039 a professora de cuecas rasgadas

Não foi desta, mas deve ter sido por pouco que não fui apanhado, bem, pelo menos não ganhei para o susto, e valeu para eu agora passar a ter mais cuidado.
Inesperadamente a minha mãe foi-me esperar à porta da escola, e já estava filada em falar com a directora, até aqui nem desconfiei de nada, foi inédito mas as minhas notas não envergonham ninguém e não tenho registos (que eu saiba) de mau comportamento. Lá fomos os dois, e para minha surpresa, a minha mãe foi “queixar-se” de que eu levo sempre muitos trabalhos de casa e que passo muito tempo agarrado aos livros e a escrever, ora eu suei frio, e até tinha respondido qualquer coisa não tivessem as palavras saído quase a gaguejar, valeu-me a professora que muito contente me elogiou logo, dizendo que era um sinal do que ela já sabia, de que eu sou um aluno aplicado, e que devia continuar a estudar muito, etc e tal...
Foi um calafrio dos diabos, passaram-me logo pela caximoina mil e uma coisas, e instantaneamente deitei a mão à sacola para ver se a minha sebenta tinha pegado descaminho, e na atrapalhação espalhei o material todo pelo chão adiante, ficaram as duas putas a rirem-se de mim, e lá continuaram, depois já a deitar conversa fora.
Ora estava eu de cocoras a guardar os meus tarecos na sacola, quando por baixo da mesa, tenho uma visão que me deixou a salivar, a professora tinha umas pernas muito bem feitas, e aquela saia vista dali ficava-lhe a matar, bati com a cabeça na mesa, voltei a espalhar os lápis, os livros, e os cadernos, e elas riram-se de novo de mim.
Eu é que não fui em cantigas, e se rápido pensei logo o fiz, e puz-me bem a jeito para conseguir ver mais alguma coisa, e nem mais, por baixo daquela saia branca estavam umas coxas bem torneadas e logo a seguir umas cuecas brancas, que me deixaram intrigado, eram rendadas e pareciam de cetim, mas os pintelhos saiam fora pelo meio, pareciam assim estar rasgadas a meio, muito esquisito, mas aquela visão da cona era muito boa, fiquei com um tesão de criar bicho.
Arrumei tudo, certifiquei-me de que a minha sebenta estava segura, desculpei-me e sai dali a correr para a casa de banho, tinha de me aliviar.
Na pressa, não dei com a Continua que andava a limpar o corredor e levei-a à frente, coitada, ficou quase por baixo de mim, meia a resmungar meia a rir, e eu que estava com a pica toda, ajudei-a logo a levantar e fui o mais atencioso possível, aproveitando assim para lhe passar a mão, da cintura à “padaria”, e voltado para cima assim meio atabalhoado até às têtas, foi um regalo.
Voltei a correr e fui directo à casa de banho, mal lá cheguei não me contive, deitei as calças a baixo tirei a bejarda pela portinhola e toca a bater uma bela punheta, e estava tão absorvido com o tesão que nem dei por nada...
Eu não tinha trancado a porta da casa de banho e a Continua tinha entrado atrás de mim, de proposito, deve ter notado o meu tesão, e veio dar-me uma mãosinha! Eu estava gelado, ela segredou-me ao ouvido para eu me acalmar, perguntou se eu tinha gostado, e disse-me que se eu contasse a alguém que me tramava a sério.
Não me fiz rogado e com ela atrás de mim a agarrar-me na piroca, também comecei à procura de algo para agrarrar, e com as minha mãos para trás apalpei-lhe o cu e tentei chegar às mamas, como não consegui porqure ela estava a agarrar-me o precoço com o outro braço, tentei pelo meio das pernas, enfiei uma mão pela saia acima e apalpei-lhe a cona por fora das cuecas, era gordinha como a dona, que não parava de me tocar ao bicho, e mugeu-me a gaita até à ultima gota de leite, esporrei-me todo.

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