029 com pito aos saltos

Finalmente o meu pai chegou, e que ansiedade ela tinha, começou logo cedo, mandou-me para a escola com lanche reforçado e instruções para só voltar ao fim do dia, até aposto que já estava a arejar a cona àquela hora, logo pela fresquinha da manhã, com aquela saia pelo joelho e bem justinha, estava com aquele rabo mesmo, mesmo, de apetecer, e aquela blusa, bem cintada para lhe reforçar o volume das mamas, cabelo bem penteadinho , estava muito apetitosa.
Quando regressei ainda andava com o pito aos saltos, até parece que ele estava fora para aí há uns três quinze dias, se calhar ela não estava tão ansiosa quando ele lhe tirou os três, ia e vinha, eu estava na cozinha a estudar, e ela olhava para o relógio e voltava a sair, como se soubesse a que horas ele chegava, como não tivesse ela estado outras vezes à espera dele, mas todos estes preparativos, têm água no bico, e eu hei-de descobrir o que se passa com a mula da minha mãe.
O roncar ao longe não deixava duvidas, era chegada a hora, a longa espera tinha agora o fim mais próximo, as buzinadelas nas curvas eram acompanhadas por pinchinos de impaciência, estava cada vez mais perto e até já se conseguia distinguir o matraquear da caixa de velocidades, a estrada estreita pavimentada a paralelepipedos de granito também não ajuda nada, mas por fim ouvi o rufar do ar dos travões, finalmente tinha chegado, desceu descarregou os sacos agradeceu a boleia ao colega, e o camião lá partiu.
De aspecto sujo, com a barba por fazer, cabelo desalinhado, e com os olhos encovados de quem já não descansa direito há alguns dias, ele lá conseguiu esboçar um sorriso e chapar-lhe com um beijo na cara, atirou fora o cigarro e com a minha mãe a tira colo entrou em casa, eu encarreguei-me dos sacos, ela nem deve ter notado o cansaço dele e apressou-se logo a dar ordens para eu encher a banheira e preparar um banho, e logo de seguida ir tratar do gado para os corrais.
Bem o gado estava mais que tratado, e eu bem sabia que era só um esquema para me tirar dali, fui aos corrais acoitei a vaca e pontapeei a porca, deixei tudo em alvoroço e voltei para casa e fui espreitar o que se passava, eles estavam na casa de banho, e ela tratava de o ensaboar, a nossa casa é terrea por isso dá para espiar bem pela janela, a puta devia estar mesmo cheia de fome, pôs-se toda nua para lhe dar banho, e bem se via como se esforçava para o massajar bem, mas a coisa não correu de feição, e mesmo depois de o limpar uma massagem melhor não lhe conseguiu pôr o caralho de pé.
Ao jantar ele já estava mais animado, como de costume contou o que lhe interessou sobre a viagem, mais um cigarro no fim e estava pronto para ir dormir, ela nem sequer a loiça lavou, até eu fui logo mandado dormir, aquela cona devia estar mesmo a arder.
Pus-me à cuca sempre queria ver a foda dos dois, para ser mais fácil até já tinha colocado um calhau do lado de fora da minha janela para entrar e sair melhor, ora cama aberta luzes apagadas e lá fui eu espreitar, ela toda nua em cima da cama, muito insinuada, eu não ouvi mas chamou-o à atenção da cona toda bem aparadinha com as pernas bem abertas a apontar para lá e depois a abir as beiças, ele deitou-se e lá foi ela atrás do caralho dele, abriu os cordões das cerolas, e... saí dali porque logo vi que ele não ia conseguir erguer o mastro.
Voltei para o quarto acendi a luz e dediquei-me à minha mais recente descoberta, junto com um maço de tabaco espanhol surripiei de um dos sacos do meu pai uma revista pornográfica a Hot Sex, é verdade que não entendia nada do que lá vinha escrito, mas o que interessava mesmo eram as cenas de foda, muito boas.
Estava eu a pensar que se a minha mãe soubesse como podia até ter feito uma mamada ao meu pai como a puta da revista, estava eu nesta indecisão quando ela me entra de rompante pelo quarto dentro, no desespero de esconder a revista atirei com ela para o meio do chão, mas ela nem notou, fechou a porta, arrancou a camisa de dormir pela cabeça, puxou a roupa da cama para trás e sentou-se em cima das minhas pernas.
O que se sucedeu foi louco, rápido, incrível e maravilhoso, agarrou-me na piça tesa e esfregou-a, ela não disse nada, abriu a boca da cona, e montou-me a gaita, aquela cona era uma caverna úmida, aveludada, e quente, e aquela mulher ardia de tesão, agarrei-lhe as têtas que estavam mesmo a pedir e deliciei-me com a cena, ela cavalgava e os olhos dela faiscavam de tesão, e não tardou muito a gemer e sem se importar soltou um grito enquanto eu sentia a minha piça a ser completamente comida, não me contive e esporrei-me todo, até senti os colhões a esvaziar.
Ela desmontou-me e eu pude ver que escorria leite pela cona abaixo, vestiu a camisa e foi-se embora.

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