059 Não é nesse buraco, mete-ma no redondo!

A grande vaca estava a encher-me as medidas, e eu já não podia mais com aquilo. Foi do caralho, eu não queria por nada fazer aquilo.
E estavamos ali os três e um alguidar de àgua morna, a puta escachada de joelhos no chão e debruçada na cama, a filha só lhe faltava por-se de joelhos para eu lhe fazer mais aquele frete. E parecendo que não até que nem era má ideia, a muida podia por-se ali de joelhos e fazer-me um daqueles broches como eu vi fazer lá no cinema.
Finalmente chegamos a um acordo, eu lavava-lhe a cona à mãe e ela dava-me a cona no fim.
Foi um acordo mais que justo, aquela puta estava toda melada, mas era uma delicia esfrega-la assim  toda, essaboei-lhe bem as coxas e as nádegas, as fressuras entre as pernas, e o meu mastro ficou logo levantado.
Assim a puta já valia mais cinco croas, passei águinha e esfreguei de novo, para ficar mais cheirosa, e esfreguei bem, pelas bordas e pelas fressuras acima, uma maravilha aquela pitarreca. Dois dedos pela cona acima e a puta escachou-se ainda mais. Aquela racha era bem grande, ajeitei mão e entraram quatro dedos dentro daquela caverna humida, passei a mão por água ensaboei bem e atrevi-me a meter lá a mão toda, entrava que nem um mimo, a puta gemeu que parecia uma vaca.
Olhei para a miuda que estava do outro lado da cama pronta para lavar as partes baixas ao paizinho, ela mandou-me um olhar de fome, aí eu percebi que estava à vontade, e aproveitei logo para me aproveitar, e comecei a apalpar mais a velha do que a lavá-la. Eram um mimo aquelas coxas e aquele cu, e aquelas fressuras penduradas entre as pernas dávam-me um tesão de ficar cego, a piroca já pingava de fome.
A miúda também não ia nada mal, de inocente não tinha nada aquela rameira, esfregou tão bem o pau do pai que ele ficou bem teso, e aquela lavagem não ficava a dever nada a uma boa punheta, eu é que já não aguentava mais, a minha piça já suspirava pela rachinha virgem da filhinha. Mas ainda me faltava lavar aquela coisa, e por mais me custasse tinha de ser, ensaboei bem a mão esfreguei lá um bocadinho e depois fui lá só com um dedo. Mal lá toquei a vaca mexeu-se toda.
Aquele olho ali assim aberto a olhar para mim, e eu sem saber o que fazer. Enfiei-lá o dedo pois então, entrou que foi um mimo, por aquele cu a cima. E não doeu, nem devia, nem a mim nem à puta, claro.que uivou que nem uma cadela, e lavei-lhe melhor ali o redondinho pois entao que ela bem merecia, tres dedos ali assim bem enfiados e aquele cu ainda ainda tinha pregas, grande vaca me saiu aquela puta.
A muida continuava na sua limpeza, baixou as cuequinhas e com uma mão esfregava a rachinha e com a outra continuava a lavar o pau ao velho estava também a tentar desentupir-lhe o escroto, grande punheta, e o cabrão dormia bem profundamente tal era o pifo.O pifo e o pifaro porque a mãe não tardou muito a tirar-lhe o doce da mão para o emborcar todinho com a boca, mas durou pouco porque a puta estava ébria que mal se aguentava.
E que bom proveito estava eu a tirar daquilo, uma mão a alisar o pau bem teso e outra com o dedo grosso a consular o cu da velha e os outros quatro bem enterrados nas fressuras que se bababam todas.
A vontade de lhe espetar com a piça numa daquelas aberturas era mais forte que eu, e a promessa da filha de me deixar tirar-lhe os três era a unica coisa que ainda me travava. Pelo menos até a putita saltar para cima do pai.
Não é que a vitelinha puxou as cuecas para o sitio e montou-se no velhote. A piça dele a enterrar-se nas cuecas dela, grande cabra. Eu já ia todo lançado com a o pau como uma seta em direcção à racha da vaca mãe, quando ela grita: “espeta-o todo ó filho da puta, de que é que estás à espera… não é nesse buraco, mete-ma no redondo!!”
Foi do caralho ao ar, a putita ofegava e esfregava-se furiosamente no pau do pai, eu não pudia mais, a puta que a pariu queria apanhar no cu, mas eu nem por sombras a queria enrabar, pensando melhor o olho do cu seria seguramente mais apertado que aquela cona folgada, mas ir-lhe ao pacote é que não.
A velha apanhava na cona mas ralhava e praguejava, queria porque queria apanhar cagueiro, ela que fosse à merda, que à merda não ia eu, e bombei naquela racha até a esporrar toda, e como ela urrou. Escorri todo até sentir os tomates a ficarem vazios, e acabei por cair redondo em cima velhota, com a cabeça bamba ainda a tempo de ver o cabrão esguichar que nem um boi e a filha contorcer-se toda enquanto se esfregava na langonha.

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