052 Esvaziar os Colhões

Uma semana sem ir ao pito, uma semana inteirinha sem afogar o ganso, estou farto de punhetas e quero uma cona.
O meu pai continua por cá e fode a mulher a torto e a direito, é em todo o lado e a toda a hora, no quarto, na casa de banho, em cima da banca da cozinha, nos currais, e à descarada, não é que já nem se importam que eu passe perto. Noutro dia, até aconteceu, que a minha mãe teve a distinta lata de me mandar um berro a pedir uma toalha, e quando cheguei ao alpendre à beira deles, estava ela de saia arregaçada, cuecas pelos joelhos, apoiada no cavalete, a apanhar por trás na cona, o meu pai ali a fude-la forte e feio, com a piroca dentro da cona, a bombar de carralho. Eu fiquei ali feito parvo a olhar para a cena, enquanto ele berrava que nem um porco e lhe injectava a cona com leite, no fim ela ainda ficou com cara de caso como quem comeu o chouriço e soube a pouco. Nem se importaram que eu estivesse ali, ele tirou o magalho ainda a pingar da rata, e ela deixou-se estar de pernas abertas a escorrer nhana pelas coxas abaixo, só faltou pedir para ser eu a limpar-lhe a esporra.
Escusado será dizer que saí dali direito ao meu quarto esgalhar o pessegueiro, e que me vim que nem um boi, mas não foi a única vez.
Houve por exemplo uma outra vez à noite em que me escondi atrás das cortinas do quarto deles, aquilo foi quase tão bom como o filme porno, ele não descansou enquanto não a despiu toda, beijou-a e xupou-a quase toda. Mamou e chupou nas têtas feito bebé até se consular, ainda fez uma tentativa para lhe fazer um minete, mas faltou-lhe a vontade, ou cheirou-lhe a bacalhau, porque ficou pelas bordas da cona. E ela até deve estar a sentir falta de mim, os pintelhos da mata da bejelga estão outra vez a ficar grandes. Mas foi muito bem montada a quenga, gemeu até não poder mais, aliás aquilo era sempre um fartote, eles fartavam-se de gritar, quem passa-se na rua até se assustava. Com a mão enfiada no bolso furado das calças, alisava o pau, mas a minha piça é que não se compadecia com aquilo e tive de deixar o bilhar de bolso, e saquei-a para uma boa segovia, mas nem assim me consolava. Tinha a piroca entesada e completamente melada, os dois já tinham acabado a fornicação, o meu pai ressonava e a minha mãe dormia de barriga para baixo. Abri a cortina com cuidado para deixar entrar um pouco de luz do luar, tirei as calças e os truces e fui, pé ante pé até à beira da cama. Destapei a puta e puxei-lhe a camisa de dormir para cima até lhe deixar a bunda ao léu. Apalpei-le com todo o gosto as coxas, e pelo meio do delas, enfiei os dedos nas beiças da cona, estava completamente melada... Passei logo às nádegas, que gostoso aquele cagueiro, um rabo bem bom, quase que me vinha, só de lhe passar a mão.
O que eu não dava naquela hora por uns apalpões e umas lambidelas naquelas mamas, mas tinha medo de a acordar, e ela estava voltada. Nisto fui surpreendido por um valente peido do porco do meu pai, foi um susto do caralho, mas eu não perdi o tesão e ele continuava a roncar. Estava tão perdidinho que tentei virar a cabra da minha mãe, mas foi em vão, ela dormia ferradinha e nem nada.
Já não aguentava mais e precisava de esvaziar os colhões, enchi-me de coragem e montei a vaca assim mesmo, por trás. Meti as mãos por baixo dela para lhe apalpar os seios. Apontei a verga ao rego do cu, esfreguei-a lá e não tardou nada, esporrei-me todo em cima da puta.

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