063 Que pito! Regá-lo, é um regá-lo.

Até pareciam que iam para a festa as três, todas bem arranjadinhas, e então a prima estava, mesmo um tesão, os botões da bluza quase a rebentar e a deixar ver o soutien, e aquela saia por cima do joelho, bem justinha a deixar notar aquelas coxas espetaculares, mesmo a pedir-las. E nem de propósito, ela ainda não sabia do estendal no cruzeiro, e eu ofereci-me logo para lhe ir mostrar. E claro que lhe contei todos os detalhes que interessavam saber, o mais apimentado possível.
Quando vinha-mos de volta a casa, fiz questão de fazer um desvio para lhe mostrar umas novidades, e nem foi preciso muito para a levar até ao palheiro da vizinha, mal lá entramos ela espetou-me um beijo na boca que quase me arrancava a língua, agarrei-lhe as coxas e fui por aí a cima sempre a apalpar terreno. Passei a mão por dentro e senti-lhe a pele quente e macia, desprendi os colchetes do soutien e soltei-lhe as mamas.
Atirei-me às têtas da vaca, aqueles botões pareciam que saltavam, pus a mão pelo pára-mamas dentro, e deliciei-me com a generosidade daqueles melões, mas a kenga queira mais, agarrou-me pela cabeça e eu mamei uma e outra aquelas chupetas grossas até sair leite.
Entretanto as minhas mãos iam tratando do resto, levantei-lhe a saia, e passei a mão entre as pernas, uma delicia. Cuecas de cetim com pintelhos a saírem pela renda fora, esfreguei-a bem até lhe sentir os contornos da greta, a toira torcia-se toda.
Puxei-lhe as cuecas para baixo e passei-lhe a mão pela racha, aquilo era fogo a arder, ela já arfava como uma cadela.
De repente, soltou-se e virou-me o pacote, empinhou-se e agarrou-se às tábuas do palheiro, com as cuecas pelos joelhos escachou-se o mais que pôde. Eu passei-lhe a mão entre as pernas a sentir aqueles papos de cona a saírem de entre as coxas e enfiei um dedo pela pita acima, abri a barguilha e saquei da piroca.
Arregaçei a moka e ela já se babava toda, esfreguei-lhe a cabeça no meio daquelas beiças rechounchudas, ela deu-me uma palmada e pediu que lha espetasse.
Que fome tinha aquela pita, perguntei-lhe há quanto tempo não apanhava no pito, depois de insistir ela lá se descoseu, que o filho da puta, só a come de vez em quando, ela abanava-se toda, e nota-se aquele pitinho está quase novo, um regá-lo, e melhor ainda quando ela se veio toda e com aquela boca me chupou a piça inteirinha pelo pito adentro, e eu nada mais pude fazer que não fosse regá-lo, esporrei-me até não poder mais enquanto ela gritava, tanto que até assustou as vacas e os bois no curral.
Quando saí de dentro dela, ela arfava completamente, puxou as cuecas pretas para cima, enquanto a pita pingava leitinho para cima delas, e diz-me ela: “Se aquele cabrão me volta a chegar a casa bêbado, logo à noite vou-lhe esfregar estas cuecas na cara, para ele ver o que é bom.”
Regressamos a casa, já bem arranjadinhos, mas não nos livramos das bocas por termos demorado, “Fomos ver as novidades na horta”, desculpei-me eu, mas a cara da puta não enganava ninguém, estava com aquele sorriso consulado, e até quando se sentou no divã ficou de pernas abertas e foi lá com a mão ageitar as cuecas, devia escorrer tanto que estava toda ensopada. Por sorte as outras não lhe ligaram a ponta dum corno.
Mas em poucos instantes o ar das cadelas mudou, assumiram uma postura mais séria, e depois de uns minutos a discutir umas com as outras, concluindo o obvio, que afinal eu já estava por dentro do tal segredo, acabaram por concordar que eu podia até quanto mais num fosse para pôr ordem no bordel e participar de mais uma:
REUNIÃO DA ASSEMBLEIA GERAL DAS TRÊS PUTAS 

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