069 Não há nada para o cão!

Quase uma semana a seco, o stress dos últimos dias é tanto, que nem sequer a consigo por de pé para uma punheta… até estou com medo do leite começar a encaroçar dentro dos testículos.
Na escola não tenho sossego, mais tempo a estudar, fazer resumos, organizar sebentas, são aulas difíceis, mais atenção para preparar os testes, enfim, um corrupio enorme. Ainda procurei qualquer coisita, encostei-me a uma continua, passei a mão noutra, e até encurralei a empregada da limpeza na sala de arrumos, quando lhe pus a mão pela bata acima, o enchumaço era bem grosso, estava a jogar o Benfica, e não lhe pude ir ao pito.
A minha colega, anda tão aflita com os estudos como eu, e nem com uma promessa que a deixava copiar no teste de matemática a consegui convencer a um enrolanço no palheiro. O máximo que consegui foram uns beijinhos de língua e uns amaços pela blusa a dentro.
Mas isso qualquer garoto consegue, no final do ensaio do grupo coral atrás do coreto, beijo de novela, mão na cuequinha e soutien desapertado é o que não falta… o que eu quero é ação da grande, enterrar a piça numa boa rata e não a tirar sem me esporar todo.
Os affaires domésticos vão de mal a pior, a minha mãe está aflita e assustada e até já foi a uma novena, porque a alcoviteira deu uma carga de porrada na filha e levou a coitada para casa.
Isto aconteceu no domingo a noite mal ela se apercebeu da filha ali assim a dormir, naqueles andamentos, de pernas escachadas e a escorrer esporra pela cona fora, nem perguntou nada, saca do chinelo, e a infiel quando acordou já apanhava no lombo forte e feio. Bom, e quem se fodeu fui eu que me meti no meio das duas e ainda apanhei umas quantas chineladas bem fortes, e foi o que valeu à filha da puta da infiel que assim conseguiu fugir, e foi aos berros e gritos fechar-se a sete chaves no quarto.
Mas tenho de dizer que ali a culpa é da puta da mãe, que não tinha nada que ter aparecido ali assim, e tirado o gostinho à minha piroca, mas também pagou bem por isso, porque para que ela não chegasse à da filha eu agarrei-a e caímos os dois no chão.
E que fofinho foi… ela por baixo e eu por cima, com a cabeça bem no meio daqueles enormes balões, um luxo. A cabra arfou queixou-se, e eu rebolei para o lado, claro que deixei um braço em cima dela, com a mão saborear uma daquelas mamonas enquanto sentia o mamilo a ficar duro, aquilo estava tão duro e grandinho que até parecia uma pilinha dura. Fiquei com tanto tesão, que não resisti e voltei para cima dela.
No quarto da filha os berros tinham parado, e agora já só conseguia ouvir os soluços do choro dela, pelo que parecia devia de estar logo ali, sentada no chão encostada à porta.
O meu tesão estava ao rubro, e não era para menos, ela não se queixava e eu fui à procura daquilo porque tanto tinha ansiado toda a noite, comer a gorda.
Meti-lhe as mãos pela camisola acima, a sentir a pele mole da barriga até chegar ao robusto segura-seios, uma peça de luxo, rendada, e “pequena”, as copas quase só ficavam por baixo o que deixava as chupetas bem de fora. Levantei-lhe a camisola até aos sovacos, e fui apalpando os volumes, nisto ela agarrou-me pelo cachaço e levou-me a boca a uma das chuchas. Chupei com vontade as duas, foi até sentir aquele saborzinho a leite na boca.  
Aquilo parecia uma cadela com cio, a mão dela procurou pela minha cintura e só descansou quando conseguiu desapertar os botões da breguilha e me agarrou no pau, indiferente à filha que logo ali ao lado chorava bada e ranho, puxou-me pela ferramenta até me fazer guinchar.
Ui que aflição, até parecia que ela me ia arrancar aquilo tudo, mal consegui arranquei-lhe a mão e desmontei-a, não queria sair dali capado!
Fiquei de joelhos ao lado da rechonchuda, com a dor esquecida, a apreciar aqueles montes, com especial atenção para aquelas enormes têtas com um par de grandes aureolas castanhas ponteadas por aqueles vigorosos bicos tesos. Se estava excitado mais fiquei quando ela aproveitou a oportunidade para subir a saia, e baixar as cuecas, o meu pirilau apontava agora bem para o tecto e bababa-se todo.
A cobra rastejou pelo chão até à minha beira, levantou a cabeça, e abocanhou-me a serpente. Que sensação, aqueles lábios grossos chucharam algumas vezes, depois ela passou a língua a lamber a cabeçinha, e voltou a abocanhar o mastro para o chupar todinho.
A minha cabeça estava perdia, se a boca de cima era assim, então a boca de baixo continuava a ser o meu sonho. Os meus olhos estavam perdidos no mapa, algures entre as pernas dela onde uma das minhas mãos já explorava a mata e tentava alcançar a gruta, e mais a norte onde a outra mão perdia na geografia se deliciava com os altos e baixos das serras e vales das mamas.
No meio deste turbilhão de sensações fui abalroado pela vaca, que me atirou ao tapete, pôs-se de joelhos ao meu lado, baixou-me as calças e as cuecas, afagou-me o falo, e falou qualquer coisa… não entendi nada, mas percebi bem o que ela queria.
Deixei que ela me montasse, não tinha mesmo alternativa, aquilo era uma força viva da natureza, a boca dela parecia esfomeada e começou logo a comer a minha chouriça, e apressou-se a servir-me o prato principal, escancarou as pernas bem na frente da minha cara, e eu em olhei atirei-me logo de lingua ao bacalhau. Foi o meu primeiro sessenta e nove e eu nem sabia o que fazer, então imitei um beijo de lingua só que naquela boca com barba em toda a volta.
Eu estava quase, quase a esporrar-me, enquanto lambia e sorvia aquela pita toda, era só mesmo mais um bocadinho não fosse aquela maldita buzina, que ecoou pela noite fora, a gordochinha não parou, mas mal eu ouvi vir do quarto aquele gritinho de alarme murchei logo.
Ela rebolou e levantou-se num pulo, mostrando uma agilidade difícil para uma mulher daquele tamanho, subiu as cuecas e recompôs-se num instante. Quando eu me consegui pôr de pé, já mãe e filha se dirigiam para a porta, passaram por mim sem nada dizer apagaram a luz e saíram e fecharam a porta.
Recompus-me do susto, esperei que a carrinha fosse embora e sai pela janela, ainda bem que este 69 não foi um 31.

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