026 tira-me o atraso

Ela furtou-se aos meus apalpões, ainda cheguei a sentir aquelas duas têtas bem cheias e macias, e a esfregar bem os mamilos tesos, mas ela levantou-se e saiu da cozinha, disse que ia buscar umas coisas para eu levar para a minha mãe, calçou os botins e foi para a horta, eu fui no encalço dela.
Aquela nabiça pôs-se para lá a apanhar uns nabos com grelo, e eu só pensava no grelo, sempre que ela mudava de posição lá eu mudava também o meu angulo de ataque, a tentar manter sempre a melhor posição sobre o rabo dela, entretanto ela chamou-me e eu tive de rodear a leira para ficar de frente para ela e ouvir melhor, mas eu já só tinha ouvidos para as passarinhas, porque com ela assim debruçada os meus olhos não saiam lhe saiam das mamas.
Agora é que eu estava fodido com uma enorme saca de nabos para carregar de volta a casa, até parecia castigo, mas não adiantava demove-la, estávamos os dois no pátio a discutir a quantidade de grelos quando ela se sentou nas escadas e me pediu que lhe tirasse as galochas, não me fiz rogado até porque estava doido por lhe espreitar as pernas, e a minha vontade foi feita logo de seguida, fiz-me demorado e difícil, o primeiro botim saiu a custo e fui bem recompensado por uma visão agradável das coxas dela, até parecia muito mas eu queria ver mais e estava ansioso por por lhe colocar a vista em cima da rata, então para tirar o  segundo botim fiz uma fita por forma a obriga-la a abrir as pernas, e lá estava a minha recompensa a puta estava de cuecas mas mandava um papo do caralho.
Ela pôs-se de pé e eu aproveitei para lhe passar a mão na cintura, como ela não reclamou, e continuava com conversa fiada cheguei mais perto e pus a outra mão, ela parou com a conversa, agarrou na minha mão e fui arrastado casa adentro de volta à cozinha.
Ela tinha razão ali estávamos mais à vontade, e eu estava morto por saber o quanto à vontade, por isso agarrei na fita da bata dela desapertei-a e abri-a, a surpresa era vê-la assim porque eu já sabia que ela estava sem saia, só com uma blusa fina e concerteza cheia de calor, a minha vontade de lhe tirar o atraso estava ao rubro, contudo uma duvida assaltou-me “E se o macho entra por ai adentro?!”, ela diz para eu não me preocupar, agarra-me para junto dela e eu não me fiz rogado apalpei-lhe o cu, queria mais e pus as mãos pela blusa acima até aquelas tetonas, e a minha piça já rebentava de tesão e eu fazia tudo por tudo para demonstra-lo e esfregava-a desavergonhadamente entre as pernas dela.
Mas não me chegava, eu queria mesmo era ver-lhe a racha, e num impulso passei-lhe a mão entre as pernas e apalpei-a bem, sabia bem sentir aquela pintelheira por cima das cuecas, continuei mais abaixo para lhe sentir as beiças, e senti aquele papo bem quente, levantei a blusa, abocqanhei uma têta e mamei com sofreguidão, ela estremeceu, aquelas têtas pareciam deitar leite, aquela puta nunca tinha dado de mamar, nem sequer ao marido confessou e com isto pediu “tira-me o atraso ò cabrão do caralho”.
Ela tirou a blusa, as cuecas e escarrachou-se na cama, aquela visão era incrível, aquele molherão estava com uma fome de cadela, e aquela boca queria chouriça, ainda fiz menção de lhe lamber a cona mas ela parecia ainda mais inexperiente que eu e não deixou, mas quis agarrar no meu pau e apontá-lo à cona, ela estava seca, e embora eu estivesse todo lambusado custou a penetrá-la, ela não se queixou, mas estava mesmo fechada, tirei fora e quando voltei a meter já entrou muito melhor, eu sentia o corpo dela todo em ebulição mas o meu também não ficava atrás.
Estava-mos eu estava a subir ao céu, era a minha melhor foda até então, ela delirava, quando fomos interrompidos pelos berros do marido que chamava por ela, depois de um instante de susto ela berrou-lhe que esperasse e ao meu ouvido num sussurro feroz mandou-me esporrar dentro da cona, não me fiz rogado e aliviei os meus colhões para dentro da cona dela, quando saí de cima dela havia leitinho a escorrer pela cona fora, afinal ela tinha razão, não precisava de se preocupar, podia enprenhar à vontade porque tinha o corno em casa.

Sem comentários:

Enviar um comentário