034 estou toda a escorrer até ao olho do cu, caralho!

As coisas acontecem assim mesmo e quando menos se espera, de um momento para o outro o tempo mudou, pelo final da tarde chegaram pela calada umas quantas nuvens negras que apagaram o sol e toldaram de cinzento o céu, a ameaça de chuva apressou-nos e quando caíram as primeiras gotas o gado estava de volta aos currais e nós já estávamos no alpendre a descalçar as galochas e a gozar da nossa redescoberta cumplicidade.
Tomamos banho à vez embalados pelo vento que agora assobiava por entre as árvores do pomar, e tivemos de jantar à luz da candeia porque entretanto e depois de a luz ter dado alguns soluços ficamos sem electricidade.
Sem melhores ideias para ocupar o serão depois de umas quantas partidas de bisca lambida arrumamos as cartas e fomos para a cama “com as galinhas”, era o incio de uma noite memorável.
Às escuras tacetei à procura de maneira para me enfiar na cama, tudo me parecia uma novidade, a começar logo pela textura daqueles lençois em linho grosso, que me pareceram muito agradáveis, até os cobertores me pareceram mais leves e a travesseira mais confortável. Todas as minhas mais recentes fantasias se resumiam naquele momento: poder deitar-me livremente na cama junto com uma femea, para fazermos coisas de marido e mulher. Fui-me chegando a ela e se não tinha pedido autorização para entrar no quarto, foi descaradamente que me deitei ao lado dela e tremi todo por dentro quando lhe passei a mão pela cintura.... e num instante passou a chuva, passou o vento, e passou o meu frio, que era o medo de estar a ir longe de mais... e voltei a passar-lhe a mão pela cintura, e senti na mão o frio do cetim suave da camisa de dormir dela... e como sabia bem aquele toque, e como foi bom passar a mão por aquele corpo, assim deitada de lado senti-lhe todos os contornos das coxas, aos ombros passando pelas costas, e descendo até ao rabo, enquanto o meu corpo já ardia de tesão.
Passei a mão para dentro do tecido, queria sentir mais, tocar aquela pele nua, e apalpei-lhe melhor o cu, ela mexeu-se e tremeu feito uma virgem quando lhe tentei enfiar a mão por entre as pernas, mas eu não desarmei apalpei e apertei uma e outra nádega e senti bem como eram firmes as bochechas daquele rabinho empinado, deixei os dedos escapar pelo rego abaixo, na descoberta do corpo da mulher deparei-me com o olho do cu, o tal buraco redondo proibido, o tal onde devia doer apanhar, não me detive muito tempo por ali porque de presente ela já me abria as pernas e à feição estava ali aquele papo de cona que eu não via mas imaginava tal qual a minha mão o apalpava rechonchudo e recheado com umas beiças que já se babavam todinhas, foi lá que enfiei um dedo, e outro e mais outro, enquanto ela se contorcia toda, até que se libertou da minha mão e se virou.
Estavamos agora frente a frente deitados na cama de ladinho, trocamos um beijo maroto feito dois namorados às escondidas, lá fora recomeçou a chover, a musica das gotas a cair nas telhas embalava o nosso namoro, e eu voltei à descoberta, mesmo por fora da camisa dela eu senti bem hirtos os bicos das mamas, estava louco por tirar as medidas todas àqueles montes, desapertei-lhe os botões e ia a caminho daqueles montes quando fui atacado no pescoço com beijos, um atrás doutro cada vez mais forte, até que não largou e me fez um chupão (que só por milagre não ficou à vista).
Voltei a atacar as têtas, e a pedido mamei-as uma e outra até sentir na boca o gostinho a leite, enquanto isso ela gemia e com uma mão agarrava-me no cachaço e a outra ora agarrava a minha piça e a arregaçava toda, ora desaparecia entre as pernas dela, eu já não tinha controle sobre a situação, era ela que me conduzia, pôs-me de barriga para cima e arrancou-me um beijo de lingua, tirou-me as seroulas e e abocanhou a minha piça, a boca dela chupava-me o pau todo, sentia como que a sugar e era muito bom, lá fora o vento voltou a soprar, e as minhas telhas quase levantaram voo quando ela a tirou da boca no ultimo instante foi por pouco que a minha piça não assobiou.
Saltei para cima dela e montei-a, quis experimentar outro linguado e fiquei possesso quando ela me chupou a língua toda, e a seguir me presenteou com a língua dela dentro da minha boca para eu retribuir, enquanto isso a mão dela procurou caminho pelo meio dos nossos corpos, encontrou aquilo que procurava e enterrou-me na gruta da minha perdição, mal comecei a socar senti as pernas dela a cruzarem-se com as minhas e fazerem força, aumentei o ritmo, aquele pitinho estava completamente humido e sempre que a minha piça se enterrava ele revia, foi quando ela me disse: “Ai, que eu já estou toda a escorrer até ao olho do cu, caralho!”, e agora era a cona que me chuchava a piça toda, e ela gritava tanto que não fosse o temporal se havia de ouvir no lugar todo, agora a sinfonia era perfeita lá fora ao longe trovejava, e na cama ela não me dava tréguas, queria que eu martelasse com força no pitinho, e aos berros pedia mais, e agarrava-me pelos ombros e pelo cabelo, a trovoada ribombava cada vez mais perto e mais forte.
Eu já não aguentava mais, e enquanto ela repetia desenfreadamente “Ai Que Bom! Ai Que Bom! Ai Que Bom!“ um grande trovão abateu-se sobre nós, o que dos céus descia parecia rachar tudo pela frente e quando à terra chegou nada mais havia que o parasse, a casa abanou, a minha amada tremeu, e a minha piça rebentou ejaculando freneticamente o semen deste nosso amor de pecado, e logo que a cegueira da minha esporradela passou um novo relâmpago iluminou a felicidade estampada nos olhos da minha avó.

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