044 Cona Lambida

Estou completamente estafado, depois de ter feito uma direta, e me desdobrado em ajudar toda a gente, sinto os meus músculos a pedir descanso deste estado de (quase) esgotamentos sexual. Mas nada me impedirá de gastar as minhas ultimas forças a registar estas ultimas horas para a posteridade, até porque continuo a ser bem recompensado pelos esforços.
Bem eu isto até começou por parecer uma grande desilusão, a minha mãe foi para o banho e eu fiquei à espera da chamada, esperei tanto que desisti e fui para o quarto, agarrei-me à «Hot Sex» surripiada ao meu pai, e não tardou nada estava agarrado a esgalhar o pessegueiro.
E foi assim que a minha mãezinha me encontrou quando me foi chamar para lhe aparar a pinhtelheira, no meio da surpresa nem sequer tive tempo de esconder a revista porno, e o meu pau mirrou completamente enquanto lhe explicava como tinha conseguido a revista, embora me parecesse que ela não estava minimamente interessada nas minhas explicações.
Foi esfolhando, pagina após pagina, por certo não eram as caralhadas escritas em alemão que lhe prendiam a atenção, não sei se lhe agradava mais as parcas lingeries delas, ou os caralhos grandes, grossos e tesos deles. As fotos dos broches passou-as sempre a correr... mas o certo é que ela ficou surpreendida com a foto de uma puta de pernas abertas que exibia uma coninha de lábios finos, rapadinha em toda a volta da boquinha menos por cima onde exibia um pequeno bigode em forma de risquinha.
E mais não quis ver, dobrou a revista naquela página, e com ar grave e sério explicou-me o que ia fazer. Estivemos mais de uma hora na casa de banho a revista no bidé, dobrada pela pagina da puta, e ela sentada na banheira de pernas escarrachadas. Ela berrou comigo um cento de vezes, eu ali de joelhos e com a cara quase enfiada na cona dela nem uma pinta de tesão tinha, e não era para menos, eu até sei desfazer bem o bigode, mas fazer a barba a uma cona, é difícil para caralho. Bem, pelo menos fiquei a saber o porquê, o meu pai já lhe tinha pedido muitas vezes que a rapasse, porque uma vez comeu na França uma puta qualquer assim toda rapada, contudo ela não sabia como fazer até porque nunca tinha visto nenhuma, e daí que se limitava a aparar-lhe os pelos.
Enssaboei-lhe bem o triangulo todo, beiças e tudo e começei a rapar de cima para baixo, era para tirar mesmo os pintelhos todos, e eram tantos tantos, enquanto não cheguei perto dos lábios correu tudo bem, mas sempre que a lamina se chegava mais perto lá voltavam os berros, um sufoco, que terminou sem um único lanho. Fiz um trabalho impecável, e por fim fui buscar after-shave e passei-lhe por aquela cona lambida, aquilo é que ela gritou, foram berros de meia noite, «Tinha de ser...» desculpei-me eu, enquanto ela de cocoras se refrescava na banheira.
Deitei-me em cima dela e senti lhe o perfume do cabelo acabado de lavar, roubei-lhe um beijo de lingua que a deixou confusa, segui o instinto das minhas mãos que  se deliciavam a acariciar aquela pele macia, e mais abaixo encontrei dois suculentos mamilos que fui chupando à vez, enquanto sentia o meu membro a latejar como que a pedir o consolo daquela boca faminta.
Quando já não aguentava mais ajoelhei-me no meio das pernas dela, admirei-lhe o corpanzil, o verdadeiro pecado da carne, ali estendido na cama, um pedaço de céu que culmina naquela cona lisinha.
Enchi-me de coragem debrucei-me em cima dela, deixei-me levar pela tentação e aterrei de língua naquela boca aberta, não tinha acabado a terceira lambidela, quando ela me agarrou pelos cabelos, a brincadeira tinha acabado, ela queria ser fodida. Ainda a minha lingua saboreava o que restava do suco da pita, e a minha piça se melava toda e implorava por consolo, já ela por baixo de mim procurava desesperadamente a melhor posição para ser penetrada. E foi num misto de desespero e atrapalhação que ela me agarrou entre as pernas no pau e o espetou buraco a dentro.
Ela estava mesmo desesperada, o coito interrompido da tarde deve ter-la deixado com fome, eu estocava e enfiava o caralho na cona até ao fundo, e quanto mais força eu fazia mais ela parecia quere abrir-se, e como gemia a puta, e como me sugava a piroca aquela cona.
E gemeu, gemeu, e comeu, comeu, e sugou, sugou, até que eu não aguentei mais e a tirei fora, regras são regras e a esporradela é fora, mas desta vez foi excepção, e eu até tremi quando ela gritou «DENTRO», voltei e ela agarrou-me com toda a força do mundo, as  pernas dela pernderam-se nas minhas, os braços dela esmagaram-me as costelas, as unhas dela cravaram-se-me nas costas e aquela cona sugou-me o pau até me repuxar os colhões, e de repente foi como se uma grande tempestade se esvaziasse pela piça fora, esporrei-me até me sentir vazio, enquanto o meu corpo se abandonava e na minha frente os rosto dela deu lugar ao vazio, por instantes que pareceram uma eternidade, estive algures, ainda não sei bem onde...
Estava ainda montado nela a saborear o calor da foda, quando da rua chegou um ruido que aos poucos nos devolveu a consciência de volta à realidade.
O rugido forte do motor, e o escape estridente do ar dos travões, não deixavam duvidas, o meu pai está de volta.

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