040 «Ai, Cumadre. Que rica pita!»

Uma surpresa nunca vem só, depois de me ter aparecido na escola fomos juntos até à vila, era dia de feira e ela queria fazer umas compritas. Andou pelas bancas da hortaliça mas só para tirar nabos do pucaro com algumas conhecidas, dava para notar que está preocupada com o caso grávido da cunhada da prima.
Depois passamos às barracas do calçado, tive sorte porque ganhei umas sapatilhas novas, e ela sismou com umas botas, e aí é que foi o bom e o bonito, só havia um numero e que era abaixo do que ela calça, calçar ela conseguiu, agora para tirar é que foi o cabo dos trabalhos.
A cigana arranjou um banquinho onde ela se sentou mas, as botas teimavam em não sair, tive eu de me agarrar a elas para as tirar fora, mas foi dificil, mais ainda quando eu descobri que dali tinha uma visão perfeita das pernas dela, e daqueles fabulosos papos de cona e nem aquelas cuecas à velha me conseguiram tirar o tesão, ela acabou por escolher outras botas, e fui eu quem lhas calçou, um espectáculo.
Se as coisas estavam quentes melhor ficaram quando depois de ter comprado uns tantos pares de meias e uns quantos truçes para os avantajados caralhos lá de casa, ela se pôs a escolher cuecas para ela, e muito descaradamente me ia mostrando uns modelos mais pequenos, rendados e macios, um verdadeiro tesão.
«Ai, Cumadre. Que rica pita!» comentou a minha mãe ao passar por uma vizinha que levava uma galinha segura pelas asas. E ela estava tão entusiasmada que parou em frente à montra de uma retrosaria e não fosse eu chamá-la à atenção e ela tinha entrado para comprar frandinhas e babetes para o bébé que supostamente ainda nem sequer foi feito, pois, tarda em chegar o filho da puta que há-de foder a cona da outra e o calendário não pára, queixou-se ela!
Fomos a seguir a uma boutique, ela escolheu, escolheu e levou para o provador um vestido, uma saia e duas blusas, eu carregado com as sacas fiz-me de despercebido e entrei com ela. Assim que entramos e fechei a porta da cabine a cadela olhou-me de lado e rosnou, a loja estava cheia e ela não queria fazer um escândalo, desculpou-se.
Era escusado dizer para não olhar, em menos de nada já estava em roupa interior, era escusado dizer-me para não olhar, fui-lhe segurando na roupa, admirando aquelas curvas a contorcerem-se à minha frente, naquela pele só os acessórios ficavam a destoar, as cuecas eram grandes e tapadas e e o soutien não lhe ficava atrás, bom mesmo era vê-la nua, mas até que não estava mal.
O cubículo não era pequeno e sempre que pude cheguei-me à frente, qualquer coisa era pretexto para me roçar nela, as blusas e a saia serviram na perfeição, já com o vestido foi uma cena pior (para melhor) que a das botas. Enfia que não enfia, consegue que não consegue, era muito justo, o peito quase saltava fora e na cintura mal entrava, eu sempre solicito puxei daqui e dali, até lhe amassei as mamas, mas estava difícil.
Ela chegou à conclusão que o vestido não entrava por causa do “pára mamas” ser dos grandes e resolveu sacar fora o soutien, foi um regalo para os olhos, ver aqueles montes, aquelas aureolas, e aqueles bicos grossos que em menos de nada ficaram grandes e tesos. E volta a tentar enfiar o vestido, mesmo assim custou a entrar, e enquanto lhe amassava as têtas aproveitei para lhe esfregar os mamilos o que me valeu uma valente estalada, soube muito bem! Eu já me sentia a pingar de tesão dentro das cuecas.
Com muito esforço lá conseguimos enfiar o vestido até à cintura, eu estava com medo que ele rasgasse mas ela tanto insistiu que lá continuamos a puxar para baixo e como até as cuecas pareciam um empecilho ela resolveu tirá-las.
E não lhe chegou puxá-las só para baixo até ao meio das pernas, tirou-as mesmo fora. Eu não me contive e passei-lhe a mão entre as pernas, levei uma palmada mal dada no traseiro, como me mais a incentivo que a castigo, enfiei-lhe um dedo zumbeteiro pela racha humida acima, acto continuo levei uma valente lapada no cu, foi por pouco que a minha piroca não se veio sozinha.
Nisto, ela deu conta do volume que estava por baixo das minhas calças e apontou para lá, eu descaradamente saqueia fora, a minha piça estava completamente varada, bem arregaçada e a babar-se, a minha mãe virou o cagueiro para mim, inclinou-se, apoiou as mãos na parede, e abriu as pernas.
Nem foi preciso pedir, em menos de nada, enchi-lhe a pitinha com o meu frango, ela gemeu alto, e eu fiquei tão aflito, que se ouvisse do lado de fora, que quase perdia o tesão, ela não teve mais nada, abaixou-se pegou nas cuecas, e enfiou-as na boca, virou a cara para mim e com aqueles olhos carregados de fome encitou-me.
Eu estava tão desejoso de foder quanto ela, agarrei no cacete e voltei a pôr-lo no forno, aquela pachacha escaldava... mal tinha-mos recomeçado quando uma filha da puta qualquer nos vem bater à porta a oferecer ajuda, a minha mãe ainda tinha os dentes cerrados nas cuecas, revirou os olhos, e não conseguiu responder, eu despacheia-a, mas não ganhamos para o susto, o meu tesão também estava despachado, e desta vez ela nem sequer precisou de me lembrar para não me vir dentro.

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