071 A Namorada Virgem, «Cuidadinho, que é a minha primeira vez a sério!»

Andei a inventar e foi no que deu, asneira, e das grandes!
Mas agora não havia nada a fazer se não fugir a sete pés, e para maior castigo tive de me esconder no covil da cadela, vi pela janela que a filha andava por ali e entrei cozinha a dentro, ela quase soltou um grito, mas eu lá improvisei, arranquei-lhe um beijo na boca, ela sabia deliciosamente a morangos silvestres, depois disse-lhe que estava com sede e coisa e tal, e os livros que ela tinha em cima da mesa deram-me o alibi ideal.
Quando a mãe entrou pela porta a dentro com aquele ar de danada, a miúda continuou a lavar a loiça e a tagarelar comigo acerca da geometria descritiva, as rectas, os pontos e as duvidas para o exame, e coisa e tal. Passados uns instantes de apreensão a fera rosnou, ui que medo, só faltou babar-se, ou não, se calhar lá por baixo da saia estava com a barba babada e com a boca da cona a escorrer langonha.
Não foi muito mau, fomos feitos cachorrinhos recambiados para o quarto estudar. Melhor ainda se não disse nada, é porque não desconfiou de nada. Quem ficou desconfiada, e não foi pouco foi a filha.
Ainda me atirei a ela com uns beijinhos e umas caricias das boas, por todo o lado, mas qual quê, ela foi logo espreitar para a janela, e ameaçou chamar pela mãe, tive de me chibar todo.
Prontos, não sei o que me passou pela cabeça, mas roubar o trator ao Ti Coisinho, foi de mestre, ele estava ali assim mesmo a pedir-las, motor a trabalhar ao ralenti, freze levantada e tudo, foi só monta-lo e andar. O que eu não contava era que ele tivesse uma buzina de pé mesmo ao lado do travão, atrapalhei-me, enfiei uma roda num rego, deixei o motor ir abaixo, e fugi dali a sete pés.
Ela riu-se que nem uma perdida com a minha maluquice, e até tive direito a umas lapadinhas de malandrice e um grande beijo de língua. Aproveitei-me logo do linguado e fui apalpando terreno, das costas aos montes dos seios, e sempre para baixo até chegar entrepernas ao mato, como não tive resistência, deixei-me cair para cima da cama com ela por baixo.
Desapertei-lhe os botões do decote soltei uma maminha e trinquei o biquinho, ela largou um gritinho e eu fiz o mesmo à outra.
O meu pau já acusava o tesão, e aquele cabacinho estava à minha espera, levantei o vestido até chegar às cuecas, por cima do tecido a minha mão alisava bem o mato e sentia a greta aberta. Voltei a beija-la na boca, ela abraçou-me com força, e chupou-me a língua tanto que até parecia que a ia comer. Foi um xoxo de tirar a respiração, e mais outro, e outro, estava-mos no meio da cama os dois, ela deitada de costas e pernas abertas e eu por cima bem no meio dela, com o meu pau dentro das calças a zurrar-se toda na xoxota dela.
Lá fora a agitação continuava, ouviam-se vozes e berros ao longe, agora já não me arrependo de nada do que fiz, nem mesmo daquilo que não disse à miúda, claro que ela não podia saber que a mãe andava feita puta a pagar com o corpo ao Ti Coisinho, e que por vingança eu além do trator, lhe tinha roubado as calças, as cucas e as galochas, que ele tinha deixado caídas na entrada do palheiro.
Aquilo era demais, ajeitei-me e saquei a piroca para fora, ela passou-lhe a mão e apontou-a ao meio das pernas, mesmo por cima das cuecas dela aquilo era uma excitação de morrer. Pedi-lhe para a deixar penetrar, ela disse-me que não, que não queria perder a já virgindade, eu ia martelando mesmo assim, e sentia a minha piça a babar-se toda, e lá fui insistindo.
Pus a mão por dentro das cuecas dela, senti os pintelhos e a greta bem oleadinha, aquela pitinha a esterar era um luxo, afastei a cueca dela para o lado e esfreguei a cabeça da piça na coninha, ela gemeu baixinho, e afastou-me, eu sai de cima dela mas fiquei ali de joelhos em cima da cama ao lado dela.
Rapidamente ela baixou as cuecas, e à pressa ainda as deixou a meio da canela de uma das pernas, voltei para o meio das pernas dela, era uma visão magnifica, aquela carinha laroca de tetinhas redondinhas a sair do decote, um par de coxas bem branquinhas e no meio o triangulho negro da perdição, um palmo mais acima o meu pau apontava para o tecto e aquela coninha rosada pronta a estrear ali à espera.
Baixei-me suavemente para cima dela, e com jogo de cintura fui procurando o caminho da felicidade, em menos de nada, estava à porta dela. Ternamente a minha cabecinha pediu licença, e senti quando lhe afastei os lábios da vagina um pouquinho, ela gemeu e soltou um gritinho. Sentia medo, e pediu para tirar, eu recuei, mas voltei a insistir devagarinho, e fiquei ali um bocadinho a esfregar a cabeça da piça naquelas beiças gostosas.
Ela estava romântica bem romântica e nós estávamos os dois ali enrolados em beijos gostosos, por baixo e por cima, a minha pila bababa-se nas beicinhas da periquita dela enquanto ela me chupava feverosamente a língua. Com a cintura dei-lhe uma estocada maior, ela guinchou, fechou as pernas, e fez cara de má. «Cuidadinho, que é a minha primeira vez a sério!», diz-me ela, foi o sinal verde para a poder foder.
Voltei a apontar ao meio das pernas, e preparei-me para lhe tirar os três, ela estava bem fechada, e apertada, gemia, soltava gritinhos, e apertava as pernas sempre que a tentava penetrar.
Era uma questão de tempo, até lhe tirar o selinho...
Era uma questão de tempo,... até um berro nos arrancar da transa, ela quase me atirou da cama a baixo, pôs-se de pé num pulo, arranjou o decote do vestido e foi à janela.
O que a puta da mãe lhe disse não sei, fiquei completamente perdido. Só me lembro de ela com um grande sorriso, me atirar com o pé as cuecas que ainda tinha penduradas na canela, e depois saiu logo pelo quarto fora a correr descalça.
A minha namorada é virgem, e eu continuo à procura da oportunidade perdia.
Esporrei-me em cima das cuecas da miúda e enquanto limpava a nhanha só pensava em vingar-me da sogra.

2 comentários:

  1. se escrever mais vezes, em menor espaço de tempo talvez tenha mais leitores...

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