042 o sorriso da cona

Cheguei a casa da gorda a suar que nem um bezerro, e a vaca ainda me pediu que lhe fosse deixar o carrego da serapilheira na adega, bem lá pelo menos estava mais fresco. Aproveitei e abri uma torneira que havia alia junto da porta e refresquei a cara, depois sentei-me na beira da prensa para descansar, nesse entretanto já estava a gorda a encher uma caneca de vinho tindo de uma pipa, bebeu um bom trago e passou-me o resto, a caneca estava bordada e dava ideia de nunca ter visto água, mas aquele vinho escorregou, e caiu mesmo bem.
Entretanto ela foi encher uma garrafa, para eu levar para a minha mãe, vá lá, um pequeno agradecimento pela ajuda, eu é que agradecia, claro. Aproveitei e no fim voltei a encher a caneca do vinho, voltei a sentar-me, tirei um gole e passei-lhe o resto. A esponja bebeu o resto e como estivesse atarefada com alguma coisa, foi ao lagar tirou de lá um alguidar, encheu de água, pegou num bocado de sabão rosa que andava por ali, e ali mesmo no meio da adega, sem cerimonias levantou a saia, agachou-se e começou a lavar-se.
O marido não podia sequer desconfiar que ela passara tal vergonha, lamentou-se a bolinha, e começou a lavar-se de baixo para cima, dos pés para as canelas, das coxas para o entrepernas, e não esqueceu nada, aqueles papos, aquela cona, adornada com um cerrado manto de pintelhos bem negros, fez o meu pau crescer quase sem eu dar por ela. E como ela esfregou bem aquela pacharreca, da frente para trás, e para a frente, por fora e por dentro, a abrir com a mão aquelas beiças, a ensaboar e voltar a lavar, quando ela ia para se levantar tinha as bordas da cona abertas de par em par.
Eu estava hipnotizado, e só acordei quando ela falou para mim: «Estás perdido rapaz, e a culpa é minha, queres provar a fêvera?», e claro que eu deixei a bolinha redimir-se. Ela fechou a porta da adega e trancou-a por dentro, e quando acendeu a luz, já eu estava atrás dela a abrir a blusa e à procura daquelas mamonas, que boas, pesadas, grandes, macias, e suculentas.
Ela encostou-se à parede, segurou numa têta de cada vez e deu-me a mamar, nunca tinha sentido aquele gostinho assim na boca, ou melhor só quando era bebé, as mamas dela largavam mesmo leite, e eu sentia cada vez mais a minha piça a retesar e quase a largar leite, só faltava ser mugida.
E para me muger a piroca nada melhor que aquela boca grande e aberta que estava ali à minha frente, uma mulher daquelas devia ter fome, e por isso não deve ter sido à toa que escolheu a salgadeira para se deitar. Ali estava ela de pernas bem abertas, com aquelas coxas grossas bem afastadas, e ao cimo, no meio daquele manto negro de pintelhos, aqueles dois enormes lábios abertos, mostravam outros mais fino e retorcidos, que se abriam para me saciar o apetite naquela pacharreca que ia comer chouriça e ficar a arrotar a leite.
Puxei-lhe pelas pernas e arrastei aquele enorme cagueiro até à bordinha do tampo de madeira, equilibei-me em cima de um tijolo que ali estava, sábe-se lá de que outras andanças, enterrei o meu pau naquela greta larga, e fiquei logo a pensar que até a cona das vacas deve ser mais pequena, mas perdi logo as ideias, ela comia-me o cacete com uma gula incrível.
Mas o que para mim foi mais novidade, foi aquela posição, ela estava deitada e eu de pé agarrado às têtas dela, e de pau enterrado na cona a fudê-la. Se estava bom melhor ficou quando ela resolveu fechar as pernas, e as meteu contra o meu peito, quase me apertava a cabeça com os pés, agora dava mesmo para o sentir o caralho a ser chupado pela cona.
Foi uma delicia quando a vi, fechar os olhos, trincar a língua... e não vi mais nada porque ela veio-se, e apertou-me de tal forma o mangalho que eu fiquei a ver estrelas quando ele esguichou uma boa litrada de esporra para dentro da pacharreca da gordinha.
Saí de dentro dela e vi aquele leitinho a escorrer em direcção ao cu, ela levantou-se logo de seguida, e voltou ao alguidar, lavou-se de novo, limpou-se a um farrapo que estava pendurado num prego junto à porta, e com a minha “preciosa ajuda” voltou a aperaltar-se.
Saímos da adega de seguida, eu todo contente com a garrafa na mão e ela com dois sorrisos rasgados e o alguidar debaixo do braço, quando nos aparece logo ali a virar a esquina o brutamontes do marido de enchada ao ombro, eu gelei completamente naquele instante.
Mas foi um sentimento que durou pouco tempo, os dois começaram logo a tagarelar alegremente, e a meter conversa comigo.
Até que ia ela para atirar fora a água do alguidar, quando o cabrão lhe pede o dito. Caiu-me tudo, e até fiquei sem forças, mas não é que o burro usou mas foi o alguidar e aquela água para lavar as mãos, os braços e depois a cara, bem até já tinha sabão e sabonete.

3 comentários:

  1. Muito bom. comer a velha deve ter sabido bem!

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  2. Muito bom , do melhor para quem gosta claro como eu de velhas , por favor continue .

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    1. eu também gosto de velhas. Se quiseres trocar ideias, fotos e filmes o meu mail é: pmg-f@hotmail.com

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