027 ai mãe, vai ser até rasgar a cona toda

O que me intrigava mais no meio daquilo tudo era porque é que o corno não entrava em casa, mistério desvendado pouco depois a meio caminho de volta a casa, quando finalmente me passou a atrapalhação e eu pude raciocinar direito.
Afinal ele nunca pode entrar em casa sem ordem dela, não vá estar sujo e sujar a casa, e ele até nem queria ainda entrar, estava a gabar-se disso enquanto mostrava ao patrão as obras da nova casa de banho nos anexos, a minha mãe ficou sem os nabos em troca disso eu ganhei uma boleia na forgoneta do patrão do corno, e assim regressei de “cu tremido”, e fiquei quase à porta de casa mesmo no café central.
O dia estava cheio de surpresas e recados e à minha espera no café havia mais um, o meu pai telefonou a avisar que ia chegar lá para segunda-feira.
Corri para casa com a novidade, quando lá cheguei a minha mãezinha andava a limpar os currais, dei-lhe a novidade do regresso do meu pai, apanhei com um sermão (só e apenas) por causa da maroteira que eu tinha feito à vizinha, mas o que ela queria era o recado da prima.
Quando eu lhe disse que a prima não sabia ler, ela quase caiu, fomos para casa e ela disse que ia tomar banho para se recompor.
Andou pensativa o resto do dia, não, disse uma palavra ao jantar, e nem sequer ligou a televisão, só podia estar doente para nem sequer para ver a Dona Xepa.
Até eu já estava a ficar contagiado com aquele ambiente pesado, e refugiei-me no meu quarto a estudar, estava concentrado nos sonetos do Zarolho quando ela me chamou, fui ter ao quarto dela e ela já estava deitada na cama, pediu que eu me sentasse ao lado dela na cama e começou a deitar conversa fora, sempre em rodeios sem chegar a lado nenhum, até que depois de parar um pouco e verter umas quantas lágrimas, me pediu que guardasse absoluto sigilo da situação cunhada da prima, fez-me jurar, e por fim começou a chorar e dizia que são coisas de mulheres, deitei-me junto dela fiz-lhe umas festas, abracei-a e dei-lhe uns quantos beijinhos, era aproveitar enquanto podia.
Depois dela acalmar continuamos os dois assim juntinhos a trocar festas, quando eu dei por ela o meu pirilau já tinha acordado e estava a ficar teso, fiquei embaraçado e ela notou, perguntou o que se passava mas eu não queria dizer, eu queria era fugir mas não conseguia com a vergonha de ela me apanhar de pau teso. No meio da confusão ela sentiu-me, já não havia por onde escapar, mas mesmo assim meteu a mão pelas ceroulas adentro para confirmar, apalpou-me o pau teso e passou a mão pela tomateira, aí fiquei surpreso.
Depois de me apalpar a piroca e os colhões juntou isso à minha travessura da tarde com a vizinha (e ela não sabia da missa a metade), e concluiu que isso se devia à minha pouca atividade sexual, ou seja, mandou-me para a casa de banho praticar, bater punhetas.
Eu fiquei surpreendido e sem argumentos, para selar a contenda espetei-lhe com um beijo no canto da boca, ela entendeu aquilo como um pedido, e condescendeu, “mas só hoje” disse ela, e fiquei ali a esgalhar o pessegueiro ao lado dela na cama, aproveitei e fui passando a mão nela, próximo das mamas, não me parecia que ela deixasse ir mais longe, contudo ela ia tremendo, devia andar mais tola que eu, com o marido fora de casa ia para umas semanas, por certo também tinha a cona a seco.
Não precisei de pedir nada e não demorou muito a que ela, toda tola, disse-se o que queria, iamos fuder, mas só de fazer de conta, montei-a ela levantou a camisa, agarrou na minha piça e apontou bem para o meio da cona, por cima da cuecas, assim ficamos um bocado mas não dava muito geito, e voltamos a ageitar a piça as cuecas e a cona, agora já sentia melhor a racha dela e o tesão tomava conta de mim, eu só queria era que ela me deixasse fude-la a sério como da outra vez, estava louco por lhe rasgar as cuecas e a cona toda.
Mas ela não deixou, tinha de ficar com a cona fresca para a dar ao marido quando ele regressa-se, mesmo assim esporrei-me todo em cima daquelas cuequinhas macias de cetim.

Sem comentários:

Enviar um comentário