064 ACTA DA 2ª REUNIÃO DA ASSEMBLEIA GERAL DAS TRÊS PUTAS

Como escrever a ata de uma reunião?
Primeiro, devemos escrever ACTA ou ATA, como ainda estamos no século XX escrevemos acta, quando virarmos para o século XXI havemos de ter uma escrita mais direta e escrevemos directo ATA, até tem menos letras.
Segundo, devemos desatar tudo e reportamos o que lá se disse, anotar o que não se disse, ficar com ideias para a próxima, e já agora não esquecer o que lá se passou.
Terceiro, é preciso ter ordem na sala, e por isso no divã sentaram-se a par as duas putas mor, a cadela infiel, e a cunhada que não deixa de ser uma grande vacória que encobre ao manso do irmão a esposa puta que lhe anda a pôr os cornos e emprenhou dum cabrão qualquer. Numa posição superior, nas cadeiras altas ficamos eu e a minha querida mãezinha, um de cada lado da mesa, e com uma visão de cima para baixo, tal como manda o manual, assim somos nós que podemos lançar um olhar mais intimatório e usar da voz mais grossa.

Declaro assim aberta a segunda ASSEMBLEIA GERAL DAS TRÊS PUTAS:

A mãezinha, juiz presidente desta contenda toma da palavra e pede à ré (puta infiel), que demonstre a evolução da gravidez, a advogada de defesa (cunhada da ré), insurge-se contra esse pedido, argumentando que se trata de algo muito intimo, o procurador do ministério publico (eu), contra argumenta, que estamos ali reunidos para resolver um problema causado pela puta da ré e que esta tem o dever de colaborar para podermos encontrar a melhor saída.
A ré concorda, mas arma-se em inocente, diz que não sabe bem, que para ela anda tudo bem, à excepção de lhe terem faltado as regras…
A juiza interrompe a santinha e diz-lhe que tem de colaborar mais… a puta da ré volta a enrrolar-se toda, mas a minha mãe é do caralho, manda-a foder e pergunta-lhe directamente, se ela sentiu alguma alteração no corpo nos últimos tempos, os sintomas normais de gravidez.
Perante a apatia das duas cadelas, ela especificou: mamas a crescer, com bicos mais grossos e duros, beiças da cona inchadas, grelo maior, alteração da cor da caverna para maduro tinto?
A ré não fazia ideia, nem sequer tinha reparado, o procurador pediu à ré que esclarecesse a questão, e esta acabou por dizer que só vendo, a advogada de defesa não se opôs e foram as duas para a casa de banho averiguar.
Voltaram pouco tempo depois, reconhecendo que não eram competentes o suficiente para verificar os sintomas, a ré pediu então à juiza que fosse ela a fazer a analise, levantou a camisola e mostrou as têtas, eram grandes como sempre foram, levantou a saia baixou e as cuecas, a minha mãesinha pediu que ela se sentasse de pernas escachadas no divã, mas não se conseguia avaliar nada, a cona era cabeluda e grande e as beiças estavam fechadas. Não se chegou a conclusão nenhuma, mas estavam todas de acordo que era preciso saber mais. Posição essa apoiada pelo procurador do ministério publico, que se apressou a defender que se devia ir até ao fundo da questão.
A Meritíssima Doutora Juiz do Tribunal do Juízo Putanheiro da Real Comarca das Aleivosas, levantou-se e ordenou à ré que se despisse, ordem essa que foi cumprida sem hesitação e de imediato para, gaudio e excitação do Magistrado do Ministério Pudico.
Sentada no seu trono a Meritíssima Juiza solicitou à Meretrizissima se aproximasse, já que assim ficava em melhor posição com a cara à altura do peito. Examinou-lhe primeiramente as têtas por apalpação, e por ainda não se mostrar satisfeita, chupou-as demoradamente e com avidez, uma e outra até repetir, até fazer um chupãozinho em cada uma das mamas.
O Digníssimo Procurador fez menção de intervir mas foi severamente advertido pela Juiz Presidente, de que se não se mantivesse sentadinho, sossegadinho e com as mãos em cima da mesa, para evitar possíveis tentações de se aliviar, seria de imediato expulso da sala.
A digníssima doutora juíza pediu então à distintíssima advogada de defesa que tivesse a bondade de desocupar o sofá divã para que a ré se pudesse escarrapachar toda lá para continuar o exame. O que ambas cumpriram sem hesitação.
O Procurador (eu) estava completamente perdido, ou melhor fodido, com as mão em cima da mesa, e a piça tão dura que deixava as cuecas molhadas e quase arrebentava com as calças. O espetáculo tinha mudado agora para o divã onde estava a puta da ré com as têtas de fora, de saia levantada, sem cuecas, e com a penca toda à vista. A juíza ajoelhou-se, passou as mãos pelas coxas da ré, e foi apalpando por ali acima até chegar à pintelheira e às bordas do pito.
Com dois dedos esfregou as beiças e abriu-as um bocadinho, e enfiou lá os dedos. Chegou lá a cara cheirou o bacalhau, e passou a língua no grelo. A ré gemeu alto e bom som.
A advogada de defesa insurgiu-se contra o facto de a juíza estar a ultrapassar os limites da sua jurisdição, a ré mandou-a calar, e o procurador aproveitou a confusão para passar a mão entre as pernas e aliviar-se um pouco. A juíza enfiou a língua pela rata da ré a dentro e esta gritou de prazer, a advogada atirou-se à juíza, e o Procurador para defender a querida mãezinha, agarrou na puta da prima pelas mamas, o que a fez acalmar logo.
Com a confusão instalada a juíza deu por suspensa a sessão...

Sem comentários:

Enviar um comentário