041 Conas Mijonas

Estavamos agora os dois a bufar, foi uma loucura, a minha mãe saiu da cabine de provas ainda meio descomposta e vermelha como um tomate, reclamou do vestido, pagou a conta, quando de lá saiu estava fula, olhou para o relógio, bateu na testa, e carregados de sacos corremos feitos loucos para a rodoviária, foi por um triz mas ainda apanhamos a carreira das cinco.
A carreira estava quase cheia a minha mãe quis sentar-se ao lado do sacristão, e eu sentei-me num dos bancos do fundo junto com a nossa vizinha gorda, que debicava tremoços e azeitonas.
A viagem até estava a correr bem, e o autocarro ia esvaziando, e eu ia ajudando a gorda a esvaziar o saco dos acepipes, até que numa das paragens a camioneta já não voltou a arrancar, estava com  um pneu furado, resultado ou esperavamos ali meia hora que o motorista trocasse a roda ou tinhamos de continuar a pé. Nem era longe, mas foram poucos aqueles que se aventuraram mato fora e subida acima com os sacos das compras.
A minha mãe chamou-me e metemo-nos os dois no mato, mandou-me ficar de guarda e abaixou-se atrás de uma moita para mijar, eu aproveitei para fazer o mesmo. Mas não pude nem conseguia evitar apreciar aquela cena, ela levantou a saia, agachou-se de pernas escarrachadas, meteu dois dedos entre as pernas, e com eles abriu as beiças da cona, logo, logo, do meio da raxa aberta começou a jorrar xixi. Um deleite que me deixou logo cheio de tesão, mal tinha acabado de regar o pinheiro e a minha piroca já começava a crescer. Ela acabou, esperou que acabasse de pingar e ainda espremeu as beiças da cona com os dedos, e no fim tirou da mala as cuecas, e vestiu-as. Eu continuava de pau duro na mão, e já a tocar ao bicho, e não fosse ela chamar-me à atenção, bem até pregou (mas foi) eu tinha voltado assim.
Quando voltamos ao autocarro, esperamos um pouco que o chofer acabasse o de montar pneu suplente e voltamos para os mesmos sítios. Quando lá cheguei dei com a gorda de cabeça de lado, braços no regaço, e pernas escancaradas, a dormir, das azeitonas e tremoços só restavam cascas e caroços. Apetecia-me: tirar-lhe a casca, e ir-lhe ao caroço.
O autocarro voltou a arrancar, e eu tentei meter-lhe a mão entre as pernas, tarefa impossível, aquelas pernas eram tão grossas que quase não cabiam dentro da saia, nem as têtas dentro da blusa, a estas tomei-lhe o peso, grandes, pesadas e durinhas, aquele soutien era dos bons de certeza. Seja como for, não fiquei quedo, e resolvi aprontar uma, um botão aqui, um colchete acolá, mais um bocadinho do fecho eclair, era só esperar.
A camioneta da carreira parou, acordei a gorda, agarrei nos meus sacos e de um pulo fui para a frente do autocarro, fiz-me deligente e esperei atenciosamente pela minha mãesinha, peguei nos sacos dela e deixei-a sair na frente, sempre de olho na gorda. E lá vinha ela, carregada de sacos e sacolas, mas a aguentar-se estoicamente, e eu sempre à espera que acontecesse algo. Saí do autocarro e fiquei ali com o pretexto de apertar os cordões dos sapatos, a minha mãe continuava a tagarelar alegremente com o sacristão, quando a gorda desceu, e o autocarro partiu.
Mas não aconteceu nada, nada, até que ela me pediu que a ajudasse a pôr um carrego à cabeça, fez uma rodilha com um lenço e eu lá levantei a sacola e pus-la à cabeça da mulher.
Ainda a senhora não tinha dado um paço quando o inevitavel aconteceu, ao mesmo tempo a blusa abriu-se toda e a saia caiu-lhe, por instinto a gorda deixou cair a sacola, que eu armado em heroi ainda fui agarrar antes de chegar ao chão, e afinal eram só serapilheiras.
A gorda espalmou-se toda no chão e até o soutien lhe saiu do sitio, aquelas duas têtas ainda pareciam maiores agora, com umas aureolas descomunais, e uns bicos a combinar, davam para dar de mamar à aldeia inteira toda de uma vez. No meio da confusão a minha cabeça dividia-se entre a atenção a dar à gorda e o corretivo quase certo que me esperava em casa. Estava precisamente a pensar nisso, quando reparei à volta, já só lá estavamos os três, a gorda atordoada no chão, eu com cara de caso, e a minha mãe que ria a bandeiras despegadas mas virava a cara para o lado para a gorda não entender.
Estavamos os dois a agarrar na velha para ela se levantar quando... ela começou a mijar-se pelas pernas abaixo, a urina amarela saía-lhe das cuecas brancas e descia pelas pernas até às chinelas, ela desculpou-se que devia ter sido da cerveja preta que tinha bebido, ou do susto. Por sorte não passou por ali mais ninguém naquela hora, a minha mãe ajudou-a a tirar as cuecas fora, eu estava estasiado a observar, de principio só lhe vi o inicio do triângulo e os pintelhos pretos, mas ela decidiu que havia de se limpar com um lenço, arqueou as pernas e tinha ali no meio daquelas coxas de grossas, dois bem avantajados papos de cona, de respeito, de dar vontade a qualquer piroca de ser comida por eles.
Ajudamos a gorda a vestir-se, foi de saia sem cuecas, com a pacharreca a arejar, como disse ela, o soutien não apertava atrás (era pequeno) eu bem fiz força, apertei e até amassei as mamas, ela nem se queixou. E no fim (o meu castigo) ela não queria mas a minha mãesinha tanto insistiu que eu tive de ajudar a gorda a levar as trouxas a casa.

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