054 Quem não caça Gata, caça Rata

Finalmente o meu pai e o corno manso foram embora, partiram esta madrugada bem cedo para França. Ontem fomos para a cama com as galinhas, deita-mo-nos mal tinha anoitecido, supostamente por termos de nos levantar muito cedo, mas foi mas é para as despedidas. Os meus pais passaram a noite toda no truca truca, devem ter fodido mais estes dias que em todos os anos de casados.
A minha mãe nem sequer se levantou da cama para se despedir dele, pudera deve ter ficado a dormir toda consolada de bejelga escachada e a pingar leite. Era ainda bem de noite, e eu lá fui ainda com um olho aberto e outro fechado ajudar a carregar sacos de roupa e caixotes de farnel para a viagem. Despachei com gosto os dois empecilhos, quanto menos pirocas por aqui andarem, mais pitas sobram para comer.
Fiquei junto ao muro a observar o TIR ir embora, a pensar que até seria bom acabar a noite na cama da minha mãezinha não estivesse ela já bem untada, quando as luzes do camião iluminaram a estrada vi o meu vizinho e a mulher a passar em direcção aos campos. Gente de trabalho que se levanta muito cedo, ele de enxada na mão e ela bem carregada com um grande saco às costas. Lembrei-me então de uma pitinha bem fresquinha e ainda virgem à espera de ser desflorada, da gata da minha namorada. A ocasião faz o ladrão, saltei logo o muro e pus-me a caminho.
Cheguei a casa deles sem saber como fazer para entrar, mas fiquei a saber que andava sempre muita gente por ali de noite, a padeira já lá tinha passado, o saco do pão estava pendurado na porta da cozinha. Enfiei o dedo no cordel do trinco da porta, empurrei, e tinha a porta aberta para ir dar uma trancada. Eu não conhecia a casa e estava escuro como bréu mas também não queria acender luzes para não chamar à atenção, por isso segui às apalpadelas pelo corredor, ia contando as portas pelo mesmo numero das janelas da casa, mal podia esperar por apalpar a minha querida.
Entrei no quarto e voltei a fechar a porta atrás de mim, fiz um esforço por me concentrar e consegui distinguir a cama e um vulto deitado, no maior silencio tirei as calças e arreei as ceroilas, a minha piça latejava de tanto tesão. Pé ante pé com muito cuidado, sempre a apalpar abri a cama e enfiei-me no meio dos lençóis.
No meio de tanta escuridão nem adiantava ter os olhos abertos, e para continuar com este sonho, fechei os olhos e continuei acordado. Passei a mão pelo pêlo da minha gata, estava morninha a minha namorada, senti-lhe a camisa de dormir grossa e as costas, estava a dormir de lado. De mansinho fui baixando a mão passei por cima do rabo até onde acababa o tecido, assim que lhe senti a pele das coxas tirei a mão. A minha piroca já se babava toda de excitação. Continuei a exploração, pela parte de cima passei a mão ao de leve em sentido contrário, contornei o braço dela, cheguei-me mais um pouco e senti-lhe as mamas.
E que mamas, grandes têtas, grandes de mais, e aqueles enormes bicos que eu sentia por cima do tecido da camisa, levado pela excitação resolvi meter melhor a mão e apalpar bem. Alguma coisa ali não batia certo, voltei a apalpar-lhe o cu, baixei a mão e enfiei camisa acima pelo meio das pernas, senti-lhe o monte da pintelheira. Voltei a apalpar-lhe a bunda, para poder ter uma ideia melhor, enterrei a mão no rego do cu, e senti-lhe o buraco e as peludas beiças da greta a sair para fora. Era um tesão mas… eu estava agora com os olhos abertos e completamente em pânico, eu estava na cama errada, aquela não era com certeza a gata da minha namorada, mas afinal quem era aquela rata?
O meu corpo imóvel estava num completo alvoroço a minha cabeça queria enterrar-se no colchão de folhelho desaparecer dali, a minha cabeça da piça queria desesperadamente enfiar-se naquela gruta e foder até não poder mais.
