056 Uma Fanfarronice Fodida

Uma buzina distante despertou-me do sono dormente em que me encontrava, e era tão bom  estar ali, erroladinho no quentinho, agarradinho a ela, não era um sonho. Estavamos os dois nus, eu tinha a cabeça em cima do peito dela bem em cima das têtas quase que a conseguia mamar dali, passei-lhe a mão pela cona, aquela pintelheira estava completamente melada, fui subindo, a minha mão escorregar aquela pele macia, e só parei no bico da mama.
Ainda na sonolência ouvi um novo barulho cada vez mais perto, era tão familiar que me confundiu os sentidos, não havia duvidas era o roncar do motor do camião do meu pai, e parou ali mesmo ali ao lado, mas... estaria ele lento, ou não travou bem, o estampido do ar parecia mais frouxo, ou havia algo de errado...
Foi aí que chegou o pesadelo, o som de portas e vozes, acordou-nos completamente, e um instante depois estavamos os dois a saltar pela cama fora, a miuda acendeu logo a luz, eu enfiei as ceroulas, e agarrei no resto da roupa num manado, ela estava à minha frente nua e completamente paralisada, completamente, os olhos dela escorriam lagrimas de medo.
O pessoal da excursão sexual à quinta das orgias, estava de volta.
Os pais dela já tinham entrado em casa e estavam na cozinha numa fanfarronice fodida. Eu estava encurralado, não tinha por onde fugir, do lado de fora da janela ouvia mais vozes de gente ainda a sair da carreira, ainda fui espreitar à porta do quarto mas se saísse para o corredor arriscava-me a ser visto.
Só tinha uma escapatória, era meter-me debaixo da cama, chutei as minhas roupas para lá, mas continuava de olhos postos na miúda, cheio de pena dela, principalmente depois de tudo o que ela tinha acabado de me dar, e ela ali parada, completamente aterrorizada, dei-lhe um beijo nos lábios e pedi-lhe ao ouvido para agir normalmente, tentei enfiar-lhe a camisa de dormir pela cabeça abaixo, mas ficou entalada no pescoço, nem as mamas lhe tapei, e já nem tive sequer tempo sequer para me esconder.
Nesse instante entram quarto a dentro, os cabrões dos pais dela.
Um trinta e um do caralho…
Vinham bêbados que nem um cacho, ele de caneca na mão para “molhar a palavra” no resto do vinho da nossa festa, e ela “cu a garganta seca, cu a garganta seca”, aqueles olhinhos de quem já não vê um palmo à frente dos olhos, de pernas arqueadas e a ampararem-se nas paredes, para não caírem redondos no chão.
E aqueles andamentos?!
Ele a tentar um ar sério, de colete vestido do avesso e uma ponta da camisa a sair-lhe pela braguilha das calças aberta, juntamente com a ponta da gaita, murcha, de cabeça arregaçada e toda melada.
Ela com a tal bluzinha transparente toda desabotoada (nem era preciso) sem soutien, a mostrar umas têtas de luxo, volumosas, de aureolas castanhas e grandes e uns bicos tesos e grossos. Mal entrou no quarto, largou a mão que segurava o fecho aberto da saia rodada, e esta caiu ao chão dexando ao léu umas generosas coxas grossas, e o ninho da rata mais branco do que preto, sinal de que a puta tinha dado bom uso à cona tal como seria de esperar.
Eu nem abri a boca, eles passaram por nós, disseram as boas noites,a piela era tal que me confundiram com o filho e nem reparam nos preparos da filha, e assim que chegaram à cama, caíram redondos.
Ficamos ali os dois feitos palermas a olhar para a cena.
Pelo aspecto devem ter fodido a torto e a direito, aquilo há-de ter sido o grande bacanal do Arraial Minhoto com putas e vinho verde à descrição e o Autocarro Bordel, com animação à meia luz estilo Casa de Alterne,estofos esporrados, e cadelas a saltar de colo em colo, com a cona a rolar de piça em piça.
Apaguei a luz do quarto e emporrei a garota pelo corredor adiante, passamos em frente ao quarto do marreta do irmão que ressonava que nem um porco, seguimos mais um pouco, e quando entramos no quarto ela fechou a porta, tirou a camisa que lhe tinha ao pescoço e voltou a ficar nua à minha frente, aquele corpo gostoso, toda boa. Agora eu posso dizer, com toda a certeza, que a cachopa sai mesmo à puta da mãe.
Ela agarrou-se ao meu pescoço, abraçou-me, beijou-me o pescoço, e já as minhas mãos andavam a explorar, os montes e vales cedosos do seu rabo, quando ela se lembrou, que tinha deixado os cabrões dos “queridos paisinhos” ao frio, “haviam de ter ficado cobertos”. Ora gentil cavalheiro como sou, ofereci-me de imediato para ir lá fazer esse frete. Mas foi à força, porque estava mesmo com vontade de lhe ir ao pito outra vez, porque só de me lembrar da primeira foda que lhe dei já estava outra vez de piça tesa e cheio de fome.

4 comentários:

  1. Muito bom !!! Aguardo mais

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  2. Não vai ter mais então ?

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  3. Brevemente... muito brevemente, este blogger, precisa de se dedicar também a outras atividades mais... onerosas.

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