031 anda daí moço, que eu vou-te ensinar a fazer meninos

«Anda daí moço, que eu vou-te ensinar a fazer meninos!»
Cum caralho até fiquei de queixo caído, eu até andava a pedir-las, e ela não esteve com meias medias, depois de a ter apalpado para aí uma duzia de vezes, ela pimba chapou-me com esta nas trombas que me fodeu, isto tinha eu acabado de lhe passar a mão no rabo mais uma vez.
Ela que até andava meia perra, mas destravou bem a língua e abriu bem as pernas, e aquela cona não andava com fome mas a dona a dona comia chouriça e de que maneira. Se calhar ela até estava a fazer de proposito, quando escorregou na calçada, e a minha mão rapidamente se prestou a agarra-lhe o peito para evitar o tombo, quando ela não conseguiu abir o portão e também não saiu da frente, e eu não tive outro remédio se não agarrar-lhe a cintura e esfregar-me nela, e a partir daí foi um fartote.
A tarde esteve bonita, pelo menos a aos meus olhos, almoçamos os cinco, sem que nenhum assunto de interesse fosse discutido, até parecia que estava tudo bem, e na paz dos anjos, até que fui despachado dali para fora com ela.
Fomos pôr a casa dos Cabrestos a arejar, eles estão emigrados na França e de vez em quando passamos por lá ver se está tudo bem, ou melhor, fomos recambiados, para que na hora da sesta em minha casa, outros assuntos fossem discutidos a três ou até aplainados na horizontal.
A puta pôs-se sempre a jeito, também não conseguia abrir a porta da loja e a minha mão teve de passar juntinho às mamas dela, quis ajuda para abrir as janelas e ficava sempre um pouco à espera que as minhas mãos passassem por ela. Melhor mesmo foi quando ela resolveu subir ao sotão para ver se estava tudo bem, e eu cá de baixo a apreciá-la montada nas escadas a tentar abir o alçapão, as ordens dela foram bem claras e eu segui-as à risca: não lhe larguei as pernas, não fosse ela cair, de baixo para cima eu via tudo, por baixo da saia de pregas aquelas pernas firmes continuavam numas coxas fortes, que terminavam numa tira de tecido branco. Estava eu distraído na melhor arte de lhe  espreitar o entrepernas quando ela decide descer, sem ter subido ao sotão, e a distração era tal que deixei ficar as mãos que lhe trepavam saia acima enquanto ela vinha escada abaixo.
Escusado será dizer que eu já estava completamente a rebentar de tesão, e foi precisamente aí que ela se quis armar em professora e eu deixei. Segui-lhe os passos até ao quarto de casal, pelo caminho ela foi desapertando o casaquinho e a blusa quando chegamos ao quarto ela virou-se para mim e já estava com o soutien à mostra, e ainda eu não tinha chegado com a mão à berguilha para desapertar as calças e mostrar os meus atributos e já daquele peito brotavam duas grandes têtas com grandes aureolas castanhas e grossos bicos.
Em poucos minutos eu era o bebé dela, sentada na cama ela pôs-me ao colo e deu-me de mamar nas duas têtas enquanto me esfregava o pau teso, a cunhada da prima da minha mãe estava já a treinar... e deu-me um bom treino quando tirou a saia e deixou à mostra uns papos de cona bem carnudos que me deixaram logo todo a babar da piça, e se assim já era bom sem cuecas ficou ainda melhor, a cona dela abria-se como uma flor de quatro petalas no meio da relva preta dos pintelhos, para ajudar à festa ela fez questão em mostra-la bem e bem aberta.
Armada em professora do aluno inocente, ela explicou o que fazia com o botãozinho (o clitóris) mostrou-me bem os lábios, ai as coisas que ela sabia, fez até questão de abrir bem com os dedos a vagina (o nome erudito da pita), para que eu espreitasse lá para dentro, para o buraco que daqui a uns meses vai rebentar todo para ela desemprenhar.
Quando a montei entrei no inferno, ela queria tudo lá dentro, e pedia para lhe martelar com força, a cona dela estava toda encharcada e enquanto me sugava a piça revia de tal maneira, que até cheguei a pensar que ela se mijava enquanto fudia, e não tardou muito a que ela gritasse a plenos pulmões enquanto se vinha (teve um orgasmo, como ela me disse). Depois armada e consolada disse que como sabia que andava prenha não se importava que eu me viesse dentro da pitinha dela, não se lembrou disso antes quando andou a dar o pito a um cabrão qualquer, olha-me a lata da puta que há-de parir!

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