043 Com o Pito aos Saltos

Cheguei a casa e a minha mãe andava com o pito aos saltos, nem se apercebeu da minha demora, não chegava a visita à escola, a ida à feira, a merda que aconteceu no autocarro, tinha logo tudo de acontecer ao mesmo tempo, havia n o café um recado do meu pai a dizer que chega amanhã, resta saber se o cornudo vem com ele.
É sempre amanhã, ele volta sempre num amanhã que por vezes demora dois ou três dias, mas ela nunca aprende, não fez jantar, nem sei se comeu, vá lá ainda havia sopa na panela, e umas côdeas emporradas pelo vinho da gordinha. Para ela agora só valia a vaidade, e pavoneava-se pela casa numa escandalosamente bonita camisa de dormir que tinha a parte de cima meia transparente, que tinha de arrumar tudo, que tinha de deixar tudo lavado...
Mas a minha cabeça não estava nem ali, quando saí de casa da gorda, encontrei a minha colega pelo  caminho, com um grande molho de erva à cabeça, mal se arrastava dentro daquelas galochas, mais uma vez fiz de burro de carga e troquei com ela, e no muro da junta, ela passou-me carrêgo e eu passei-lhe a pistola, ela nem se fez rogada e tirou-lhe logo um trago.
Fomos diretos ao palheiro guardar a erva, foi um enorme alivio quando atirei o molho ao chão, a piteira rebentou e ele desfez-se logo todo, do mal o menos, já estava no sitio, a rapariga, sentou-se logo num fardo de palha, estava mortinha por se ver livre dos botins.
Um cavalheiro como eu não se faz de rogado, ainda por cima com a minha, (pronto vou dizer) namorada, não é bem mas quase. Apressei-me e pus-me logo aos pés dela e arranquei de imediato aqueles tropeços dos pés dela, deixei-a descalça e tirei meias e tudo junto.
Ali no palheiro da vizinha, enquanto lhe calçava de novo as meias, ela ria para mim, passei-lhe as mãos nas pernas, senti-lhe a pele sedosa, arranquei-lhe um beijo de língua (ela beija cada vez melhor), fui subindo com as mãos pelas coxas macias, voltei ao linguado, e bem tentei a minha sorte mas ela ficou sempre com as pernas fechadas. Nunca fodi com ela, já demos assim umas espécies de tentativa de foda, e até já lhe apalpei bem o pito mas ela hoje estava naqueles dias, e não havia mesmo nada para o cão.
Sentei-a no meu colo, levantei-lhe a camisola e o soutien, apalpei-lhe as mamas e à vez fui as mamando com carinho, algures, um pouco abaixo da saia dela o meu pau crescia. Tive de o sacar fora, sentia-me mesmo a rebentar, e se ela não me dava o pito ao menos que me desse a boca. E ela bem tentou fazer uma mamada, mas ainda só anda pelas lambidelas na cabecinha e pouco mais, o que já foi um deleite. Ela entretanto mudou de estrategia e começou a muger-me a piça, e que jeitinho ela tem, pois está habituada a ordenhar as vacas, até é parecido, até porque não demorou muito a que a minha piroca esporrasse leite assim como um boi...
A puta da minha querida mãezinha é que não me larga, e continua com o pito aos saltos, voltou aqui só para me controlar, «e demoras?», «e ainda não fizes-te os trabalhos de casa  todos?»,  e sempre no mesmo frenesim, que tinha de estar tudo pronto, que tinha de se pôr bonita, e o caralho que a foda, que é o mais provável que aconteça.
Saiu agora daqui, mais uma vez, depois de se ter sentado ali na minha frente, na cama, à descarada tirou as cuecas, umas daquelas rendadas, só para saber, se devia ou não aparar os pintelhos.
Eu fiquei feito morcão a olhar para aquela pita escachada ali à minha frente, enquanto ela passava os dedos pelas bordas a sentir a penugem, sem saber se a havia ou não de depenar. Vou mas é tomar o meu banho, tenho de recuperar forças porque depois de lhe cortar os pelos à rata, vou querer que ela me pague com o corpo.

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