065 «Pára de brincar às casinhas, e consola-me, mas é...»

A confusão geral instalou-se na sala, as três pitas discutiam agora alto e bom som, pareciam galinhas a cacarejar e a esbracejar as asas, tratavam-se bem umas às outras, aquilo era puta acima cabra abaixo, empurraram-se, agarraram-se, afastaram-se, até que a cadela da prima espetou um puto dum estalo nas trombas da puta da infiel, que até lhe ficaram os dedos marcados.
Mas afinal porquê?
Era ou não era a minha mãezinha competente para avaliar o estado da outra, ou estava só a aproveitar-se dela?
O estalo teve pelo menos o dom de acabar com aquela excitadissima discussão,  a minha  mãe fugiu para a cozinha, eu fui para o quarto, e elas ficaram ali as duas no meio da sala a olhar uma para a outra.
Ora, à falta de melhor ocupação, e até porque estava de pila mole, fiquei à cuca a ver o que se passava, e depois de trocados uns segredos tudo acalmou, as mãos trocaram umas caricias na cara uma da outra, ao que a grávida diz à outra: um tímido,: «tu queres-me , não queres?!»
E em menos de nada já estavam ambas abraçadinhas, e bem enroladas num beijo de língua de tirar o folego a qualquer actor de novela brasileira.
A cena por ali não durou muito, as duas fufas foram refugiar-se logo no quarto dos meus pais,   e eu não perdi aquela oportunidade, até porque experiência no assunto não me faltava, pus-me logo a empiscar o olho e  a espreitar pelo buraco da fechadura, a puta ainda à bocado tinha estado a apanhar no pito e não lhe chegava, foi logo agarrar-se às têtas da cunhada a chupar naqueles biberões, e enquanto o fazia, pôs logo os dela de fora.
Foi o que bastou para eu ficar de novo de pau feito, aquela puta estava imparável, e já tinha metido a mão entre as pernas da grávida enquanto que esta lhe comia os melões, estavam ambas as putas das lésbicas  c’uma fome do caralho.
Nisto a prima da minha mãe atirou com a cunhada para a cama e sem esperar, levantou-lhe a saia, abriu-lhe as pernas e espetou a cabeça mesmo lá no meio, só me lembro de ouvir a outra berrar alto e bom som: «no grelo», quando me sinto atirado para o chão.
A minha mãe chegou lá e não esteve com meias medidas, atirou-me ao tapete para poder ir apreciar a cena pelo buraco da fechadura, empinou-se toda, maneou a cabeça uma e outa vez, começou ela também a soltar uns grunhidos leves, e com uma mão foi procurando entre pernas.
Mas a ela estava de saia travada e não conseguia, eu aproveitei logo para lhe dar uma mãozinha, desapertei-lhe o fecho e baixei a saia até aos joelhos, claro que me paguei bem, apalpei-lhe o papo de cona por cima das cuecas, passei as mãos naquele rabo e tomei-lhe a firmeza das coxas. Como não encontrei oposição passei ao ataque mais acima, e senti-lhe a pulsação acelerada directamente no coração quando lhe apalpei as mamas.
O meu pau quase saltava fora das calças, e estava dificil de controlar o tesão, por isso comecei a roça-lo mesmo assim no rego do cu da mãezinha, e ela não se queixava, continuava ali nos gemidinhos com uma mão a apoiar-se na parede a outra enfiada no meio das pernas e com a cabeça colada à porta, a espreitar pelo buraco da fechadura.
Eu é que devia estar lá a espreitar o lugar era meu, ou melhor o que eu queria mesmo era ter estado, lá dentro no meio das duas fufas a consolar-me à grande e à portuguesa.
Estava eu perdido no meio destes pensamentos quando sou surpreendido pela minha mãe que se levanta e me diz nu sussurro, «Pára de brincar às casinhas, e consola-me, mas é...», nisto baixou as cuecas, baixou-se de novo para poder espreitar as duas safistas, e empinou o cu.
Em menos de nada apanhou com a minha piroca toda de uma vez pela cona acima, por certo muito melhor do que ser lambida por outra xana qualquer, foi uma delicia ela estava toda húmida, o meu pau ia e vinha e eu sentia aquela gruta encharcada completamente a rever.
Nisto ela apoiou-se com as duas mãos na parede, uma de cada lado da porta e encitou-me a dar-lhe no pito com mais força.
Eu estava completamente tolo mas ainda me lembrava do ultimo tapa que tinha apanhado da minha mãe por me ter esporrado dentro da cona, e nem pensei duas vezes, saquei-a fora.
Nisto ela dá um guincho e grita bem alto «VEM-TE DENTRO, seu filho da puta!».
Foi só voltar a espetar, e esvaziei logo o leitinho todo no fundo daquela pachacha boa.

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