058 Ai filhinho, agora limpa-me a pita!

Um calafrio trespassou-me de alto a baixo, agora é que eu estava fodido, disfarcei e voltei a cara para ela não me reconhecer, na esperança de que não fosse tarde de mais, a cadela tossiu, pirragueou lá foi dizendo em voz rouca que precisava de ajuda para mijar, procurei debaixo da cama pelo penico, puxei-o para fora e amparei a cabra que se atirou da cama abaixo e quase se espalhava toda.
Agarrei a velha por trás e segurei-a mesmo pelas têtas, umas mamas gordas e grandes, com bicos grandes e duros, depois de algumas voltas e sem a largar e a apalpar acabei por ter de me pôr frente a frente com a mijona. Segurei-lhe pelos braços e pelas mãos, e ajudei-a a baixar-se para o bacio. Um sonho de olhos abertos ver ali aquela puta toda nua assim de cocoras, coxas bem escachadas e no meio aquela rata de pintelheira preta manchada de langonha, e ainda por cima a poder pôr-lhe a mão em cima à vontade, que delicia.  
Mas não é que a puta agora não mijava, cheguei a pensar que tinha perdido a vontade, mas era lindo de se ver, ela abanava-se toda e à medida que mexia o rabo e as coxas a cona abria um bocadinho e fechava, por fim a vaca soltou uma das minhas mãos que a amparava e foi com ela à cona, passou os dedos pela mata esfregou bem e quando acabou tinha a pintelheira rachada a meio e as beiças da cona bem abertas de par em par amparadas pelos dedos dela em forma de vê (ao contrário).
Finalmente lá pingou um xixizito, e escorreu, aos poucos começou a esvaziar a bexiga, e aumentou. Aquilo era de repuxo, esguichava uma urina que fumegava, a vaca mijou tanto que até parecia que se estava a derreter toda, muitos quartilhos de vinho deve ter emborcado a puta, e mesmo depois de acabar ainda deu uns pulinhos para pingar o restinho.
O bacio ficou meio de mijo amarelo com espuma branca, até parecia cerveja, mas deitava  um cheiro forte, ui, ui. Mas eu nem me importava a minha atenção estava só num sito, os meus olhos estiveram todo o tempo apontado entre as pernas da cadela, colados àquela rata. Já era impossível conter o tesão, a minha piroca estava completamente varada e a cabeça já espreitava pela portinhola das ceroulas, estava capaz de a foder mesmo naquele estado.
Nesse entretanto, para esfriar a coisa... chegou a filha, que se apressou a pegar no bacio, abriu a janela e apoliou o conteúdo janela fora directo ao quintal.
Nesse entretanto e fiquei com a puta agarrada a mim, a tentar ampara-la, sem sequer me preocupar que ela sentisse a minha tusa. Ela estava muito mole e eu já não aguentava, tentei pô-la de volta na cama, mas qual quê ela aterrou de joelhos no chão e com o corpo em cima da cama. E eu quase caí em cima dela, acabei de joelhos atrás da velha com o nariz quase enfiado na peida dela.
Mas aí fiquei arregalado com o que tinha mesmo à minha frente. Primeiro e logo a chamar à atenção os meus olhos foram parar àquela racha, bem rosada e a luzir de bem untada que estava, com as beiças bem abertas e a ver-se tudo para dentro, cabiam lá à vontade umas duas piças tesas de uma só vez. Depois aquele cagueiro enorme, assim aberto ficava o rego do todo espalmado, e um olho do cu que para não destoar era uma rodinha grande rodeada de preguinhas escuras com um buraco aberto no meio onde entrava um dedo à vontade. O que me levou pensar que naquela noite não teria sido só a cona a ter muitos clientes pelo aspeto melado também aquele cu terá tido algum trabalho.
Mas não era só eu que estava interessado, a filha veio logo para o meu lado e estava cheia de curiosidade, tanta que até já me estava a alisar o pau. E eu estava quase tentado em perder o tino e montar ali a meretriz. Só me apetecia era a agarrar na piroca e enfiar por aquela racha a dentro, ou até perder de vez a cabeça e experimentar comer aquele cu, enterrar lá a piça até bater com os colhões na cona, e enraba-la bem até me esporrar todo.
Mais que pensar o melhor era fazer, e não estive com meias medidas, a mãe que ficasse a pensar que tinha sido o filho que lhe tinha ido ao pito, e a filha que estivesse bem caladinha que ainda sobrava para ela...
No meio desta excitação, estava já eu a preparar o mangalho para atacar a cona, quando a puta da velha solta um pu, e se fosse isso só, mas não,... Óh caralho! eu ainda bati com a cabeça na parede com a velocidade com que tive de fugir de um valente peido, e mais una quantos. A puta da velha largou-se toda, o fedor era tal que até parecia que tinha morrido ali alguém.
Fugi-mos os dois do quarto para fora. Perdi logo o tesão todo e fiquei com a pilinha completamente murcha e a pingar. Ficamos no corredor, e dali nós só a ouvia-mos a remorder, uma vez por outra notava-se que a malcriada praguejava, pelo menos a entendia-se o ...DA ...ALHO e a ...UA ...UTA. Entretanto tentei escutar melhor para ver o que se passava, a Puta da Mãe estava a chamar pela Puta da Filha.
Como a virgem filha da puta se recusou, e mãe puta que a pariu, já não se peidava, fui lá eu ver o que se passava, e diz-me a cadela:
- Ai filhinho, agora limpa-me a pita!

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