057 A Virgem “Devagarinho que eu ainda não estreei.”

Deitei-a na cama e cobri-a, e dei-lhe mais um beijo na boca, antes de a deixar, e lá voltei eu ao quarto dos pais dela, nos poucos passos que dei ia de cabeça no ar a recordar quela noite de doidos, aquelas coisas a virem-me à ideia, a converseta e o vinho, as putas nas revistas porno, as cuecas oferecidas e esporradas, aquele ensaio tinha sido divinal.
Depois de eu ter despachado o preto, a miúda certificou-se que o irmão estava a dormir, e levou-me para o quarto dos pais, quando lá chegamos ela começou logo a tirar a roupa, mas ainda antes dela terminar, já eu estava despido e de pau feito enfiado na cama. Quando ficou nua ela pôs-se à minha frente a mostrar-me o corpo, é bonita e boa sem duvida, de cara linda e cabelo curto, magrinha, de mamas redondas e cheiinhas, uma mata pequenina e um rabinho bem empinado a dominar duas coxas bem fortes.
Insinuava-se toda sem tirar os olhos de mim, e eu sem tirar os olhos dela, já me babava quase tanto pela boca como pela picha. Nisto ela pegou numas cuecas abertas e numa combinação transparente da mãe, que ainda estava por arrumar, vestiu-se e enfiou-se na cama ao meu lado.
Beijos, carinhos, caricias, apalpões, chupões, um pouco de tudo. Ela parecia fascinada com a minha piroca, e assim se deitou ao meu lado agarrou nela e não a largou mais, até ensaiou dar-lhe uns beijinhos, mas muito ao de leve. Eu não me fiz de rogado e aproveitei apalpei-a bem apalpada, pela racha das cuecas enfiei uma mão para lhe apalpar a cona, de pintelhos macios e os lábios cedosos, uma delicia. Assim que os meus dedos começaram a entrar pela pita a dentro, ela fechou as pernas e soltou um gritinho agudo, a mão dela quase estrangulava a minha piça.
Passei então ao ataque na parte de cima, apalpei-lhe bem as têtas, e enquanto sugava os bicos, e as mamava todas, ela divertia-se a tocar-me ao bicho. Era a puta da loucura total, eu já não aguentava mais, saltei-lhe para cima, meti-me no meio das pernas dela, levantei-lhe a camisa de dormir e apontei o mangalho às rachas, isto porque ela recusou-se a tirar as cucas da mãe, estava decidida a ser assim.
A mão dela é que não largava o meu pau, e com jeitinho lá o guiou para a racha das cuecas mesmo à entrada dos lábios da pita, eu bem fazia força mas ela segurava, e pediu-me ela “Devagarinho que eu ainda não estreei.”, eu quase rebentava, ia inaugurar uma virgem.
Fui insistindo mas ela não a largava da não, sentia a cabeça da piça a roçar nas beiças da pitinha mas ela não a deixava entrar. Aquela coisa estava a deixar-me doido, à beirinha de tirar os três àquela coninha, mesmo próximo de a estrear. Ela arfava e suspirava, gemia, soquei a piça com mais força, deve ter doido, e ela gritou bem alto.
Eu não podia abusar o irmão dela podia acordar e eu estava fodido, apanhava ali um arraial de pau que era um mimo, refreei os ânimos e continuei mais suavemente, sentia a gaita roçar com mais força, era uma delicia a glande a esfregar-se naqueles lábios macios, eu quase que conseguia sentir entrar, mas nada, ela aguentava-se bem, e quem não se aguentou fui eu que à custa daquela punheta me esporrei todo em cima daquela matinha de pintelhos macios.
Acordei para a realidade quando entrei de novo no quarto dos pais dela,, acendi a luz e até pareceu mais fácil do que eu pensava, a cama estava desfeita com os cobertores ao fundo e foi só puxar pelas orelhas dos lençois, mas estava eu já a virar costas quando uma não me agarrou, a puta da mãe dela tinha acordado…

5 comentários:

  1. já esteve melhor , mais por favor

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  2. Caros Leitores,
    a falta de tempo dá nisto,...
    mas porque vcs merecem, brevemente serão brindados com mais.
    Obrigado pela v/ preferência.
    PV

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    1. Fale mais em galochas, currais, campo... ruralidade tipo "Os grelos da jornaleira" Obrigado!

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  3. Muito bom , fale mais das velhas do campo da avó , adoro ler sobre pois poucos são os que falam e quem goste igual , muito obg.

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