028 Esta cona dá cabo de mim

Este domingo foi gasto com preparativos, dois acontecimentos estão na berlinda, amanhã chega o meu pai, e a recente preocupação da minha mãe com a cunhada da prima que mesmo com o cornudo longe se deixou ficar prenha, pelo que se avizinham dias quentes.
E começou logo cedo, para compensar a noite bem dormida, ela meteu-me logo a trabalhar e ainda antes da missa tive de ir apascentar o gado e limpar os corrais, fiquei mais triste foi porque ela não me deixou ordenhar a vaca, com aquele jeitinho todo ela podia era ter-me ordenhado logo ali, só de ter aquela ideia fiquei logo de pau teso e mais um pouco tinha-o posto de fora a esguichar leitinho como as tetas da vaca, mas pronto lá tive de me contentar com outras diversões, e para me consular até montei na puta da porca que devia de andar com o cio, não fosse a minha mãe estar atenta e eu até sacava ali da piroca e batia uma bela de uma punheta.
Mas as surpresas ficaram reservadas para a tarde, depois de almoço, ela pôs-se logo de cabo na mão a varrer, e eu fui de cabo na mão para a casa de banho, já merecia uma boa esporradela, ela limpava, lavava e arrumava, o tempo deu para tudo pus a escrita em dia (aqui este meu caderninho de segredos, claro), estudei (estão aí os exames à porta), e estava eu entretido algures entre a ilha dos amores e a minha querida Dinamene, quando... sou retirado do meu transe pelos berros da puta.
Pelos vistos a minha querida mãezinha já estava a chamar por mim há muito tempo, mas como assim eu nem ouvi, agora a minha curiosidade concentrava-se na tesoura de costura, e para que é que ela queria uma tesoura de costura enquanto estava no banho?
Deixei-lhe a tesoura à porta do quarto de banho e esperei que ela a viesse buscar para a ir logo espreitar, mas nem deu tempo porque ela pediu-me logo que lhe fosse à cozinha buscar mais água quente, bem este banho devia ser mesmo a sério, deixei a panela, e para meu espanto ela pediu-me para entrar e pôr água na banheira, afinal não fui ver nada que não tivesse visto até então, nisso estávamos de acordo, e ainda tive de ir buscar mais um tacho com água para tirar a espuma do cabelo dela, era um regalo vê-la assim, é certo que já a tinha visto outras vezes mas tinha sido de fugida, agora ali assim pelada com as têtas à solta, aquelas coxas a luzir na água, e a pintenheira lá no fundo, era realmente outra coisa.
Voltei para o meu quarto de pau teso, sentia-o a abanar por todos os lados, ainda nem sequer tinha passado a porta e mais um pedido, uma toalha, nem me fiz rogado e voltei logo para trás, mas agora não pude ficar, estava todo entretido a esgalhar o pessegueiro, a aliviar o tesão, quando ela me chamou de novo.
O espetáculo com que me deparei quando entrei na casa de banho surpreendeu-me, fiquei completamente varado, ela estava de tesoura na mão a aparar os pelos da cona... só que estava sem jeito, e pediu-me que a ajudasse para não se cortar, tive de com a minha mão segurar as beiças da cona, que delicia, ela ali na minha frente, sentada na beira da banheira com as pernas escarrachadas, bem escarrachadas e a cona bem aberta, e eu de joelhos à frente dela a observar e a tocar à vontade, ou melhor a apalpar e até a enfiar os dedos como quem não quer a coisa, ela até estava toda encharcada. Não obstante os avisos, que eu ignorei a coisa chegou ao ponto de trocarmos os papeis, agora era eu quem tinha a tesoura na mão e lhe aparava a pintelheira, e ela assegurava-se de que os lábios da vagina (que nome pomposo) e as coxas ficavam a salvo das laminas da tesoura. Foi uma novidade para mim, ver assim uma cona tão lambida, na verdade já tinha visto nas revistas a Gina também usava mais ou menos assim e no filme também apareceu uma galdéria assim, era aquela que também apanhou no cu, coisa que não é para estas senhoras com certeza.
No final e depois de lavadinha parecia assim como uma barba bem curtinha e bem feitinha, até as beiças se viam melhor, estava um tesão, ela foi para o quarto vestir-se e eu fiquei para tomar banho, quando tirei as cuecas estava todo melado, com tanto tesão tinha-me esporrado todo.

Nota: tenho de estudar a anatomia da vagina, depois do que vi hoje já olho para aquela racha com outros olhos.

Esta cona dá cabo de mim.

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