067 Ai a puta da bruxa!

Jantamos os três juntos muito cedo ao final da tarde, ainda a tarde estava radiosa e o sol morno, comemos os restos do almoço, a vaca estava tão tenrinha que até parecia vitela, aquelas batainhas (das novas) mesmo a desfazer-se e um arroz sequinho de comer e chorar por mais, não admira que a minha mãe tenha aberto o garrafão de verde alvarinho que nos trouxe o pai há umas semanas, estava mesmo de estalo!
A conversa estava chocha, e trazia água no bico, tivemos direito a cafézinho e até uma borrada, e no final o presentinho, no meio de uns quantos engasgos, tantos que quem as ouvisse diria que eram gagas.
Afinal e depois de puxar muito a corda, lá se descoseram e cuspiram tudo, tinham decidido ir à bruxa para ver se conseguiam fazer o desmanche, mas, há sempre um mas, seria isto só um problema delas não estivessem as putas a contar com a minha mui preciosa ajuda.
Precisam de um Homem para lhes dar mais credibilidade, não ia uma mulher assim sozinha à bruxa, ou melhor, ao bruxo, elas querem ir ao bruxo de Fafe! Houvesse um bruxo de Braga e ela por certo queriam que fosse lá, quanto mais longe melhor, assim ninguém nos conhece.
Mesmo assim já é longe que fode, e só de já ter ouvido falar nele acho que deve ser caro de caralho, mas pelos vistos dinheiro não é problema. Pudera o manso abriu os cordões à bolsa e despejou a árvore das patacas pela cabeça da puta abaixo.
Pelos vistos credibilidade não falta ao adivinho, só pela reputação benzo-me três vezes com a canhota, livra.
Seja como for havia muito tempo que a minha atenção estava dividida entre os interesses das cadelas, e o superior interesse do meu pirilau, e para terminar o meu dia em grande ainda me faltava comer um pito. A minha mãzinha e a sua querida priminha estavam com a pita satisfeita e a rever leitinho, falta-me só comer a puta da aleivosa, e vai ser com esporradela pela cona acima e tudo, ela já está prenha não emprenha outra vez. Resta só saber como vou fazer para ela abrir as pernas.
Bom e à mulher honesta não basta sê-lo, também tem de parecê-lo, e ela parece-me bem desonestinha, assim a inssinuar-se toda, e mostrar as pernas quase até às cuecas (se é que as tem vestidas), e sempre que pode a pôr o decote a pender para baixo e a deixar ver aqueles melões bem soltinhos sem pára-mamas para os prender, assim uns pitéusinhos prontos a trincar, eram assim uns chupões bem dados em cada uma daquelas chuchas, mamava tudinho até sair leite daquelas têtas.
Andava eu nestes devaneios enquanto as ia ajudando a arrumar a cozinha e ia aproveitando para roçar o meu pau teso num e noutro cuzinho. O ambiente estava escaldante, e era mesmo assim às claras, tanto que me aventurei a dar uns apalpões, que foram correspondidos com uns risinhos marotos, a minha mãe se calhar por causa de estar de soutien não se notava, mas a vaca estava com os mamilos completamente tesos, mesmo a pedir-las.
Terminada a “festarola” a minha mãe anunciou que tinha de ir moger as vacas e eu quase me vim quando ela me pediu que “fizesse um sacrifício” e acompanhasse a amiga a casa, qual menino bem comportado não me fiz rogado.
Fomos caminho fora, a trocar piropos e a rir-nos, está no papo, vou lhe comer o bacalhau todo, como marido e mulher, mais, como amantes, agora é que eu vou pôr os cornos ao manso a sério, e vai ser na cama grande dela, desta vez é que vou esgaçar a piroca a sério, vou dar-lhe tantas até lhe arrebentar a bejelga, há-de ser até largar sangue, caralho.
Chegamos a casa dela, e qual é o espanto a luz da sala estava acesa, podia ter sido só distração, mas a coninhas ficou logo cheia de medo, eu estava de papo feito e nada me metia medo, fodia tudo o que me aparecesse à frente.
Mas a medrosa estava assutada, jurava a pés juntos que tinha deixado tudo apagado.. e tinha medo que fosse o filho da puta do cabrão que a engravidou, o amante, esse, o tal cão que ninguém ainda viu, «ai que ele é muito mau!».
Nisto vimos um vulto a passar atrás das cortinas, a cadela desfaleceu eu agarrei-a, e ela soltou um guinchinho, «ai, que molhei as cuecas», afinal trazia-as vestidas, mesmo assim mijou-se toda pelas pernas abaixo.
Depois de recuperar-mos o folego, sugeri atacar-mos o gajo, nada me ia tirar o gosto de foder aquela febra toda, custe o que custar. Fui ao casebre buscar uma enchada e uma foucinha, e fomos em frente, afinal a casa é dela, carago.
Ela meteu a chave na porta devagarinho, e entramos os dois pela sala adentro de rompante…
E demos de fuças com a alcoviteira da mãe dela.
Ai a puta da bruxa!

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