Esperei e resolvi escutar para ver se a xiba estava a dormir, a respiração estava certinha, não havia duvidas, ela dormia, mas a duvida continuava a atormentar-me, voltei a apalpar-lhe as têtas e ela virou-se, ficou de barriga para cima e começou logo a ressonar. Agora não havia duvidas eu estava na cama da minha sogra, que roncava como uma porca.
Resolvi então aproveitar para lhe voltar a explorar o corpo, comecei por baixo, pus a mão por dentro da camisa e subi a apalpar das coxas até à pintelheira, as pernas estavam muito juntas e não dava para sentir muito para dentro da racha. Tirei a mão afastei-lhe um bocado as pernas, e voltei à carga, agora já lhe conseguia sentir bem uns papos de cona, bem cheiinhos, com duas enormes baiças a sair para fora, a pita estava quente mas sequinha, tinha passado fome naquela noite. Espetei-lhe um dedo na racha e fiquei ali a sentir aquele veludo, depois continuei fazendo o reconhecimento do terreno e dei com o grelo, o maior do alfobre, até gostava de o ter visto, assim só a sentir, diria que hão-de andar por aí alguns machos com pilas mais pequenas.
Tudo naquela mulher era em grande, por isso deixei o melhor para o fim, aquelas mamas, difícil era chegar-lhe, tentei meter a mão pela parte de baixo da camisa de dormir, mas ela prendia não subia, por cima da camisa até era bom, mas eu queria mais.
A vaca continuava a ressonar, e eu já só pensava em em chupar aqueles bicos, por isso comecei a desabetoar-lhe a camisa, foi difícil, mas consegui. Meti a mão pelo decote a dentro e deliciei-me a apalpar aqueles seios, e os mamilos. Por fim arranquei a têta do meu lado para fora, ageitei-me melhor e com a cabeça toda debaixo da roupa fui mamar. Aquele mamilo era enorme, grosso e grande, parecia um bico de biberão. Eu queria ser outra vez bébé e mamar assim numas têtas daquelas enquanto me consolava esfregar a piça tesa e a apalpar a racha agora já úmida.
Corria tudo muito bem quando senti a mão dela a agarrar-me na cabeça, fiquei assustado e larguei logo tudo, no meio desta confusão ela levantou-se da cama, encolhi-me logo todo e deixie-me ficar debaixo dos lençóis à espera de apanhar porrada. Mas não… ouvi o roçar do esmalte na madeira, e o esguichar da pachacha acompanhado de um enorme trovejar seco de uma série de peidos. Aproveitei enquanto ela estava a mijar para o bacio para me esticar na cama e me mexer para a ponta. Ouvi outra vez o penico a zurrar no chão e diz-me ela, com voz rouca e meia tremula:
«Ainda bem que não foste outra vez com a puta da padeira, olha que era desta que te cortava mesmo a gaita!»
Quando ela começou a falar eu gelei, mas assim que ela terminou, senti um alivio incrível.
Não tardou muito que a vaca voltasse para a cama, deitou-se a meu lado e apalpou-me até encontrar o pinto duro, puxou por ele, e eu não tive outro remédio, fui-me a ela. Assim que a montei notei logo que ela estava nua, passei-lhe a mão e senti-lhe a pele dura. Mas a cadela não estava para festinhas e tratou logo de procurar o meu pau e apontá-lo à bixana.
A caverna estava completamente encharcada e o meu mineiro entrou lá de cabeça à primeira. A gruta da minha sogra é mesmo folgada, ela estava de pernas abertas a apanhar no pito toda consolada, mas acredito que numa boca assim coubessem dois cacetes ao mesmo tempo.
A cabrona gemia bem alto, e enquanto mais depressa eu lhe espetava, mais a cama chiava, e quanto mais de força eu enterrava, mais ela me pedia em altos berros, até que eu senti a piça a ser freneticamente engolida pela rata e não aguentei mais esporrei-me todo para dentro da cona da sogra, e ela gritou pelo marido a plenos pulmões enquanto me cravava as unhas nas costas.
Ainda me deixei ficar ali em cima dela durante algum tempo, aquele corpo era bem mais macio que o colchão e aquelas mamas a servir de travesseiro, uma delicia.
Quando abri os olhos já tinha amanhecido.

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