045 “E tu! Assim, ias-me ao pito?”

Acordei com o barulho aqui no quarto ao lado, o meu pai chegou com a corda toda e está a dar mais uma trancada na cona lambida da minha mãe, mais uma, de talvez três ou quatro, porque a primeira coisa que ele fez quando cá chegou foi dar-lhe uma, e ela parece que está a gostar, pelo menos geme que nem uma cabra.
Pelo menos passou-lhe a aflição, porque quando ouviu o barulho do camião chegar parecia uma mola a levantar-se da cama, mas já nem chegou à casa de banho, porque o meu pai já lá estava a chegar, vinha aflitinho, e enfiaram-se lá os dois. Nem de proposito, de certeza apalpou-lhe logo o anho, deve ter caído tudo à vaca quando ele passou a mão pela cona lambida ainda a escorrer leitinho, a única certeza com que eu fiquei foi que ele gostou, tanto, que num instante a putinha era só ginchinhos.
Ele devia estar a deleitar-se a apalpar aquela cona lisinha e bem untada, enquanto isso cacarejava um agradável chulrio de carvalhadas de elogio, ela soltava umas risadinhas, e em menos de nada ele mandou-a virar-se para a parede.
Deixei os dois a foder na casa de banho, e fui para a cozinha, aticei o lume, e pus-me a coar a cevada, entretanto estavam eles de volta, sorriso de orelha a orelha. O meu pai pegou na caneca da cevada e passou às explicações, o manso estava a dormir no camião...
Cada um entendeu a sua parte do plano e eu tratei de cumprir com a minha, fui a casa da aleivosa levar o recado. Bati à porta e chamei. Bati à janela e chamei. Nada. Até me passou pela cabeça de que ela não estivesse em casa, mas como a situação era de emergência, não tive alternativa, fui buscar a chave suplente debaixo do vazo e entrei, a casa até parecia vazia, quado acendi a luz do quarto ela dormia.
Fui direto acorda-la, mas quando lhe mexi ela ficou de barriga para cima a ressonar que nem uma porca, destapei-a, e fiquei paralisado, aquela mula era mesmo boa. Ela dormia de combinação, com uma têta a sair-lhe pelo decote fora, as pernas completamente ao léu, e os pintelhos a aparecerem logo por ali. Por certo foi por dormir assim sem cuecas que ela ficou prenha. E eu não me contive e tive de lhe passar a mão pelo meio das pernas, estava quentinha a puta, mas tinha as beiças fechadas e secas, ainda as tentei abrir mas não lhe conseguia abrir as pernas e acabei por desistir, com medo que ela acordasse.
Voltei a cobrir-la, com a roupa da cama, claro, e tratei de a acordar, não foi fácil que ela acordasse e entendesse o que se passava, mas quando percebeu que o marido tinha chegado, perdeu o sono de uma vez.
Assim que ela saltou da cama, mostrou logo aquela racha fechada, a abrir-se como uma flor, e o melhor ficou quando ela puxou de debaixo da cama pelo bacio e se pôs de cocoras a aliviar a bexiga. Aquele jacto de mijo fazia saltar para fora as bordas e as beiças da cona, agora sim ela estava desperto. Entretanto fui-lhe passando as ultimas ordens, dentro de minutos ela tinha de parecer uma doente.
E ela ainda se estava a levantar do penico e já arrancava pela cabeça a combinação. Foi muito bom ver-la de braços levantados a erguer assim os peitos, de aureolas rosadas e bicos pequenos. Fiquei pasmado, tanto, que ela fez questão, de se espreguiçar para me agradar.
Para dizer verdade, eu devia ter ido logo embora dali, mas o tesão falou mais alto e fui ficando.
Fui buscar um copo de água, e umas quantas caixas de comprimidos, e coloquei em cima da mesa de cabeceira (para fazer de conta). Mas não conseguia deixar de olhar para a mula que estava toda nua na beira da cama, a preparar-se para calçar umas meias.
Oferecei-lhe ajuda e ajoelhei-me na frente dela para lhe calçar as meias de lã, enfiei-lhe a grande meia castanha calcanhar a cima em direcção a canela, e sem parar as minhas mãos continuaram a subir, massagei-lhe o joelho e perdi-me a olhar para aquela amora negra no meio das pernas, a minha banana já pronta a comer. Estava perdido nesses devaneios quando a mão dela veio ao encontro da minha, foi como um choque, tirei a mão e levantei-me de imediato, assustado!
Foi aí que ela me agarrou e me puxou, acabei por cair em cima dela na cama, e a partir daí foi sempre a aquecer. Com a boca ataquei-lhe aqueles melões rechonchudos, e a minha mão foi baixando e só parou quando os dedos conseguiram abrir as folhas e sentiram o sumo da ameixa.
Estava eu a preparar-me para lhe saltar à espinha, quando ela me mandou parar e esperar um pouco, sem saber o que fazer fiquei com cara de parvo a vê-la ali a vestir-se. Calçou a outra meia, enfiou umas cuecas enormes, vestiu uma camisa de dormir de flanela quase até aos pés e o decote completamente fechado, deitou um xaile de malha grossa pelos ombros, e deitou-se na cama por baixo da roupa, ficou que parecia uma velha. Perdi o tesão todo, a minha banana estava completamente mole.
Tudo isto só para me perguntar se assim estava com o tal aspecto que se queria, bem por um lado estava, porque ela tinha de parecer doente, mas por outro o manso assim dificilmente ia ter vontade de a foder. “E tu! Assim, ias-me ao pito?”, gaguejei mas a resposta era obvia, e o cabrão do manso ainda se deve recordar da mula que tem em casa.
Com isto tudo voltei a ficar teso, e ainda mais fiquei quando ela abriu um pouco os lencois da cama e acenou para mim. Em menos de nada eu estava nu, ela apagou a luz na pera e eu enfiei-me na cama ao lado dela, era o que ela queria, uma foda tipo marido e mulher.
Montei-a num ápice e fiquei logo embaraçado com a camisa de dormir, tive de a desmontar para conseguir levantar aquele pano todo e ela abrir um pouco as pernas, quando a montei de novo embarrei nas cuecas, mas ela estava tão tola quanto eu e foi la com a mão dar um jeito, afastou o estorvilho e a minha piça encontrou logo o caminho para a gruta.
Nem o elástico das cuecas a fazer pressão me tirava o gostinho da quela cona macia, e foi uma rapidinha, não adianta esconder, estavamos os dois com medo que o corno manso chegasse ali a qualquer momento, e mal me despachei saí dali a correr, mas mesmo assim aquela cona bebeu até ao fim o leitinho do meu biberão. 

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