060 A ressaca das conas esporradas

Saí de casa dos marretas já nem era de noite e nem ainda era de dia, algures por aí, na hora em que só os tolos andam na rua. Junto ao portão do quintal ainda estava parada a camionete da carreira, no meio da rua com as luzes ligadas e as portas abertas. Lá dentro o choufer com a cabeça em cima do guiador roncava e babava-se todo. 
Resolvi entrar para espreitar o ambiente, grande festarola teria passado por ali, pelo chão viam-se restos de comida, muitas garrafas vazias e roupa em tudo quanto era sitio. Cuecas e soutiens era um fartote, ceroulas, camisas, enfim muita coisa ficou para trás. E também ainda estavam por ali uns quantos últimos retardatários, aqueles que não se tinham conseguido arrastar até casa, que roncavam numa sinfonia que rivalizava com qualquer curral.
Ainda custa a entender a promiscuidade daquela gente toda, teria sido do só do excesso de álcool, ou serão todos sempre assim, uns putanheiros do caralho?!
A meio do autocarro saía de um banco um par de pernas grossas escachadas… a Ti Coisinha, quem diria a puta também foi, parece uma santinha e olha ela ali estendida com as têtas a sairem-lhe pela blusa fora, de saia arregaçada até à cintura, meias de vidro rasgadas entre as pernas, e as cuecas de esguelha a mostrar os pintelhos e umas beiças grandes a saírem pela cona fora.
Cheguei-me perto dela toquei-lhe para ver se acordava e como dormia que nem uma anjinha, fiz-me ao piso e apalpei-a toda, aquelas mamonas grandes com uns bicos enormes e umas aureolas grandes eram uma delicia, e a cona estava quente e melada, a escorrer esporra para o cu.
Eu até tinha feito mais, mas estava cheio de cagufa, o pai do Preto dormia num dos bancos da frente, e a mãe onde estaria?
Eu estava com medo, mas curiosidade também, e ainda haviam na camioneta mais uns quantos exemplares de mau caminho. O cenário confirmava o forrobodó que há-de ter sido o bacanal na Quinta do Arraial Minhoto, e pelo aspecto na viagem de regresso aqueles bancos nada devem ter ficado a dever a um bom bordel, desde pilas caídas a ratas a pingar havia de tudo, até um boné da guarda, algum cuco perdeu por ali a dignidade, vá-se lá saber que multa ele passou e em que racha ele a cobrou.
Quem procura sempre encontra e nos bancos do fundo estava um casal, o cigano e a mãe do preto, ele sem calças nem cuecas e com um grande pirilau que impressionava, mesmo murcho, ela com a cara em cima das pernas dele e com a boca à beirinha do dito cujo do gajo.
Mas do que eu queria ver, nada, a puta estava deitada no correr dos bancos de barriga para baixo.
Com cuidado apalpei-lhe o grande cagueiro e pus a mão pela saia acima até às bochecas do cu, um mimo, ela tinha as cuecas todas enterradas no rego. Ela gemeu e eu quase caí de costas com o susto. Esperei um pouco, respirei, ela remexeu-se e eu fiz a vontade ao meu tesão, voltei a pôr a mão entre as pernas e fui abrindo até conseguir meter cuecas...
Não lhe consegui ver a cona, mas apalpei bem, e cadê os pêlos, ou quase não tinha ou estavam… aparadinhos, e que puta de beiças, uns papos de cona de tirar o folego a qualquer um, e assim sem pentelhos a estorvar, era para foder e chorar por mais, enterrei lá os dedos, estava completamente untada.  
Ainda lhe tirei as medidas às mamas, mas tinha de ficar por ali, já estava a ficar difícil de mater a piroca dentro das calças com o tesão.
Penso nisto e vem-me logo à ideia da Toira da mãe do preto de cerveja na mão, com as tetas enormes de fora de bicos grossos e duros, e com aquela cona rechonchuda toda aparadinha, a apanhar com o caralho teso e grande do cigano, e a vomitar leite por baixo,.. quase me venho todinho só de pensar.

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