055 O verdadeiro Arraial dos Fodilhões

Saiu ontem cá da terra uma excursão a essa grande novidade o tal Arraial Minhoto das mil e uma farras, lá para o Norte, para os lados de Viana do Castelo, toda a gente fala muito disso, dizem que é só diversão, comer, beber e dançar, até cair para o lado. Claro os pais do marreta e do preto, só foram lá para isso, mais nada.
Estavamos os três a discutir isto em casa do marreta, fechados na sala para a irmã não nos poder ouvir, para ele, ela será sempre uma miúda, embora já seja mais mulher que muitas que por aí andam, era sábado à noite e nada melhor que uma caneca de vinho, umas azeitonas e uns tremoços para deitar conversa fora.
E queriam querer aqueles dois anjinhos que os santíssimos pais deles, não iam lá também para o bacanal, pois dizem que chega a ser uma badalhoquice das boas, para lá na camioneta para abrir o apetite é a cantar daquelas canções maliciosas, e que aproveitam logo para se miscarem uns aos outros, e alguns até já trocam par, de mulher e de marido a meio caminho. Já no arraial dizem que aquilo é uma boda, comida e bebida, até dizer chega. São fêveras em cima da mesa e fêveras por baixo da mesa, aquilo é um tal apalpar, não há cuecas que resistam, tanto que até as mulheres que ainda as levam vestidas de casa, ou as tiram pelo caminho, ou as vão tirar mal lá chegam. Um forrobodó total.
Os meus amigos, ouvir-me ouviam, e saber disto até já sabiam, e até mais, mas estavam mais interessados na minha coleção de revistas porno, à beira daquelas a Gina parecia um qualquer almanaque ou fotonovela brasileira daquelas ainda a preto e branco, eu já tenho três bombas alemãs e uma espanhola que sorripiei ao meu pai e mais duas francesas, do melhor, que me deu o manso. Tudo revistas impressas em folhas de boa qualidade, a cores e limpinhas, nada de esprradelas pelo papel fora.
Começou o marreta, meio a medo a contar, que ouviu a mãe dizer ao pai que não se metesse, no que ela ia fazer, que ele podia meter-se com quem quisesse e fazer o que quisesse, mas ela tinha de galar o compadre até ele lhe comer o pito.
Dito isto ficou muito envergonhado, bebemos mais um copo, discutimos um bocado sobre putedo e vadiagem, e tive de o convencer mas aquilo que a mãe dele queria fazer não é a mesma coisa que as putas fazem na mata, essas davam a cona por dinheiro, mas dar a pita por gosto é coisa de senhoras damas. Já mais conformado lá continuou ele a dizer que gostou de ver a mãe quando saiu toda aperaltada, sem soutien, de blusa fina quase transparente e com um casaco de malha só para disfarçar a vergonha, as têtas de bicos tesudos quase ao léu, que ele bem espreitou. Mas só agora aquele grande marreta tinha chegado à conclusão de porque é que ela tinha levado aquela saia, curtinha, por cima do joelho, como a das mulheres da Nazaré, assim bem rodada, para ser mais fácil de pôr a mão por baixo, e apalpar a rata, ou na aflição final, quando ela se encostasse à parede, o cabrão só tinha de lhe levantar a saia para a foder, porque as damas também gostam de apanhar por trás como as vadias.
O preto, de revista na não mostrava uma enorme piça enterrada numa cona bem rapadinha, para provocar o marreta, e para picar ainda mais o amigo, dizia que a mãe dele devia ter uma pintelheira tão negra como um ninho de ratos, e que de certeza já tinha saído de casa sem cuecas nem nada. Quanto aos pintelhos o marreta nada podia afiançar, mas deixou-nos com duvidas, já em relação às cuecas, podiamos sempre tirar a questão a limpo, porque de certeza ela tinha levado as cuecas novas rendadas, que ele vira a comprar nos ciganos da feira de Espinho.
Fomos ao quarto dos pais e ele abriu a gaveta da roupa interior, aquilo é que é uma coleção de respeito, nunca eu tinha visto o tal, para-mamas enormes, camisas de dormir transparentes, combinações de cetim, algumas cuecas de velha, as tais cuecas rendadas, e espante-se, quatro pares de linda e sedosas cuecas abertas, mesmo à badalhoca.
Escusado será dizer que tive de lhes estar a explicar para que serviam, mais curiosos ficaram eles, mas ficaram sem saber porque é que eu sabia. Porque, sorte a minha, nos entrou quatro a dentro a irmã do marreta, e apanhou-nos com a boca na botija. Ainda tentamos disfarçar mas não adiantou de nada, ela exigiu voltar connosco para a sala, tinha estado a escutar-nos e queria porque queria, voltar connosco para a sala e ver também as revistas, ou contava tudo e mais alguma coisa aos pais.
Tivemos de ceder à chantagem e voltamos para a sala, o marreta foi à adega encher outra caneca, e trouxe também um cartuxo de amendoins. O preto e o marreta estavam os dois sentados no sofá grande, eu tinha ocupado o outro e a moça estava sentada no chão em cima de umas almofadas, a saia subida acima dos joelhos a mostrar um bocado das coxas cheias e a blusa repuxada pelo volume das mamas, já me estavam a causar fatio. Equele maduro tinto era bem melhor que o branco, empurrava bem os amendoins, e subia à cabeça num instante. Contudo a irmã do marreta preferia o verde branco, mas, vista assim de cima, notava-se que já estava bem madura, e até era moça para dar umas quecas.
O irmão tinha escondido as revistas debaixo do rabo e insistia que ela não as podia ver, ela continuava com as ameaças, mas o ambiente era bem mais descontraído, fomos trocando umas piadas, contando umas anedotas picantes, e para provocar, e animar eu até me aventurei a dizer algumas marotices maiores.
A conversa voltou a esmorecer e quando demos conta o marreta já ressonava. Fui com a irmã levá-lo ao quarto e quando voltamos o preto estava com uma revista aberta, frente a uma cona arregaçada, de magalho na mão a tocar ao bicho. A moça não tirava os olhos da piroca dele, e eu pedi-lhe que fosse fazer isso para outro lado, foi difícil de o convencer até porque a miúda não ajudou. E tive de o deixar continuar ali a punheta, para meu maior espanto, e para ajudar à festa, a gaja levantou um pouco a saia, meteu a mão por entre as pernas, sacou as cuecas e pediu ao preto que se esporrasse nelas. Dito e feito, até eu estava a morrer de tesão, ele esporrou-se, tanto que esguichou as cuecas e fora delas.
Por fim, emprestei-lhe a revista que ele estava a ver e ele foi embora para casa todo contente.
Senta-mo-nos os dois no sofá grande, eu encostei-me todo a ela que nem fez caso, íamos esfolhando as revistas uma por uma, página por página, ela toda contente, e eu também, porque me ia esfregando bem nela. A moça estava toda curiosa, e fez muitas perguntas marotas, ui, o tesão com que eu estava. Entretanto começamos a trocar uns beijinhos, uns carinhos, e as minhas mãos já exploravam tudo o que podiam, aquelas formosas têtas redondinhas, e as coxas que continuavam apertadinhas não obstante as minhas investidas para lhe chegar ao ventre, mais depressa encontrou ela me abriu a barguilha e encontrou o meu pau.
Quando a deitei no sofá, ela recusou-se, ali não, tinha-mos de ir para a cama grande, para quarto dos pais.

