051 Uma Professora do Caralho

Diz-me a professora de Língua Portuguesa que preciso de treinar as composições, não faz ela ideia é o quanto eu treino, para melhorar as minhas redações, pois afirma ela que eu escrevo sempre da mesma maneira, é como a foder, ando a aprender, por isso variei um pouco e passei da primeira pessoa para a terceira pessoa, e agora volto a variar. Vou aproveitar que papei a colega dela, e passo então a relatar o que se passou com a minha querida directora, a prof de matemática, a outra também não perde pela demora.

Fui à casa de banho porque não aguentava mais, tinha de me aliviar, o aluno não tirava os olhos das minhas têtas e das minhas pernas, acho até deixou cair o material ao chão umas três vezes, só para me espreitar, e nada me admirava que aquela sombrinha no buraco da fechadura, fosse ele a espiar. Se assim era tanto melhor, porque nem cuidei, levantei a saia escachei as pernas e ainda meia  de pé mijei, assim mesmo, para ele ver a passareta a esguichar ali pelas cuecas fora. São um luxo estas cuecas, compro sempre das maiores que encontro e depois a meio, bem no sitio da racha da vagina retiro um bocado de tecido e coso em toda a volta. Visto e elas encaixam na perfeição das bordas da cona ao rego do cu, um conforto andar sempre assim com a bejelga a arejar. Isto é uma maravilha para me aliviar, não as tiro nem para urinar, nem para cagar, e quando me sinto aflita, às vezes até no meio das aulas, é só meter a mão por baixo da saia, coçar o grelo e enfiar os dedos pela cona acima até me vir, se for para foder, tanto melhor, é só abrir as pernas.
Enquanto esfregava a vulva, pensei no que me tinha levado até ali, esta tarde apanhei o  aluno a sair de mansinho da arrecadação da escola, e quando ele me viu ficou logo muito atrapalhado, fui ver o que se passava lá dentro e dei com a empregada de limpeza, suja, ela ficou muito aflita, a vagabunda ainda estava a limpar a esporra que lhe caia pelas pernas abaixo, esta desculpou-se logo com o leite de limpeza, aquela puta nunca me enganou, anda sempre a comer alunos novos! Eu é que não fui em conversas e resolvi dar um castigo ao aluno, e mandei-o vir cá a casa rever a matéria, por causa da gazeta que ele deu ontem.
Masturbei-me até me vir toda, acabei com a mão bem enfiada dentro da bichana, sem perder tempo lavei-me por baixo e voltei para junto do gazeteiro que parecia muito atento a resolver uma equação.
O problema que eu tinha que resolver era mais bicudo, ainda tinha o pito aos saltos e só já só pensava em fazer saltar o pescoço do ganço por aquelas calças fora, o que até nem parecia difícil, porque ele não parava de olhar para mim, e aquele volume no meio das pernas não enganava. Foi aí que ele pediu licença para ir à casa de banho.
Se logo o pensei, mais depressa o fiz, fui logo atrás do mandrião, espreitar pelo buraco da fechadura, e se ele antes não aproveitou (o que eu duvido) fez mal.
Empisquei o olho e lá estava ele já de mangalho na não a esgalhar o pessegueiro, só me contive um pouco, quando não aguentei mais entrei por ali dentro, e com uma enorme cara de pau comecei por pedir desculpas para atacar logo de seguida.
Então aquele queridinho estava ali a bater uma segóvia, em minha casa à minha frente, c’um caralho eu até parecia muito zangada a rogar pragas, mas aquele bacamarte até parecia que ficava cada vez mais inchado. Acalmei um pouco e disse-lhe então que o melhor seria ele acabar o serviçinho sozinho para nós podermos acabar com a explicação, foi aí que ele me pediu se eu lhe podia mostrar melhor a rata, melhor, ora, melhor… ele teve de se explicar, e disse que me espreitou na escola, e espreitou pelo buraco da fechadura, e falou tudo com tanta naturalidade que quem acabou por ficar envergonhada fui eu.
Sentei-me na beira da banheira, deixei um pé no chão e pus o outro em cima da da beira, com a perna levantada para fazer cair a saia e deixar à vista a minha piriquita por entre as bordas das cuecas rachadas, a verga dele luzia de tanta nhanha rever, mas eu queria mais e fui ao decote pus ao léu estes ubres, e ofereci-lhos.
Ele chegou à minha beira abocanhou um mamilo de cada vez e chupou tanto que eu até pensei que fosse sair leitinho outra vez, ao mesmo tempo largou o pau para me apalpar as mamas, aproveitei logo para atacar o pau, estava completamente melado e macio, a cabeça ainda nem sequer saía toda era uma piça quase a estriar, soquei-o bem e sempre que eu lhe arregaçava a pele até ao fundo ele gritava, gemia e mordia-me os bicos das têtas. Doia-lhe e bem, não estava habituado a esgalhar até ao fundo, talvez as pitas que comia fossem ser todas largas, e estava na hora de provar mais uma.
Levei-o para o meu quarto, deitei-me na cama de pernas abertas e levantei a saia. Ele contemplou um pouco mais as minhas cuecas de puta, passou os dedos pelo mato grosso da minha pintelheira, alisou-me o rebento, abriu as bordas para a racha rosada, espetou broca na minha caverna e começou a escavar. 
Que bem que ele se mexia (muito melhor que o punheta do meu marido), fez-me gemer, deu-me prazer, e fez-me vir, fez-me gritar num orgasmo tão grande que só terminou quando senti a mangueira dele a esguichar litradas de sêmen para o meu útero.
De gozão o caralhete ainda me deixou escrito na folha dos TPC’s aquela frase que o gostosão da novela da noite tem escrita no pára-choques do camião:
“Rezo todos os dia ⅓ para encontrar ½ de te levar para ¼”

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