025 com a cona bem oleada

Não havia tempo a perder, a vizinha que se fodesse eu tinha um recado urgente a entregar, atravessei o ribeiro a vau saltando de pedra em pedra subi o monte atravessando o mato e entrei pelos campos da quinta direto à estrada principal, e dali numa corrida rápida cheguei ao portão da casa da prima da mãezinha, não tardou muito a aparecer a cadela que logo deu o alarme, sentei-me nos degraus da escada a afagar o pescoço e as orelhas da rafeira e esperei pela patroa.
Eu escorria suor e estava todo rebentado, e quando ela chegou ainda falei meio ofegante, a prima olhou para o recado e guardou-o no no bolso muito atrapalhada, pedi-lhe água e ela levou-me até à cozinha nos anexos, mandou-me sentar e ofereceu-me também uma sande, que veio mesmo a calhar. Todo aquele ambiente era estranho, ela mexia e remexia no bilhete, pior estava a tentar ler às avessas, se para mim aquela mensagem secreta era um enigma, com ela remexer assim no bilhete mais se tornava. Mas pouco me interessavam aqueles jogos de mulheres, e levantei-me para ir embora estava morto por fazer aquilo que tinha deixado a meio no carreiro do campo, bater uma bela punheta e esporrar-me forte e feio, mas ela não me deixou, pediu que ficasse mais um pouco para repousar, e depois de uns quantos rodeios ela lá me disse que o problema era que não sabia ler, e tinha medo de pedir a alguém que lesse a nota, e eu lá lhe fiz a vontade, mal olhei para o papel até porque já tinha lido aquilo e não me fazia sentido nenhum, mas pelo contrário ela ficou aterrada, sentou-se, engoliu o resto da minha água encheu o copo de vinho da caneca e emborcou-o de um trago só.
Eu morto de curiosidade não me fiz esquisito e perguntei o que é que aquilo queria dizer, provavelmente teria sido um roubo ou coisa assim, o recado rezava assim: “faltaram as regras à tua cunhada”, ora a cunhada dela era minha vizinha, uma boa febra por sinal, podia ter acontecido alguma coisa à mulher, mas o quê, bom ela lá foi dizendo que as regras eram aquelas alturas do mês para as mulheres, para mim até parecia uma coisa boa a minha mãe quando anda assim fica assanhada, mas não era isso, e a prima já chorava copiosamente, fui até à beira dela e passei-lhe a mão pela cabeça. Eu não me queria aproveitar mas no meio das perguntas e dos soluços lá baixei as mãos até aos ombros dela e as perspetivas eram boas, porque ela até era bem avantajada, o que ela me disse a seguir deixou-me confuso, tanto que até tirei as mãos de cima dela, então se a cunhada da prima da minha mãe está prenha, porque é que ela chora assim e está tão nervosa, as minhas mãos iam dos ombros para os braços e os meus olhos regalavam-se com o efeito que o decote fazia e que me permitia ver-lhe um bocado das têtas.
Estava eu neste estado de semi-tesão, e ela numa agonia enorme, quando se me fez luz e eu raciocinei em voz alta, se o irmão dela imigrou há mais de um ano, e não voltou como é que a puta da cunhada dela engravidou, ela levantou a cabeça olhou-me nos olhos e concordou comigo, caiu-me tudo, até a minha mão escorregou decote adentro e se agarrou a uma das mamas dela.
Preparei-me para o embate, eu já tinha apanhado nas trombas naquele dia e estava à espera de apanhar de novo, contudo ela limitou-se a tirar-me a mão da têta, pôs-la de volta no ombro dela, e começou a desfiar um rosário de lamentações, resumindo assim aquilo que eu arranquei quase a ferros: a cunhada com o marido longe mas com a cona bem oleada e ela com o marido em casa em sem apanhar na cona vai para duas regras, tenho de concordar dois meses sem fuder é muito tempo, é assim a ingratidão das coisas... desta vez ataquei as têtas com as duas mãos, o meu pau estava a rebentar de tesão.

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