascinado com as cenas dos paneleiros, e ficou logo de pau feito. Pacto é pacto pelo que agarramos logo na piroca um do outro, e começamos a esgalhar, ele tinha o pau teso como o caralho, eu já tinha feiro o mesmo com outros, mas nunca tinha apanhado um caralho deste calibre. A conversa ia andado em volta do que viamos na revista, mas numa coisa estavamos de acordo, tocar ao bicho um ao outro não tinha mal, mão era por isso que iamos passar a ser rabetas.
Estavamos a rebentar de tesão e nisto à laia de provocação, eu levantei-o baixei-lhe o resto das cuecas e sentei-lhe o rabo no meu colo, o Preto nem sequer pestanejou, nem disse nada, ele só arfava, para não o amedrontar eu disse-lhe que aquilo era só na brincadeira, enquanto deslisava a piça à procura do olho do cu, só para o provocar. Ele ajeitou-se e a minha coisa ficou ali bem encaixada no rego, mas não satisfeito com isto ele levantou-se um pouco e com as mãos abriu as bochechas do cu e pediu-me «espeta-ma no cu, só um bocadinho». A minha piça estava toda a escorrer, aquilo não era o que eu queria, mas o certo é que eu já não como cona há mais de uma semana, e a fome já aperta.
Com os dedos enrolados na cabeça da piça e sempre a apalpar lá lhe procurei pelo redondo, meti lá só um bocadinho o mindinho todo melado, ele estremeceu todo e soltou um guinchino, eu tirei e tentei lá meter a piça, ele gemeu, baixou o rabo e quando eu senti pressão na cabeça da piça ele levantou-se num pulo agarrado ao cu.
Eu disse-lhe para pararmos, mas ele insistiu que queria tentar outra vez, o pau dele estava erecto e apontava como uma seta para o tecto, ele sentou-se em cima da minha piroca de novo e ela escorregou e foi ter à beira dos colhões dele. Abracei-o e com uma mão agarrei a piça e recomeçei a alizá-la, com a outra fui à procura da minha mas antes disso apalhei-lhe os tomates, apertei-lhe as bolas que estavam tão cheias, que até pareciam ir estourar, nisto a piça dele rebentou e ele esporrou-se todo num jato de leite tão forte que me sujou o espelho do guarda fatos. Eu estava também quase a vir-me, nisto ele sai de cima de mim, ajoelha-se na minha frente, agarra a piroca e abocanha-ma toda de uma vez, eu nunca tinha sentido dada assim. Um broxe, o meu primeiro broche, escreve-se broxe ou broche?, bem não interessa, o que importa é que foi muito bom, ele chupou-me poucas vezes e eu esvaziei-me logo todo para dentro da boca dele. Tive um orgasmo tão grade como já não me lembrava, tanto que até fiquei cego, até parecia que os timtins tinham ficado complrtamente vazios, e só me recordo de o ver ainda na minha frente de joelhos a rir-se, e com o leitinho a escorrer pelas beiças fora.

2 comentários:

  1. este seu Post foi bastante abichanado, seria bom manter a linha dos anteriores Posts pois corre o "perigo" de se chamar o Palheiro do Vizinho :(

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    1. Calma caro leitor, este nosso marialva é bem macho, aliás este é o verdadeiro macho latino...
      E não desespere, porque:
      AMANHÃ HÁ MAIS! :)

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