10 comentários:

  1. essas idas ao "Arraial Minhoto" é mesmo assim, ou isto é só história?

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    1. Isso dependia da companhia, o que é curioso!

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    2. Como em todas as excursões, dependia da companhia... de quem lá ia.
      Uma vez, numa excursão a Badajoz, apanhei uma fodilhona que a cada paragem comia um gajo diferente, e na terceira vez que obrigou o motorista a parar o autocarro para mijar (e ainda nem sequer tinhamos feito a paragem da praxe na Benedita), a puta não fez por menos e pagou com a cona a bandeirada ao choufer.
      O mijar era só um pretexto, o cornudo do marido recusou-se a vir com ela no passeio e ela para se vingar resolveu começar a foder a torto e a direito. Com o condutor foi de esguelha atrás de uma árvore, com toda a gente a assistir da bancada da camioneta, ela de saia arregaçada e cuecas pelas canelas e ele a dar-lhe por trás à força toda. E com direito a serviço completo, essa grande novidade que fez corar muitas galdérias de mamar a piça, e no fim do broche, fazer o cabrão esporrar-se nas têtas.
      Para muitos dos que lá iam aquilo era novidade, sexo ao vivo e a cores, para outros, talvez nem por isso, porque quando a camioneta parou no bigodes já muito se tinha comido, e o bacanal era total, uma autentica orgia, com troca de casais (swing), ménage à trois, e companhia limitada... enfim a felicidade em forma de javardice.
      Curioso foi o que aconteceu a seguir, mas o resto fica para uma proxima... se me lembrar.

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    3. A seu tempo, será tempo, de se matar essa velha curiosidade...

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    1. A continuação chegará, e vai ser de ler e chorar por mais!

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