035 com a cona a arder

Choveu o dia todo, parecia o diluvio em plena primavera, ela caia tão grossa que já a sentia escorrer pelas costas abaixo e até os truçes eu já tinha ensopados, mesmo assim cumpri com a minha parte e cuidei da criação. Assim que pude livrei-me de tudo, até para dentro das galochas tinha entrado água, deixei tudo no tanque e entrei para a cozinha todo nu e a tremer de frio, em cima da mesa estava uma tijela de sopa quentinha acabada de tirar, agarrei nela e sentei-me no chão da sala frente à lareira grande a comê-la, que bem que soube, entretanto fui atiçando bem o lume, puxei de uma manta para ficar mais confortável, e enquanto esperava pela minha vez de ir para o banho ainda comi dois rojões, uma côdea que empurrei com um copito de tintol, ali assim ao borralho, soube pela vida.
Entretanto ela saiu do banho enrolada numa toalha, e eu nem me tinha apercebido que continuava todo nu, fiquei todo envergonhado, embora a lareira estivesse a arder muito bem por causa do frio a minha pila, estava uma pilita, quando me levantei, tapei as partes com as mãos e entrei para o quarto de banho a correr, ainda consegui ouvir a puta a rir-se.
Só então tomei sentido que a luz ainda não tinha voltado, os dois tocos de vela acesos em frente ao espelho fizeram-me regressar à realidade, lá fora não parava de chover, e de vez em quando soprava um ventinho de meter medo. Mesmo assim não me lembro de ter tomado um banho tão bom nos ultimos tempos, a água ainda estava quentinha e cheirava a femea, ela tinha-se lavado com aquele sabonete que estava guardado só para dias de festa e eu não me fiz rogado e ensaboei-me também com o Lux, lavei a cabeça com champô de ovo, e deixei-me ficar de molho.
Quando sai do banho e me limpei dei com a minha pilita, ainda mais pilita, tanto tempo no banho e tinha ficado toda encorrilhada, tinha tempo de crescer.
Sai da casa de banho e fiquei em choque, ela estava na sala frente à lareira, deitada no chão de barriga para baixo, como se isto não bastasse: estava toda nua. Fiquei hipnotizado, nunca tinha visto nada assim, ela tinha os braços acima dos ombros e apoiava neles a cabeça de lado virada para mim, e eu se por um lado me sentia embaraçado por outro queria apreciar o momento. Já estava de noite, e só a lareira iluminava o quadro, a pele dela reflectia as labaredas que se perdiam pelas curvas daquele purgatório, as costas levemente arqueadas acentuavam ainda mais as curvas do rabo, nunca me tinha dado tanto tesão um rego do cu que encimava duas pernas adornadas por grossa coxas, o meu tesão crescia e eu descia ao fogo do inferno.
Ficou ali para secar o cabelo no calor do lume, disse-me ela, eu nem respondi nem sabia o que responder, até porque tinha ficado de queixo caído, assim como também tinha deixado cair a tolha e a minha vergonha continuava a crescer. Ela ergueu-se em cima dos cotovelos e disse algo de que não me consigo recordar, a minha atenção estava agora toda na têta que aparecia por baixo do peito dela, assim descaída deixava-me a arder, sentia o sangue a fervilhar nas veias, até aposto que fiquei mais vermelho que o próprio diabo. Aquela brasa não parava de me atiçar o fogo e a minha vergonha estava agora toda de pé.
De pau teso fui deitar mais lenha na fugueira, uma desculpa para me chegar perto, quando estava ao lado dela deu-me uma vontade enorme de lhe passar a mão, lá fora a chuva caía impiedosamente, e eu com medo de que me chovesse contive-me, mas por couco tempo, esfreguei-lhe os ombros e quando passei a mão pela espinha ela estremeceu, tirei logo, mas ela mandou voltar a passar, com mais coragem, massagei-lhe o cu e as coxas, senti aquela pele macia embora não muito firme.
Já não aguentava mais e passei a mão também pela minha verga, fiquei logo todo melado, estava com uma vontade enorme de fodê-la. Atrevi-me mais e fui enfiando uma mão pernas acima até ao monte de Vénus, ela afastou um pouco as pernas, e eu senti o calor que lhe saia da gruta dos milagres, pelos vistos estavamos de acordo, eu já deitava fumo de tanto tesão, não me fiz de esquisito e saltei-lhe logo à espinha. Já tinha ouvido falar em foder por trás mas esfreguei a verga no rego, e lá no meio, e tentei dar um jeito com a mão mas não acertava, ela riu-se, chamou-me de tolinho, mandou-me desmontar e virou-se.
Não olhei para a cona, não olhei para as têtas, não quis saber de mais nada. Ela abriu as pernas abriu os braços, eu enterrei-me logo na grêta e senti-me a subir ao céu. Nos braços daquela anja eu estava nas nuvens, a minha verga trovejava freneticamente fora e dentro daquele pito.
Fui despertado do meu deliro por um grande estaladão, e logo a puta arrancou-me a piça de dentro do pito e ela cuspiu-se toda pelas beiças e em cima da pintelheira dela, deu-me mais um grande sopapo e ainda berrou comigo:
«Caralho que ta foda, estupor, não sabes que não é sempre que te podes esporrar dendro da cona da tua mãezinha!»

2 comentários: